Por Reinaldo Azevedo
Petrobras contrata ONG por R$ 16,1 milhões sem licitação
sábado, 6 de junho de 2009 | 6:29
Na Folha:
O maior contrato assinado pela Petrobras com uma ONG no período de maio de 2008 a maio deste ano beneficiou a organização não governamental Movimento Brasil Competitivo -que se destaca entre os patrocínios milionários da estatal, a maioria deles sem licitação.
Em setembro e outubro de 2008, o MBC (uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público registrada no Ministério da Justiça) assinou contratos para captar R$ 16,1 milhões da Petrobras. Esse valor representa 80% dos contratos da empresa com a entidade no governo Lula, segundo dados levantados pela Folha.
O maior dos contratos (no valor de R$ 15 milhões) tem como finalidade a modernização da gestão pública e o aumento da competitividade do setor privado em seis Estados (PE, AL, SE, BA, RJ, AM) e no Distrito Federal. Até agora, R$ 4,7 milhões já foram liberados.
Segundo a Petrobras, a entidade foi contratada sem licitação porque a lei dispensa o procedimento para esse tipo de prestação de serviços. A estatal diz que os critérios para a escolha dos projetos de pedido de patrocínio da estatal são definidos com base nas “diretrizes e ações estratégicas” da empresa.
Segundo dados da entidade, a Petrobras bancou 7% da arrecadação do MBC em 2008, de cerca de R$ 47 milhões. A participação e os nomes dos doadores são mantidos em sigilo, embora, como associação civil de direito privado de interesse público e sem fins lucrativos, a entidade tenha de prestar contas ao Ministério da Justiça
COMENTO
Para mim é necessário fazer uma devassa nessas ONGs.Me parece que muitas são fachadas para corrupção, outras são inúteis e outras tantas com interesses não bem delineados.
O bolsa família deveria ser gerenciado por uma ONG transparente com prestação de contas aos doadores pois deveria funcionar através de trabalho voluntário e doações de pessoas físicas e jurídicas sem interferrencia do Governo.Este usaria o dinheiro para melhorar a educação dando perspectiva de um futuro melhor aos pobres que deveriam ter condições de se sustentarem com uma razoável autoestima.Esmola dada pelo Governo de maneira ininterrupta se transforma em fator de acomodação para quem recebe criando no mesmo um sentido de obrigatoriedade por parte do Estado.Vai terminar o bolsa família agora para ver o que acontece?
sábado, 6 de junho de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
RENÚNCIA X PIZZA
Tamanho do texto A A Integrante do alto escalão do R.Unido renuncia
03/06/2009 - 07:29 - EFE
ImprimirEnviarCorrigirFale ConoscoLondres, 3 jun (EFE).- A secretária para as Comunidades do Reino Unido, Hazel Blears, apresentou hoje sua renúncia um dia antes das eleições europeias e locais e em meio aos escândalos pelo uso abusivo de verbas públicas por parlamentares.
A renúncia ocorre um dia depois que a ministra do Interior, Jacqui Smith, também manifestasse sua intenção de renunciar quando da próxima reformulação do gabinete do primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown.
A saída de Blears representa um duro golpe para Brown, às vésperas de eleições vistas como uma prova para sua sobrevivência como líder trabalhista.
Em comunicado divulgado hoje no qual comunica sua renúncia, Blears pediu aos eleitores para que apoiem o Partido Trabalhista nas urnas amanhã.
Há a expectativa de que Brown faça uma reformulação de seu gabinete nesta sexta-feira ou na segunda-feira da semana que vem.
Blears esteve envolvida em uma polêmica relacionada ao uso de dinheiro público destinado a moradias para parlamentares. Ela não pagou impostos pela venda de um apartamento ao apresentá-lo como sua residência principal, apesar de ter pedido verbas oficiais por esse mesmo imóvel após qualificá-lo como sua moradia secundária.
Atualmente, os deputados do Reino Unido podem reivindicar boa parte do custo de manter uma segunda residência se suas obrigações parlamentares assim o justificam.
Os legisladores do país estão imersos em um escândalo após a divulgação de que vários deles usaram verbas públicas para despesas particulares, como compras de comida para cachorro e manutenção de piscinas. EFE vg/bba
COMENTO:
Enquanto no Reino Unido ocorre renuncias em meio a escandalos e em outros países até suicidios pela vergonha aqui tudo termina em PIZZA COM MARMELADA DE SOBREMESA.
03/06/2009 - 07:29 - EFE
ImprimirEnviarCorrigirFale ConoscoLondres, 3 jun (EFE).- A secretária para as Comunidades do Reino Unido, Hazel Blears, apresentou hoje sua renúncia um dia antes das eleições europeias e locais e em meio aos escândalos pelo uso abusivo de verbas públicas por parlamentares.
A renúncia ocorre um dia depois que a ministra do Interior, Jacqui Smith, também manifestasse sua intenção de renunciar quando da próxima reformulação do gabinete do primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown.
A saída de Blears representa um duro golpe para Brown, às vésperas de eleições vistas como uma prova para sua sobrevivência como líder trabalhista.
Em comunicado divulgado hoje no qual comunica sua renúncia, Blears pediu aos eleitores para que apoiem o Partido Trabalhista nas urnas amanhã.
