Enviado por Míriam Leitão e Leonardo Zanelli - 23.5.2009| 15h00m
Coluna no Globo
Expresso desorientado
O presidente Lula é um falador intempestivo e descontrolado. Não demonstra ter noção do peso das palavras proferidas por quem, provisoriamente, ocupa o cargo de presidente, não tem apreço pelo comedimento, se entrega a surtos de egolatria. Na Turquia, chamou de trambiqueiras empresas que o BNDES salvou. Acusou de medíocres os ex-governantes e não poupou nem Pedro II.
A viagem do presidente foi um expresso desorientado. Dedicou quase o mesmo tempo a parceiros de pesos diferentes em nossa relação comercial e econômica: com a Turquia, o Brasil teve um comércio de US$ 70 milhões em abril, com a Arábia Saudita, de US$ 270 milhões, enquanto que com a China, de US$ 3,2 bilhões. O volume tornou os chineses nossos maiores parceiros comerciais no mês, superando os americanos.
Publicamos aqui, no dia 25 de abril, que a viagem à China tinha sido encurtada de cinco para dois dias no momento errado, quando o país é cortejado pelo mundo inteiro e as relações com o Brasil estavam se adensando.
Mais um erro do Itamaraty, que não foram poucos, nessa viagem. Pelo relato de Deborah Berlinck, a primeira dama teve que improvisar um véu na Arábia Saudita. Não é dela a culpa, evidentemente. Para isso, existem os especialistas em protocolo. Os sauditas são muito mais radicais na repressão aos direitos da mulher que outros países islâmicos. Por ser a sede das duas cidades sagradas, Meca e Medina, na direção das quais os muçulmanos rezam diariamente e para as quais peregrinam, a Arábia Saudita sempre tentou ser a líder religiosa do mundo árabe. Quando se anda por Riad, é possível ver mulheres de rosto descoberto. Mas não são as sauditas, são as sírias, libanesas, palestinas com hábitos mais flexíveis. Mulheres sauditas não saem às ruas sozinhas, não dirigem carros, são confinadas em casa até serem entregues aos seus maridos, mediante pagamento de dote, são consideradas culpadas e condenadas a prisão e chibatadas caso sejam estupradas. Até recentemente, eram decapitadas caso se recusassem ao casamento arranjado pelo pai. Um horror sobre o qual se fala pouco, dada a dimensão das reservas de petróleo e dos laços estratégicos que a Arábia Saudita tem com os Estados Unidos.
O país é governado pela mesma família, Saud, do Rei Abdul Aziz, desde os anos 30 do século passado. Um dos estratagemas do rei para superar as rivalidades e unir as tribos foi casar-se com uma mulher de cada tribo e, com elas, ter 36 filhos homens que se sucederam no trono. Um pequeno briefing por parte do Itamaraty, obrigação nas viagens, ajudaria o presidente a não perguntar por que algumas mulheres cobrem o rosto e outras não. Também ajudaria Dona Marisa a não ter que improvisar um véu para ir ao palácio presidencial, onde, naturalmente, não se encontrou com homens, mas esteve em sala separada com as mulheres. O risco de não dar informações neces$árias à comitiva é o de cometer gafes que podem arruinar uma viagem.
Na China, o resultado tão comemorado era, em parte, notícia velha, como a confirmação do já anunciado empréstimo de US$ 10 bilhões para a Petrobras. Assunto já líquido e certo há meses. Ao discursar por lá, de novo o presidente Lula mostrou possuir informações vencidas na área climática. Voltou a sustentar a tese de que quem deve ter metas de emissão de gases de efeito estufa são os países que mais emitiram no passado. Era uma forma de agradar ao país anfitrião, hoje o maior emissor. Lula errou na mensagem.
A China já está avançando rapidamente na tentativa de conversão da sua economia para redução das emissões de carbono, porque o crescimento sem preocupação ambiental, dos anos anteriores, provoca frequentes e penosos desastres ambientais. Disputar o direito de poluir podia até fazer sentido quando não se sabia todo o risco que o planeta corria. A teimosia do Itamaraty nessa posição pró-carbono só confirma que queremos chefiar o atraso, quando poderíamos, com todo o nosso patrimônio ambiental, ser parte da liderança das inovações inevitáveis.