Há a expectativa de que Brown faça uma reformulação de seu gabinete nesta sexta-feira ou na segunda-feira da semana que vem.
Blears esteve envolvida em uma polêmica relacionada ao uso de dinheiro público destinado a moradias para parlamentares. Ela não pagou impostos pela venda de um apartamento ao apresentá-lo como sua residência principal, apesar de ter pedido verbas oficiais por esse mesmo imóvel após qualificá-lo como sua moradia secundária.
Atualmente, os deputados do Reino Unido podem reivindicar boa parte do custo de manter uma segunda residência se suas obrigações parlamentares assim o justificam.
Os legisladores do país estão imersos em um escândalo após a divulgação de que vários deles usaram verbas públicas para despesas particulares, como compras de comida para cachorro e manutenção de piscinas. EFE vg/bba
COMENTO:
Enquanto no Reino Unido ocorre renuncias em meio a escandalos e em outros países até suicidios pela vergonha aqui tudo termina em PIZZA COM MARMELADA DE SOBREMESA.
terça-feira, 2 de junho de 2009
Ideologia e Política Externa
Enviado por Míriam Leitão - 1.6.2009| 9h19m
Espaço Aberto
O que está acontecendo com a política externa do Brasil?
O Itamaraty perdeu a indicação da ministra Ellen Gracie para a Organização Mundial do Comércio. Dois candidatos brasileiros foram desprezados para a indicação da Unesco e houve a indicação de um egípcio que já falou até em queimar livros.
O presidente do Irã cancelou visita ao Brasil na última hora. A diplomacia precisou abortar, de repente, a ida do embaixador brasileiro à Coréia do Norte. O BNDES pode conceder um pacote de empréstimos para Hugo Chávez, o mesmo que estatizou empresas estrangeiras.
O que está acontecendo com a política externa do Brasil?
COMENTO:
o QUE ESTÁ ACONTECENDO É UMA POLÍTICA EXTERNA GUIADA POR IDEOLOGIA.O PROFISSIONALISMO PASSOU LONGE.
A ideologia embota a percepção da realidade levando a erros de diagnósticos e portanto, decisões equivocadas.
Espaço Aberto
O que está acontecendo com a política externa do Brasil?
O Itamaraty perdeu a indicação da ministra Ellen Gracie para a Organização Mundial do Comércio. Dois candidatos brasileiros foram desprezados para a indicação da Unesco e houve a indicação de um egípcio que já falou até em queimar livros.
O presidente do Irã cancelou visita ao Brasil na última hora. A diplomacia precisou abortar, de repente, a ida do embaixador brasileiro à Coréia do Norte. O BNDES pode conceder um pacote de empréstimos para Hugo Chávez, o mesmo que estatizou empresas estrangeiras.
O que está acontecendo com a política externa do Brasil?
COMENTO:
o QUE ESTÁ ACONTECENDO É UMA POLÍTICA EXTERNA GUIADA POR IDEOLOGIA.O PROFISSIONALISMO PASSOU LONGE.
A ideologia embota a percepção da realidade levando a erros de diagnósticos e portanto, decisões equivocadas.
domingo, 31 de maio de 2009
Corrupção: CULTURA NACIONAL
A RELAÇÃO ENTRE A POLÍTICA BRASILEIRA E A POPULAÇÃO BRASILEIRA.
Para mudar política, só mudando sociedade, diz especialista
30 de maio de 2009.
Fabiana Leal
Direto de Porto Alegre
Os políticos brasileiros são "a cara do povo" e isso incomoda a população, que não quer se ver espelhada em seus eleitos. A opinião é do professor Selvino Assmann, docente de Filosofia Política na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). "A 'cara do povo', que inclui a mentira e a corrupção, não é a 'cara do outro', mas é a 'cara' de nós mesmos", afirma. Para Assmann, os eleitores votam pensando em seus interesses privados e, com isso, elegem políticos com a mesma lógica de conduta. Segundo ele, para mudar a política, só mudando a sociedade.
Para o professor, é errado dizer que todos os políticos são eticamente maus, e que o cidadão é sempre passivo. Segundo ele, o Brasil enfrenta também uma crise na qual os Estados deixaram de ser tão importantes, embora ainda sejam os "atores políticos por excelência". A dificuldade na legitimidade do poder deve-se, de acordo com ele, ao fato de a política ser localizada e não globalizada, como a economia.
Confira abaixo a entrevista concedida pelo especialista ao Terra:
No Brasil, há uma onda de descrédito da classe política e as críticas, na maioria das vezes, não citam que esses representantes são escolhidos pelo povo. Por que o eleitor se exime dessa responsabilidade?
Os políticos são a cara do povo, por mais que não gostemos de nos ver espelhados assim. Eles representam as classes dirigentes, os industriais, os banqueiros, os intelectuais, os operários, os agricultores, a juventude, os homens e as mulheres. Essa "cara do povo", que inclui a mentira e a corrupção, não é a cara do outro, mas é a "cara" de nós mesmos, a "cara" de uma coletividade. Por isso, de certa maneira, a crítica aos políticos deveria servir para uma auto-avaliação, o que normalmente não é feito.