Mas foi na Turquia que se ouviu o surto de impropriedades do presidente Lula. Para ele, todas as empresas que perderam com a alta do dólar são trambiqueiras e estavam especulando. Faltou explicar por que o BNDES as socorreu tão prontamente, virando sócio e emprestando dinheiro subsidiado para o resgate da Aracruz e da Votorantim Celulose e Papel; por que o Banco do Brasil emprestou para a Sadia logo no primeiro rombo; por que o Banco Central liberou reservas para que os bancos emprestassem para as empresas com dívidas no exterior. Trambique é golpe sujo. As empresas erraram, reconheceram o erro, anunciaram seus prejuízos e estão se reorganizando. Ou são trambiqueiras ou são empresas nas quais o governo pode pôr o dinheiro do contribuinte. O presidente precisa sanar essa contradição.
Na falação turca, Lula mandou os jornalistas viajarem mais. Os que cobrem a Presidência não fazem outra coisa nos últimos anos. O presidente está convencido de que é o único governante que tem grandeza. Até Pedro II, hoje com suas virtudes reconhecidas pelos republicanos, foi tratado com desprezo e atingido pelas farpas de Lula, o Grande. Seus impulsos, cada vez mais incontidos, mostram que qualquer minuto de seu mandato, além dos oito anos previstos em lei, seria excessivo.
COMENTO:
Nem precisa comentar,está tudo aí.
Que vergonha
domingo, 24 de maio de 2009
sábado, 23 de maio de 2009
Turquia
Num dia clássico, Apedeuta mistura turco com árabe - na Turquia!!! - e diz outra formidável batatada
sexta-feira, 22 de maio de 2009 | 5:33
O texto abaixo é de Jamil Chade e está no Estadão On Line. Leiam.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixa empresários surpresos ao dizer que, no Brasil, todo vendedor de roupa ou de qualquer outro produto que passe casa por casa é conhecido como “turco”.
Lula é o primeiro presidente brasileiro a visitar a Turquia. O único chefe de estado que havia passado pelo país foi Dom Pedro II, em 1875. O objetivo de Lula é o de ampliar o comércio entre os dois países e, para incentivar a plateia turca, tentou explicar o uso do termo no País.
“No Brasil, tem uma coisa interessante que vocês precisam conhecer”, disse Lula em um seminário com empresários locais. “Apareceu alguém vendendo algo na porta de um brasileiro, ele sabe que é um turco que está vendendo”, afirmou, sem qualquer reação da plateia.
O presidente tentou explicar. “Qualquer vendedor que for vender um produto na casa das pessoas, prontamente ele é chamado de turco. Eu não sei se é o turco nascido em Istambul ou no tempo do Império Otomano, nascido na Arábia Saudita ou no Líbano”, disse.
“É preciso fazer jus a essa especialidade de comercializar do povo turco para que possamos estreitar as relações comerciais entre o Brasil e a Turquia”, disse. A platéia não riu.
Os turcos não são árabes e nem falam a mesma língua. A presença de turcos na imigração no Brasil é quase insignificante e as populações vindas do Líbano e Síria apenas ganharam esse nome diante do fato de chegarem com passaportes do Império Otomano.
Lula ainda fez alguns empresários levantarem a sobrancelha ao anunciar que o Brasil tinha “17 milhões de quilômetros de fronteira terrestre”.
Ontem, Lula teve apenas um compromisso oficial durante todo o dia. Fechou um seminário de empresários e almoçou com o setor privado. Pela manhã, passeou de barco pelo estreito de Bosforo. Pela tarde, visitou mesquistas e locais turísticos.
COMENTO:
Vamos esclarecer algumas dúvidas:
1- turcos são descendentes dos Otomanos.Não são Árabes.
2- Iranianos são Persas.Não são Árabes.Em muitas ocasiões foram inimigos.Leiam sobre as guerras entre o império persa e árabe,sobre a guerra Irã e Iraque.
O que eles tem em comum?
É a religião pois são países de maioria muçulmana.
É muito feio um presidente falar tanta bobagem numa viagem oficial.
É inadmissível que o cerimonial e o próprio presidente não estudem geopolítica, história e costumes dos lugares que visitam
Que vergonha
sexta-feira, 22 de maio de 2009 | 5:33
O texto abaixo é de Jamil Chade e está no Estadão On Line. Leiam.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixa empresários surpresos ao dizer que, no Brasil, todo vendedor de roupa ou de qualquer outro produto que passe casa por casa é conhecido como “turco”.
Lula é o primeiro presidente brasileiro a visitar a Turquia. O único chefe de estado que havia passado pelo país foi Dom Pedro II, em 1875. O objetivo de Lula é o de ampliar o comércio entre os dois países e, para incentivar a plateia turca, tentou explicar o uso do termo no País.
“No Brasil, tem uma coisa interessante que vocês precisam conhecer”, disse Lula em um seminário com empresários locais. “Apareceu alguém vendendo algo na porta de um brasileiro, ele sabe que é um turco que está vendendo”, afirmou, sem qualquer reação da plateia.
O presidente tentou explicar. “Qualquer vendedor que for vender um produto na casa das pessoas, prontamente ele é chamado de turco. Eu não sei se é o turco nascido em Istambul ou no tempo do Império Otomano, nascido na Arábia Saudita ou no Líbano”, disse.
“É preciso fazer jus a essa especialidade de comercializar do povo turco para que possamos estreitar as relações comerciais entre o Brasil e a Turquia”, disse. A platéia não riu.
Os turcos não são árabes e nem falam a mesma língua. A presença de turcos na imigração no Brasil é quase insignificante e as populações vindas do Líbano e Síria apenas ganharam esse nome diante do fato de chegarem com passaportes do Império Otomano.
Lula ainda fez alguns empresários levantarem a sobrancelha ao anunciar que o Brasil tinha “17 milhões de quilômetros de fronteira terrestre”.
Ontem, Lula teve apenas um compromisso oficial durante todo o dia. Fechou um seminário de empresários e almoçou com o setor privado. Pela manhã, passeou de barco pelo estreito de Bosforo. Pela tarde, visitou mesquistas e locais turísticos.
COMENTO:
Vamos esclarecer algumas dúvidas:
1- turcos são descendentes dos Otomanos.Não são Árabes.
2- Iranianos são Persas.Não são Árabes.Em muitas ocasiões foram inimigos.Leiam sobre as guerras entre o império persa e árabe,sobre a guerra Irã e Iraque.
O que eles tem em comum?
É a religião pois são países de maioria muçulmana.
É muito feio um presidente falar tanta bobagem numa viagem oficial.
É inadmissível que o cerimonial e o próprio presidente não estudem geopolítica, história e costumes dos lugares que visitam
Que vergonha
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Tópicos
1- Irã testa míssil que alcança Israel e bases americanas no oriente médio.
Até quando vamos conversar?
2-Atentado no Iraque mata 32 e fere 75.Continuam se matando e ninguém fala nada.
3-Querem criar mais cotas raciais.Vão conseguir o que queriam:Racismo no Brasil
4-Presidente do Parlamento Britânico renuncia por mal uso de verbas.Enquanto aqui????
5-E a Petrobrás? Afinal dá lucro ou prejuízo?Será que vai baixar o preço da gasolina?
Até quando vamos conversar?
2-Atentado no Iraque mata 32 e fere 75.Continuam se matando e ninguém fala nada.
3-Querem criar mais cotas raciais.Vão conseguir o que queriam:Racismo no Brasil
4-Presidente do Parlamento Britânico renuncia por mal uso de verbas.Enquanto aqui????
5-E a Petrobrás? Afinal dá lucro ou prejuízo?Será que vai baixar o preço da gasolina?
terça-feira, 19 de maio de 2009
O HEZBOLLAH NA AMÉRICA LATINA - por Ely Karmonmaio 18, 2009 @ 23:47 · Filed under ARTIGOS
A atividade nefasta do Hezbollah na América do Sul está bem documentada. Ele esteve por trás dos dois ataques terroristas mais devastadores na História do continente: os bombardeios à embaixada de Israel e ao centro da comunidade judaica em Buenos Aires no início dos anos 1990. O Hezbollah também estabeleceu presença significativa na tríplice fronteira (Argentina, Brasil e Paraguai), usando empresas locais, tráfico de drogas e redes de contrabando e lavagem de dinheiro para operações terroristas em todo o mundo.
Desde os ataques de 11/9 nos EUA, os governos locais da tríplice fronteira e de outros países, como Chile e Colômbia, monitoraram e descobriram parte da ampla rede do Hezbollah ativa no continente. No entanto, apesar de algumas prisões de ativistas no Paraguai, Brasil e Chile, principalmente por crimes econômicos ou narcotráfico, essa grande rede do Hezbollah continua ativa no continente.