Se os políticos refletem o cidadão brasileiro, as pessoas se sentem "absolvidas" para agirem igual a eles no cotidiano?
E isso é refletido em que atitude?
Pesquisa recente indica que boa parcela da população brasileira diz que agiria da mesma maneira (dos políticos) se tivesse cargo público, ou seja, cuidaria dos interesses privados. A atitude de muitos políticos estaria reproduzindo a falta de espírito ou interesse público da população. E isso também se revela no hábito arraigado de "tirar vantagem em tudo", no descumprimento de tantas normas no comportamento público, a começar pela sonegação de impostos, pela busca de auxílio do Estado e dos políticos quando se precisa de um favor ou de um privilégio.
No entanto, tal atitude de políticos não se torna correta ou legítima simplesmente porque a população age da mesma forma. Como nem tudo o que é legal é moralmente correto, é importante entender o que está acontecendo para evitar o julgamento imediato e dizer que toda a política e todos os políticos são maus do ponto de vista ético e que o cidadão é passivo ou bom em tudo o que faz.
É evidente que os homens e mulheres públicos devem ser os primeiros encarregados para que o interesse público prevaleça sobre o privado e não o contrário. Por isso, neste caso, o maior erro legal e moral é dos políticos. É ruim ficar sem saída neste círculo historicamente vicioso. É importante que alguém tenha a ousadia e a coragem de quebrar a lógica dominante.
Partindo do pressuposto que o voto também é um tipo de opinião pública, assim como a expressa pela imprensa, por que o eleitor (re) elege candidatos envolvidos em escândalos ou denúncias?
A mídia nem sempre representa de modo fiel a opinião pública, pois é plural e humana. Se fosse única e se a opinião da mídia representasse fielmente a opinião da maioria da população, só seriam eleitos os políticos com comportamentos e propostas defendidos pela imprensa.
Infelizmente, a mídia não representa a opinião pública na sua totalidade. Se representasse, estaríamos presumivelmente melhores do ponto de vista político. Por outro lado, devemos admitir que a opinião pública expressa na mídia é poderosa. Leva políticos a se preocupar em se pronunciar publicamente, para se defender ou pedir desculpas.
A opinião pública expressa em cada eleição é marcada pelo predomínio de interesses privados (do eleitor), fazendo com que tenhamos políticos mais preocupados com interesses privados do que com interesse público. É por isso que elegemos candidatos envolvidos em escândalos e é por isso que os reelegemos. É uma constatação, não um juízo de valor. Não se muda a política, portanto, sem mudar ao mesmo tempo a sociedade.
O deputado Sérgio Moraes (PTB-RS), relator do caso do deputado do castelo, Edmar Moreira (sem partido-MG), e que foi vereador e prefeito de Santa Cruz do Sul (RS), deputado estadual, e, agora, deputado federal, disse que está se lixando para a imprensa e a opinião pública.
Esse é um sentimento comum no meio político?
Não dar importância à opinião pública, expressa pela mídia, é raro. Por isso mesmo, os políticos se sentem obrigados a dar explicações ou se defender. Infelizmente, é difícil ver algum deles reconhecendo um erro. E também não é óbvio dizer que a mídia sempre expressa o bem e sempre diz a verdade. A atitude do deputado tornou-se muito cínica. Ele defende que não é preciso se parecer honesto e que não é problema ser e parecer desonesto, contanto que se encontre um jeito de ser aprovado no dia da eleição.
O Congresso está numa crise de funcionalidade e legitimidade. Qual é a atual crise da sociedade?
Um aspecto desta crise está no fato de que a política é cada vez mais menosprezada em favor de nossos interesses privados ou particulares, ou então, em favor dos nossos interesses econômicos. Não há apenas uma crise de políticos, mas de política. Os Estados deixaram de ser tão importantes, embora ainda sejam os atores políticos por excelência. A economia é global, os problemas são globais, mas a política não consegue ser global, continuando local e nacional. Por esse motivo, há uma dificuldade crescente na legitimidade do exercício do poder político.
O Congresso conseguirá avançar e votar ainda neste ano a reforma política?
É lastimável que se pense em mudar a legislação, alterar as regras gerais da política, quando aparece mais um escândalo. As leis só são decisivas quando de fato se tornam leis, impedindo as exceções, impedindo os privilégios, impedindo, portanto, a impunidade.
Pode ser que aconteça algum avanço com uma reforma política parcial, mas não é a garantia da melhor reforma possível, por ser feita sem um desejado debate público, mas somente entre os políticos sediados em Brasília.
Como acredita que os eleitores receberiam a aprovação do voto fechado, uma das possibilidades da reforma política que está sendo discutida no Congresso?
Haveria certamente cidadãos ou instituições que financiam campanhas que não gostariam da idéia, pois perderiam a garantia de negociação com o candidato. Estamos muito acostumados a defender que se deve votar em pessoas e não em projetos de sociedade representados pelos partidos. O voto fechado tem a pretensão de fortalecer as legenda e isso é bom.
Se o partido ficar responsável por escolher os candidatos em lista preferencial, é necessário que haja fidelidade partidária, ou seja, que todo o eleito perca automaticamente o mandato quando mudar de partido durante o exercício. Se isso acontecer, o segundo candidato mais votado na lista fechada deveria assumir o cargo.
Que benefício traria para a sociedade a aprovação do financiamento público de campanha, a outra proposta discutida na reforma política?
Essa regra existe em muitos países, sobretudo em países considerados mais maduros, e poderá, sem dúvidas, gerar mais controle sobre o uso do dinheiro na campanha eleitoral. A medida também poderá aumentar as possibilidades da criação de partidos mais consolidados, dificultando o surgimento de propostas, às vezes tresloucadas. Mas esta também não será uma regra mágica que sozinha melhorará a política brasileira.
Como avalia uma mudança mais profunda nas regras do jogo eleitoral, viabilizando o pleito de um terceiro mandato pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva?
Como cidadão, não aceito isso, independente de quem seja o candidato. Não desejo que continuemos mudando a legislação toda vez que queremos mudar ou manter algo. Um estado de direito deve ter estabilidade. Também não creio muito na possibilidade de mais uma reeleição para o presidente Lula e nem que haja esta pretensão por parte dos governantes. Talvez isso seja pretensão de alguns partidários. O terceiro mandato seria muito lastimável do ponto de vista democrático e político.
Redação Terra.
COMENTO:
O que muita gente não vê ou não quer falar.
A corrupção está entranhada na culura nacional, virou um modo de viver.
O interesse individual está acima do coletivo.
Temos muito o que evoluir.
Em vez de pensar em cotas raciais é melhor reformular todo o ensino público pois sem educação não se mudará comportamento.Mudar comportamento leva décadas e só estamos perdendo tempo.
Para mudar política, só mudando sociedade, diz especialista
30 de maio de 2009.
Fabiana Leal
Direto de Porto Alegre
Os políticos brasileiros são "a cara do povo" e isso incomoda a população, que não quer se ver espelhada em seus eleitos. A opinião é do professor Selvino Assmann, docente de Filosofia Política na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). "A 'cara do povo', que inclui a mentira e a corrupção, não é a 'cara do outro', mas é a 'cara' de nós mesmos", afirma. Para Assmann, os eleitores votam pensando em seus interesses privados e, com isso, elegem políticos com a mesma lógica de conduta. Segundo ele, para mudar a política, só mudando a sociedade.
Para o professor, é errado dizer que todos os políticos são eticamente maus, e que o cidadão é sempre passivo. Segundo ele, o Brasil enfrenta também uma crise na qual os Estados deixaram de ser tão importantes, embora ainda sejam os "atores políticos por excelência". A dificuldade na legitimidade do poder deve-se, de acordo com ele, ao fato de a política ser localizada e não globalizada, como a economia.
Confira abaixo a entrevista concedida pelo especialista ao Terra:
No Brasil, há uma onda de descrédito da classe política e as críticas, na maioria das vezes, não citam que esses representantes são escolhidos pelo povo. Por que o eleitor se exime dessa responsabilidade?
Os políticos são a cara do povo, por mais que não gostemos de nos ver espelhados assim. Eles representam as classes dirigentes, os industriais, os banqueiros, os intelectuais, os operários, os agricultores, a juventude, os homens e as mulheres. Essa "cara do povo", que inclui a mentira e a corrupção, não é a cara do outro, mas é a "cara" de nós mesmos, a "cara" de uma coletividade. Por isso, de certa maneira, a crítica aos políticos deveria servir para uma auto-avaliação, o que normalmente não é feito.
Se os políticos refletem o cidadão brasileiro, as pessoas se sentem "absolvidas" para agirem igual a eles no cotidiano?
E isso é refletido em que atitude?
Pesquisa recente indica que boa parcela da população brasileira diz que agiria da mesma maneira (dos políticos) se tivesse cargo público, ou seja, cuidaria dos interesses privados. A atitude de muitos políticos estaria reproduzindo a falta de espírito ou interesse público da população. E isso também se revela no hábito arraigado de "tirar vantagem em tudo", no descumprimento de tantas normas no comportamento público, a começar pela sonegação de impostos, pela busca de auxílio do Estado e dos políticos quando se precisa de um favor ou de um privilégio.
No entanto, tal atitude de políticos não se torna correta ou legítima simplesmente porque a população age da mesma forma. Como nem tudo o que é legal é moralmente correto, é importante entender o que está acontecendo para evitar o julgamento imediato e dizer que toda a política e todos os políticos são maus do ponto de vista ético e que o cidadão é passivo ou bom em tudo o que faz.
É evidente que os homens e mulheres públicos devem ser os primeiros encarregados para que o interesse público prevaleça sobre o privado e não o contrário. Por isso, neste caso, o maior erro legal e moral é dos políticos. É ruim ficar sem saída neste círculo historicamente vicioso. É importante que alguém tenha a ousadia e a coragem de quebrar a lógica dominante.
Partindo do pressuposto que o voto também é um tipo de opinião pública, assim como a expressa pela imprensa, por que o eleitor (re) elege candidatos envolvidos em escândalos ou denúncias?
A mídia nem sempre representa de modo fiel a opinião pública, pois é plural e humana. Se fosse única e se a opinião da mídia representasse fielmente a opinião da maioria da população, só seriam eleitos os políticos com comportamentos e propostas defendidos pela imprensa.