O foco maior na tríplice fronteira depois do 11/9 levou o Hezbollah a mudar suas operações para levantar fundos para outros países da América Latina. Em junho de 2005, a polícia equatoriana desmanchou uma rota internacional de cocaína comandada por Rady Zaiter, dono de restaurante libanês em Quito suspeito de levantar dinheiro para o Hezbollah. A investigação equatoriana levou a prisões de 19 pessoas no Brasil e EUA. Em 2001, o Corpo Técnico de Investigação Colombiana (CTI) prendeu Mohammed Ali Farhad, empresário libanês com ligações com o Hezbollah por conseguir contrabando de cigarros no total de US$ 650 milhões e operação de lavagem de dinheiro entre Ipiales, Colômbia e portos no Equador.
Em outubro de 2008, investigadores americanos e colombianos desbarataram um grupo internacional de tráfico de cocaína e lavagem de dinheiro para os Estados Unidos, Europa e Oriente Médio que supostamente usou parte dos lucros para financiar o Hezbollah. Autoridades prenderam, pelo menos, 36 suspeitos, incluindo um chefe libanês acusado em Bogotá, Chekry Harb, que usou o nome falso “Talibã”.
Em junho de 2008, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos congelou bens de dois venezuelanos depois de tê-los acusado de apoiar o Hezbollah. Ghazi Nasr al Din, diplomata da embaixada da Venezuela no Líbano, é acusado de usar sua posição em embaixadas no Oriente Médio para levantar fundos para Hezbollah e discutir questões operacionais com autoridades mais experientes da milícia. Em janeiro de 2006, o diplomata facilitou a viagem de dois representantes do Hezbollah.
COMENTO:
É sempre bom lembrar que grupos terroristas sempre estiveram ligados ao narcotráfico, contrabando e lavagem de dinheiro.É assim com as Farcs,Taliban,Hezbolah,Hamas......
Dentro de alguns anos poderemos ter mais atentados na América Latina caso continue essa infiltração mencionada no artigo.
Não devemos esquecer, que hoje, o maior perigo é a guerra que se trava no Paquistão que posssui armas nucleares e uma deficiente estrutura de segurança.
Não devemos esquecer das ligações de cientista nuclear paquistanes com iranianos e libios.
Eu pergunto:Para que serve a ONU?
A atividade nefasta do Hezbollah na América do Sul está bem documentada. Ele esteve por trás dos dois ataques terroristas mais devastadores na História do continente: os bombardeios à embaixada de Israel e ao centro da comunidade judaica em Buenos Aires no início dos anos 1990. O Hezbollah também estabeleceu presença significativa na tríplice fronteira (Argentina, Brasil e Paraguai), usando empresas locais, tráfico de drogas e redes de contrabando e lavagem de dinheiro para operações terroristas em todo o mundo.
Desde os ataques de 11/9 nos EUA, os governos locais da tríplice fronteira e de outros países, como Chile e Colômbia, monitoraram e descobriram parte da ampla rede do Hezbollah ativa no continente. No entanto, apesar de algumas prisões de ativistas no Paraguai, Brasil e Chile, principalmente por crimes econômicos ou narcotráfico, essa grande rede do Hezbollah continua ativa no continente.
O foco maior na tríplice fronteira depois do 11/9 levou o Hezbollah a mudar suas operações para levantar fundos para outros países da América Latina. Em junho de 2005, a polícia equatoriana desmanchou uma rota internacional de cocaína comandada por Rady Zaiter, dono de restaurante libanês em Quito suspeito de levantar dinheiro para o Hezbollah. A investigação equatoriana levou a prisões de 19 pessoas no Brasil e EUA. Em 2001, o Corpo Técnico de Investigação Colombiana (CTI) prendeu Mohammed Ali Farhad, empresário libanês com ligações com o Hezbollah por conseguir contrabando de cigarros no total de US$ 650 milhões e operação de lavagem de dinheiro entre Ipiales, Colômbia e portos no Equador.
Em outubro de 2008, investigadores americanos e colombianos desbarataram um grupo internacional de tráfico de cocaína e lavagem de dinheiro para os Estados Unidos, Europa e Oriente Médio que supostamente usou parte dos lucros para financiar o Hezbollah. Autoridades prenderam, pelo menos, 36 suspeitos, incluindo um chefe libanês acusado em Bogotá, Chekry Harb, que usou o nome falso “Talibã”.