Infelizmente, a mídia não representa a opinião pública na sua totalidade. Se representasse, estaríamos presumivelmente melhores do ponto de vista político. Por outro lado, devemos admitir que a opinião pública expressa na mídia é poderosa. Leva políticos a se preocupar em se pronunciar publicamente, para se defender ou pedir desculpas.
A opinião pública expressa em cada eleição é marcada pelo predomínio de interesses privados (do eleitor), fazendo com que tenhamos políticos mais preocupados com interesses privados do que com interesse público. É por isso que elegemos candidatos envolvidos em escândalos e é por isso que os reelegemos. É uma constatação, não um juízo de valor. Não se muda a política, portanto, sem mudar ao mesmo tempo a sociedade.
O deputado Sérgio Moraes (PTB-RS), relator do caso do deputado do castelo, Edmar Moreira (sem partido-MG), e que foi vereador e prefeito de Santa Cruz do Sul (RS), deputado estadual, e, agora, deputado federal, disse que está se lixando para a imprensa e a opinião pública.
Esse é um sentimento comum no meio político?
Não dar importância à opinião pública, expressa pela mídia, é raro. Por isso mesmo, os políticos se sentem obrigados a dar explicações ou se defender. Infelizmente, é difícil ver algum deles reconhecendo um erro. E também não é óbvio dizer que a mídia sempre expressa o bem e sempre diz a verdade. A atitude do deputado tornou-se muito cínica. Ele defende que não é preciso se parecer honesto e que não é problema ser e parecer desonesto, contanto que se encontre um jeito de ser aprovado no dia da eleição.
O Congresso está numa crise de funcionalidade e legitimidade. Qual é a atual crise da sociedade?
Um aspecto desta crise está no fato de que a política é cada vez mais menosprezada em favor de nossos interesses privados ou particulares, ou então, em favor dos nossos interesses econômicos. Não há apenas uma crise de políticos, mas de política. Os Estados deixaram de ser tão importantes, embora ainda sejam os atores políticos por excelência. A economia é global, os problemas são globais, mas a política não consegue ser global, continuando local e nacional. Por esse motivo, há uma dificuldade crescente na legitimidade do exercício do poder político.
O Congresso conseguirá avançar e votar ainda neste ano a reforma política?
É lastimável que se pense em mudar a legislação, alterar as regras gerais da política, quando aparece mais um escândalo. As leis só são decisivas quando de fato se tornam leis, impedindo as exceções, impedindo os privilégios, impedindo, portanto, a impunidade.
Pode ser que aconteça algum avanço com uma reforma política parcial, mas não é a garantia da melhor reforma possível, por ser feita sem um desejado debate público, mas somente entre os políticos sediados em Brasília.
Como acredita que os eleitores receberiam a aprovação do voto fechado, uma das possibilidades da reforma política que está sendo discutida no Congresso?
Haveria certamente cidadãos ou instituições que financiam campanhas que não gostariam da idéia, pois perderiam a garantia de negociação com o candidato. Estamos muito acostumados a defender que se deve votar em pessoas e não em projetos de sociedade representados pelos partidos. O voto fechado tem a pretensão de fortalecer as legenda e isso é bom.
Se o partido ficar responsável por escolher os candidatos em lista preferencial, é necessário que haja fidelidade partidária, ou seja, que todo o eleito perca automaticamente o mandato quando mudar de partido durante o exercício. Se isso acontecer, o segundo candidato mais votado na lista fechada deveria assumir o cargo.
Que benefício traria para a sociedade a aprovação do financiamento público de campanha, a outra proposta discutida na reforma política?
Essa regra existe em muitos países, sobretudo em países considerados mais maduros, e poderá, sem dúvidas, gerar mais controle sobre o uso do dinheiro na campanha eleitoral. A medida também poderá aumentar as possibilidades da criação de partidos mais consolidados, dificultando o surgimento de propostas, às vezes tresloucadas. Mas esta também não será uma regra mágica que sozinha melhorará a política brasileira.
Como avalia uma mudança mais profunda nas regras do jogo eleitoral, viabilizando o pleito de um terceiro mandato pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva?
Como cidadão, não aceito isso, independente de quem seja o candidato. Não desejo que continuemos mudando a legislação toda vez que queremos mudar ou manter algo. Um estado de direito deve ter estabilidade. Também não creio muito na possibilidade de mais uma reeleição para o presidente Lula e nem que haja esta pretensão por parte dos governantes. Talvez isso seja pretensão de alguns partidários. O terceiro mandato seria muito lastimável do ponto de vista democrático e político.
Redação Terra.
COMENTO:
O que muita gente não vê ou não quer falar.
A corrupção está entranhada na culura nacional, virou um modo de viver.
O interesse individual está acima do coletivo.
Temos muito o que evoluir.
Em vez de pensar em cotas raciais é melhor reformular todo o ensino público pois sem educação não se mudará comportamento.Mudar comportamento leva décadas e só estamos perdendo tempo.
sábado, 30 de maio de 2009
Política Externa
BANALIDADE DO MAL - por Maria Lucia V. Barbosamaio 29, 2009 @ 12:14 · Filed under ARTIGOS
Estaremos no fim de uma era? Essa pergunta não pretende uma interpretação milenarista de cunho profético ou religioso, que prevê catástrofes destruidoras da ordem vigente, a qual seria substituída por tempos de felicidade. Mesmo porque, dificilmente dá para imaginar um mundo onde o mal deixe de ser o locatário. Seja como for, não se pode deixar de constatar que o mal tem estado bastante ativo. Pior. Está se vivendo a banalidade do mal, expressão da filósofa judia, Hannah Arendt, que tomo emprestado.
Isto não é difícil de constatar, pois nessa época em que valores foram perdidos, os horrores da violência, da impiedade, da indiferença à vida, aumentaram substancialmente. Lideranças perniciosas manipulam a maioria incapaz de discernir sua própria ruína. Através de conceitos deturpados governos utilizam o “duplipensar”, termo criado por George Orwell em “1984”. Desse modo, despotismo passa por democracia. Populismo é visto como defesa dos interesses do povo. Arbitrariedades de toda espécie são apresentadas como exercício de soberania. Intoxicadas pela propaganda enganosa as massas louvam e cultuam personalidades equivocadas. Evolui no mundo o terrorismo que se alimenta do fanatismo religioso. Avoluma-se a corrupção nos meios governamentais e políticos estão se lixando para a opinião pública. Eles sabem que na verdade opinião pública inexiste. Mesmo porque, façam o que fizerem, são eleitos e reeleitos.
Se tudo é processo, foram gestadas nas mudanças mundiais figuras malignas, entre as quais se destacam Mahmoud Ahmadinejad, o fanático e despótico presidente do Irã, e Kim Jong-il, o tirano comunista da Coreia do Norte. Ahmadinejad, que nega o holocausto, tem como obsessão destruir Israel. E enquanto o presidente norte-americano, Barack Hussein Obama, prefere as luvas de pelica da diplomacia, Ahmadinejad, o odiento, avança em seu programa nuclear pondo em risco não só Israel, mas todo o mundo. Quanto ao ditador Kim Jong-il, deu demonstração de força ao realizar neste mês de maio seu segundo teste nuclear. Ele explodiu um artefato que pode ter potência comparável à bomba que os Estados Unidos lançaram em Hiroshima, em 1945. Isto além dos mísseis que vem lançando, o que põe em alerta especialmente a Coreia do Sul e o Japão. Um dos mísseis que fazem parte do arsenal da Coreia do Norte, o Taepodong, pode atingir o Alasca e o Havaí. Naturalmente tais atos desencadearam a reprovação mundial, inclusive, a do Conselho de Segurança (CS) da ONU. Até a China, que sustenta a miserável Coreia do Norte se posicionou contra as provocações do homenzinho.
O leitor pode indagar: o que o Brasil tem a ver com tais turbulências? Respondo que tem a ver com a banalização do mal. Isto porque, nossa política externa, comandada de fato por Marco Aurélio Garcia, tem demonstrado uma atração irresistível para o que não presta. Por exemplo, Ahmadinejad foi convidado a nos visitar mesmo após seu discurso violento contra Israel, pronunciado na conferência sobre racismo promovida pela ONU. Felizmente ele cancelou a vinda e pesaram para isso os protestos de judeus e de movimentos sociais contra a presença nefanda. Ahmadinejad deixou, por assim dizer, seu anfitrião e presidente da República, Lula da Silva, esperando no aeroporto. Kim, chamado de o “Grande Sol do século 20”, também merece a paixão de nossa diplomacia. Tanto é que pela primeira vez o Brasil poria uma embaixada na Coréia do Norte. O presidente Lula da Silva teve que recolher às pressas a tal embaixada, que ficou postergada para quando o tresloucado tirano, quem sabe, ficar mais calmo e parar de provocar o mundo do alto de seus sapatos de plataforma, tentativa de aumentar sua diminuta estatura.
Na ONU o Brasil vem consolidando a posição de poupar países acusados de violar direitos humanos, como a Coréia do Norte e o Congo. Tampouco menciona esses direitos em seus negócios com a China. E votou a favor de uma polêmica resolução na ONU que poupa críticas ao governo da Sri Lanka e evita investigação internacional sobre crimes de guerra. Estamos à beira de perder mais um cargo internacional, entre os muitos que já perdemos, diante da escolha do Itamaraty que recai sobre um egípcio antissemita para diretor da UNESCO, em detrimento de um brasileiro. Na América Latina existe um indisfarçável caso de amor entre Lula da Silva e seus admirados companheiros da esquerda caudilhista: Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correia, Fernando Lugo e o eterno ditador do Caribe, Fidel Castro. Na áfrica o presidente da República visita ditadores e pergunta como fazer para ficar tanto tempo no poder.
Para culminar, o terrorista e assassino italiano, Cesare Battisti, é nosso, sem possibilidade de extradição para a Itália. E, segundo Janio de Freitas, colunista da Folha de S. Paulo, em 26/05/09, “está preso no Brasil, sob sigilo rigoroso, um integrante da alta hierarquia do Al Qaeda, identificado como responsável pelo setor internacional da organização”. Posteriormente foi dito que o homem chamado apenas de K tinha sido solto e o ministro da Justiça, Tarso Genro, defensor da permanência de Battisti no Brasil, desmentiu o relacionamento de K com a organização terrorista. Será isso mesmo? Tudo é aceito com indiferença. Tudo está banalizado. Inclusive, o mal.