Em junho de 2008, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos congelou bens de dois venezuelanos depois de tê-los acusado de apoiar o Hezbollah. Ghazi Nasr al Din, diplomata da embaixada da Venezuela no Líbano, é acusado de usar sua posição em embaixadas no Oriente Médio para levantar fundos para Hezbollah e discutir questões operacionais com autoridades mais experientes da milícia. Em janeiro de 2006, o diplomata facilitou a viagem de dois representantes do Hezbollah.
COMENTO:
É sempre bom lembrar que grupos terroristas sempre estiveram ligados ao narcotráfico, contrabando e lavagem de dinheiro.É assim com as Farcs,Taliban,Hezbolah,Hamas......
Dentro de alguns anos poderemos ter mais atentados na América Latina caso continue essa infiltração mencionada no artigo.
Não devemos esquecer, que hoje, o maior perigo é a guerra que se trava no Paquistão que posssui armas nucleares e uma deficiente estrutura de segurança.
Não devemos esquecer das ligações de cientista nuclear paquistanes com iranianos e libios.
Eu pergunto:Para que serve a ONU?
domingo, 17 de maio de 2009
Vale tudo
VEJA 4 - DIogo Mainardi - O Goebbels egípcio
"Eu queimaria pessoalmente qualquer livro israelense que se encontrasse nas bibliotecas do Egito."
A frase é de Farouk Hosny, o ministro da Cultura egípcio. Ele a pronunciou num congresso de seu partido, em 10 de maio de 2008. O diretor do Centro Simon Wiesenthal acusou-o de se inspirar em outro ministro da Cultura incendiário: Joseph Goebbels. Acusou-o também de ter disponibilizado a TV estatal do Egito a um notório negador do holocausto, Roger Garaudy, o antigo filósofo comunista que se converteu ao islamismo – o Cat Stevens de Auschwitz.
Farouk Hosny é candidato ao cargo de diretor-geral da Unesco. Isso mesmo, da Unesco: o organismo internacional que se ocupa prioritariamente de livros e bibliotecas. Quem o apoia? O Brasil. O Itamaraty. Lula. Celso Amorim. Apoiamos um antissemita. Apoiamos um queimador de livros. É o nosso "Fahrenheit 451" diplomático.
Assinante lê mais aqui
COMENTO:
O que o Brasil não faz para conseguir vaga no conselho de segurança da ONU.Despreza candidato do próprio país em nome de algo maior??????É o exemplo que esse governo dá ao país:A condição moral e ética não tem valor.
Votar num racista é colocar todo seu valor moral por água abaixo.
Na época do presidente Geisel o chanceler Azeredo da Silveira em nome do pragmatismo responsável se aproximou dos Árabes em detrimento de Israel e nada obteve em troca.
Parece que não aprenderam a lição.
O Brasil fou derrotado em suas ambições em vários organismos da ONU.
É muito feio isso.
"Eu queimaria pessoalmente qualquer livro israelense que se encontrasse nas bibliotecas do Egito."
A frase é de Farouk Hosny, o ministro da Cultura egípcio. Ele a pronunciou num congresso de seu partido, em 10 de maio de 2008. O diretor do Centro Simon Wiesenthal acusou-o de se inspirar em outro ministro da Cultura incendiário: Joseph Goebbels. Acusou-o também de ter disponibilizado a TV estatal do Egito a um notório negador do holocausto, Roger Garaudy, o antigo filósofo comunista que se converteu ao islamismo – o Cat Stevens de Auschwitz.
Farouk Hosny é candidato ao cargo de diretor-geral da Unesco. Isso mesmo, da Unesco: o organismo internacional que se ocupa prioritariamente de livros e bibliotecas. Quem o apoia? O Brasil. O Itamaraty. Lula. Celso Amorim. Apoiamos um antissemita. Apoiamos um queimador de livros. É o nosso "Fahrenheit 451" diplomático.
Assinante lê mais aqui
COMENTO:
O que o Brasil não faz para conseguir vaga no conselho de segurança da ONU.Despreza candidato do próprio país em nome de algo maior??????É o exemplo que esse governo dá ao país:A condição moral e ética não tem valor.
Votar num racista é colocar todo seu valor moral por água abaixo.
Na época do presidente Geisel o chanceler Azeredo da Silveira em nome do pragmatismo responsável se aproximou dos Árabes em detrimento de Israel e nada obteve em troca.
Parece que não aprenderam a lição.
O Brasil fou derrotado em suas ambições em vários organismos da ONU.