COMENTO:
Essa política externa do Brasil é equivocada e depois não se poderá reclamar dos resultados.
Venezuela se alia ao Irã, Hezbolah e Hamas.O que será que há por trás disso?Importará para nosso continente um conflito externo.
Aumentará o antisemitismo no continente.
Poderá haver uma corrida armamentista no continente.
O tráfico de drogas, contrabando de armas e lavagem de dinheiro associados a organizações terroristas se agravará.É fonte de financiamento para elas.
A aliança ddo Brasil com a Venezuela abrirá mais fronteiras para organizações terroristas.
Quando começar a ocorrer atentados no Brasil quem se responsabilizará?
O texto também mostra como os esquerdopatas deturpam conceitos e consequentemente a percepção da realidade por parte da população.Ainda mais no Brasil cujo sistema educacional é uma lástima.
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Estaremos no fim de uma era? Essa pergunta não pretende uma interpretação milenarista de cunho profético ou religioso, que prevê catástrofes destruidoras da ordem vigente, a qual seria substituída por tempos de felicidade. Mesmo porque, dificilmente dá para imaginar um mundo onde o mal deixe de ser o locatário. Seja como for, não se pode deixar de constatar que o mal tem estado bastante ativo. Pior. Está se vivendo a banalidade do mal, expressão da filósofa judia, Hannah Arendt, que tomo emprestado.
Isto não é difícil de constatar, pois nessa época em que valores foram perdidos, os horrores da violência, da impiedade, da indiferença à vida, aumentaram substancialmente. Lideranças perniciosas manipulam a maioria incapaz de discernir sua própria ruína. Através de conceitos deturpados governos utilizam o “duplipensar”, termo criado por George Orwell em “1984”. Desse modo, despotismo passa por democracia. Populismo é visto como defesa dos interesses do povo. Arbitrariedades de toda espécie são apresentadas como exercício de soberania. Intoxicadas pela propaganda enganosa as massas louvam e cultuam personalidades equivocadas. Evolui no mundo o terrorismo que se alimenta do fanatismo religioso. Avoluma-se a corrupção nos meios governamentais e políticos estão se lixando para a opinião pública. Eles sabem que na verdade opinião pública inexiste. Mesmo porque, façam o que fizerem, são eleitos e reeleitos.
Se tudo é processo, foram gestadas nas mudanças mundiais figuras malignas, entre as quais se destacam Mahmoud Ahmadinejad, o fanático e despótico presidente do Irã, e Kim Jong-il, o tirano comunista da Coreia do Norte. Ahmadinejad, que nega o holocausto, tem como obsessão destruir Israel. E enquanto o presidente norte-americano, Barack Hussein Obama, prefere as luvas de pelica da diplomacia, Ahmadinejad, o odiento, avança em seu programa nuclear pondo em risco não só Israel, mas todo o mundo. Quanto ao ditador Kim Jong-il, deu demonstração de força ao realizar neste mês de maio seu segundo teste nuclear. Ele explodiu um artefato que pode ter potência comparável à bomba que os Estados Unidos lançaram em Hiroshima, em 1945. Isto além dos mísseis que vem lançando, o que põe em alerta especialmente a Coreia do Sul e o Japão. Um dos mísseis que fazem parte do arsenal da Coreia do Norte, o Taepodong, pode atingir o Alasca e o Havaí. Naturalmente tais atos desencadearam a reprovação mundial, inclusive, a do Conselho de Segurança (CS) da ONU. Até a China, que sustenta a miserável Coreia do Norte se posicionou contra as provocações do homenzinho.
O leitor pode indagar: o que o Brasil tem a ver com tais turbulências? Respondo que tem a ver com a banalização do mal. Isto porque, nossa política externa, comandada de fato por Marco Aurélio Garcia, tem demonstrado uma atração irresistível para o que não presta. Por exemplo, Ahmadinejad foi convidado a nos visitar mesmo após seu discurso violento contra Israel, pronunciado na conferência sobre racismo promovida pela ONU. Felizmente ele cancelou a vinda e pesaram para isso os protestos de judeus e de movimentos sociais contra a presença nefanda. Ahmadinejad deixou, por assim dizer, seu anfitrião e presidente da República, Lula da Silva, esperando no aeroporto. Kim, chamado de o “Grande Sol do século 20”, também merece a paixão de nossa diplomacia. Tanto é que pela primeira vez o Brasil poria uma embaixada na Coréia do Norte. O presidente Lula da Silva teve que recolher às pressas a tal embaixada, que ficou postergada para quando o tresloucado tirano, quem sabe, ficar mais calmo e parar de provocar o mundo do alto de seus sapatos de plataforma, tentativa de aumentar sua diminuta estatura.
Na ONU o Brasil vem consolidando a posição de poupar países acusados de violar direitos humanos, como a Coréia do Norte e o Congo. Tampouco menciona esses direitos em seus negócios com a China. E votou a favor de uma polêmica resolução na ONU que poupa críticas ao governo da Sri Lanka e evita investigação internacional sobre crimes de guerra. Estamos à beira de perder mais um cargo internacional, entre os muitos que já perdemos, diante da escolha do Itamaraty que recai sobre um egípcio antissemita para diretor da UNESCO, em detrimento de um brasileiro. Na América Latina existe um indisfarçável caso de amor entre Lula da Silva e seus admirados companheiros da esquerda caudilhista: Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correia, Fernando Lugo e o eterno ditador do Caribe, Fidel Castro. Na áfrica o presidente da República visita ditadores e pergunta como fazer para ficar tanto tempo no poder.
Para culminar, o terrorista e assassino italiano, Cesare Battisti, é nosso, sem possibilidade de extradição para a Itália. E, segundo Janio de Freitas, colunista da Folha de S. Paulo, em 26/05/09, “está preso no Brasil, sob sigilo rigoroso, um integrante da alta hierarquia do Al Qaeda, identificado como responsável pelo setor internacional da organização”. Posteriormente foi dito que o homem chamado apenas de K tinha sido solto e o ministro da Justiça, Tarso Genro, defensor da permanência de Battisti no Brasil, desmentiu o relacionamento de K com a organização terrorista. Será isso mesmo? Tudo é aceito com indiferença. Tudo está banalizado. Inclusive, o mal.
COMENTO:
Essa política externa do Brasil é equivocada e depois não se poderá reclamar dos resultados.
Venezuela se alia ao Irã, Hezbolah e Hamas.O que será que há por trás disso?Importará para nosso continente um conflito externo.
Aumentará o antisemitismo no continente.
Poderá haver uma corrida armamentista no continente.
O tráfico de drogas, contrabando de armas e lavagem de dinheiro associados a organizações terroristas se agravará.É fonte de financiamento para elas.
A aliança ddo Brasil com a Venezuela abrirá mais fronteiras para organizações terroristas.
Quando começar a ocorrer atentados no Brasil quem se responsabilizará?
O texto também mostra como os esquerdopatas deturpam conceitos e consequentemente a percepção da realidade por parte da população.Ainda mais no Brasil cujo sistema educacional é uma lástima.
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sexta-feira, 29 de maio de 2009
E assim caminhamos
Ontem tivemos vários atentados terroristas no Paquistão,explodiram uma Mesquita no Irã próximo a fronteira do Paquistão com 30 mortos e a Coreia do Norte vai testando mísseis e bomba atômica.
A ONU vai condenar, continuaremos conversando e tudo continuará a mesma coisa.
Eu pergunto:- Hoje estamos mais seguros que alguns meses atrás?
E as manifestações contra esses atentados e a atitude da Coreia do Norte?Onde estão as ONGS, pacifistas, mídia?Ninguem vai dizer que é genocídio?
Sabem porque estão calados?É porque não é Israel que promove essas barbaridades.Mas com certeza vai aparecer algum desmiolado dizendo que a culpa é dos sionistas.
Os esquerdopatas entraram no sistema capitalista para destruí-lo por dentro usando como arma a imperfeição humana.Esquecem que eles mesmo podem ser vítimas pois atentados terroristas não distinguem ideologias e opiniões.Voce pode estar no meio de uma tragédia praticado por grupos que ajudou a construir e então se tornará um mártir.É o que voce quer?
Enquanto valorizarem a morte em detrimento da vida não haverá segurança.
A ONU vai condenar, continuaremos conversando e tudo continuará a mesma coisa.
Eu pergunto:- Hoje estamos mais seguros que alguns meses atrás?
E as manifestações contra esses atentados e a atitude da Coreia do Norte?Onde estão as ONGS, pacifistas, mídia?Ninguem vai dizer que é genocídio?
Sabem porque estão calados?É porque não é Israel que promove essas barbaridades.Mas com certeza vai aparecer algum desmiolado dizendo que a culpa é dos sionistas.
Os esquerdopatas entraram no sistema capitalista para destruí-lo por dentro usando como arma a imperfeição humana.Esquecem que eles mesmo podem ser vítimas pois atentados terroristas não distinguem ideologias e opiniões.Voce pode estar no meio de uma tragédia praticado por grupos que ajudou a construir e então se tornará um mártir.É o que voce quer?
Enquanto valorizarem a morte em detrimento da vida não haverá segurança.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Liberação da maconha.
Sou absolutamente contra.
É droga ilícita, que além de dependencia causa inúmeros problemas á saúde:síndrome amotivacional, surtos psicóticos, depressão entre outros.
Muitos que são favoráveis a sua liberação alegam que o alcool é muito mais nocivo e é liberado.É justamente esse o argumento para não liberação da maconha.Não vamos fazer com a maconha o que fizeram com o alcool.
É droga ilícita, que além de dependencia causa inúmeros problemas á saúde:síndrome amotivacional, surtos psicóticos, depressão entre outros.
Muitos que são favoráveis a sua liberação alegam que o alcool é muito mais nocivo e é liberado.É justamente esse o argumento para não liberação da maconha.Não vamos fazer com a maconha o que fizeram com o alcool.
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