É muito feio isso.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
União contra Israel
União terrorista - Libanês Hizbollah admite apoio ao palestino Hamas
Na Folha:
O grupo armado libanês Hizbollah, xiita, admitiu pela primeira vez fornece "todo tipo de apoio" ao sunita Hamas, que controla o território palestino de Gaza. Sem detalhar a natureza da assistência, a afirmação foi feita pelo número 2 do Hizbollah, xeque Naim Qassem ao jornal "Financial Times".
Embora houvesse suspeita de vínculo entre as facções, que compartilham a meta de combater Israel e são apoiados por Irã e Síria, nunca o Hizbollah confirmara oficialmente apoiar o Hamas.
A declaração de Qassem surge semanas após o Egito prender 49 pessoas supostamente ligadas ao Hizbollah, acusadas de preparar ataques contra alvos turísticos.
Tido como terrorista pelo Ocidente, o Hizbollah também é responsabilizado pelos cem mortos nos atentados contra alvos judaicos em Buenos Aires nos anos 90.
O Hizbollah reconheceu ter um papel regional em plena campanha para as legislativas de 7 de junho. O grupo xiita tem boas chances de reforçar sua presença no Parlamento libanês -hoje em 56 das 128 cadeiras.
COMENTO:
Xiitas e Sunitas vivem em conflitos.Muitas vezes se odeiam.Mas quando se trata de Israel se unem para um objetivo comum:Sua eliminação do mapa.
Na Folha:
O grupo armado libanês Hizbollah, xiita, admitiu pela primeira vez fornece "todo tipo de apoio" ao sunita Hamas, que controla o território palestino de Gaza. Sem detalhar a natureza da assistência, a afirmação foi feita pelo número 2 do Hizbollah, xeque Naim Qassem ao jornal "Financial Times".
Embora houvesse suspeita de vínculo entre as facções, que compartilham a meta de combater Israel e são apoiados por Irã e Síria, nunca o Hizbollah confirmara oficialmente apoiar o Hamas.
A declaração de Qassem surge semanas após o Egito prender 49 pessoas supostamente ligadas ao Hizbollah, acusadas de preparar ataques contra alvos turísticos.
Tido como terrorista pelo Ocidente, o Hizbollah também é responsabilizado pelos cem mortos nos atentados contra alvos judaicos em Buenos Aires nos anos 90.
O Hizbollah reconheceu ter um papel regional em plena campanha para as legislativas de 7 de junho. O grupo xiita tem boas chances de reforçar sua presença no Parlamento libanês -hoje em 56 das 128 cadeiras.
COMENTO:
Xiitas e Sunitas vivem em conflitos.Muitas vezes se odeiam.Mas quando se trata de Israel se unem para um objetivo comum:Sua eliminação do mapa.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Conflitos e morte de civis
No Ceilão mais de 400 civis ,entre eles 100 crianças,morrem em ataques do exército contra rebeldes tamis.
No Afeganistão vários civis morrem atingidos por bombardeios americanos.
No Paquistão várias pessoas morrem em ataques do exército contra região dominada por Talebans, provocando grande êxodo de refugiados.
AH MAS NÃO TEM IMPORTANCIA , NÃO FOI ISRAEL QUE OCASIOONOU ISSO TUDO.ENTÃO APENAS OCUPA-SE PEQUENA PARTE DO JORNAL.
É A MÍDIA.
ONDE ESTÁ A ONU QUE NÃO MANDOU ABRIR UMA INVESTIGAÇÃO?ONDE ESTÁ A EUROPA PARA CONDENAR?ONDE ESTÃO AS ONGS DE DIREITOS HUMANOS QUE NÃO SE MANIFESTARAM?
No Afeganistão vários civis morrem atingidos por bombardeios americanos.
No Paquistão várias pessoas morrem em ataques do exército contra região dominada por Talebans, provocando grande êxodo de refugiados.
AH MAS NÃO TEM IMPORTANCIA , NÃO FOI ISRAEL QUE OCASIOONOU ISSO TUDO.ENTÃO APENAS OCUPA-SE PEQUENA PARTE DO JORNAL.
É A MÍDIA.
ONDE ESTÁ A ONU QUE NÃO MANDOU ABRIR UMA INVESTIGAÇÃO?ONDE ESTÁ A EUROPA PARA CONDENAR?ONDE ESTÃO AS ONGS DE DIREITOS HUMANOS QUE NÃO SE MANIFESTARAM?
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