domingo, 13 de setembro de 2009

Mais da velha Europa.

Saiu hoje no jornal O Globo excelente reportagem na página 35 com o seguinte título:
"O CONFLITO ENTRE INTERESSE E ÉTICA"
Trata-se de certas ações da Europa que demonstram a hipocrisia do velho continente:
1-Menciona a venda de armas da Inglaterra para a Indonésia criticada internacionalmente pelas atrocidades praticadas em Timor Leste
2-Mencina a libertação do terrorista líbio em troca de acordo comercial.
3-Menciona a venda de armas da França para o Chade e Angola na época da guerra civil.
Não esqueçamos do escandalo também envolvendo a ONU e o Iraque, a ação da Suiça na 2 guerra mundial.......
Seria bom a juventude europeia olhar para o próprio umbigo em vez de ficar fazendo manifestações anti-semitas.Ou será que é uma tática de fuga?

sábado, 12 de setembro de 2009

A velha Russia.

Tamanho do texto A A Chávez anuncia compra de mísseis russos
12/09 - 01:46, atualizada às 04:39 12/09 - BBC Brasil

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, anunciou nesta sexta-feira que o país vai receber em breve mísseis de fabricação russa com alcance de 300 quilômetros. "Em breve alguns foguetinhos estarão chegando.

E eles não falham", disse Chávez na capital venezuelana, Caracas, após voltar de uma viagem de 10 dias por países da África, Ásia e Europa, entre eles a Rússia.

Chávez disse que os mísseis são apenas para uso defensivo.

"Não vamos atacar ninguém, estes são apenas instrumentos de defesa, porque nós vamos defender nosso país de qualquer ameaça, venha de onde vier", afirmou.

Colômbia

Crítico feroz dos Estados Unidos, Chávez está envolvido em um impasse diplomático com a Colômbia devido a um acordo militar do país vizinho com o governo americano para a utilização de bases militares em território colombiano.

O presidente venezuelano não disse quantos mísseis encomendou à Rússia.

O governo russo vem estreitando seus laços com vários países latino-americanos, entre eles a Venezuela.

Em novembro, os dois países realizaram exercícios militares conjuntos no Mar do Caribe.

COMENTO:
É a velha Russia tentando voltar.Encontrou um bom parceiro no Hugo Chavez que vai provocar uma corrida armamentista na America Latina.É bom lembrar que a Russia vende armas para o Irã inclusive dá apoio na aquisição de tecnologia nuclear.
Por isso pergunto?O mundo está mais seguro com Barack Obama?

domingo, 6 de setembro de 2009

A ORIGEM DE NOSSA (I)MORALIDADE

Blog do David Bor
REFUSAL TO THINK THE WORST IS THE BEST WAY TO PERMIT THE WORST TO COME ABOUT. Reflexões e questões sobre a vida,política,religião,viagens,filosofia,sociologia,cinema,teatro, xadrez,sexo e qualquer coisa que pintar.

Domingo, 6 de Setembro de 2009
BRASIL DESFIBRADO
Mais um ótimo artigo de Maria Lucia Victor Barbosa, sempre presente no nosso blog pela qualidade e profundidade do que escreve. O livro que ela escreveu e que é citado vale a pena. Eu já li e recomendo. É um histórico do desenvolvimento da mentalidade dos países da América do Sul, que existe até hoje. Aproveitem!


Por conta de nossa formação histórica nunca tivemos uma mentalidade onde sobressaíssem valores que caracterizam certos povos. Quando a enorme colônia portuguesa foi dividida em capitanias hereditárias iniciou-se mais que uma divisão territorial uma cultura, cujos traços mais evidentes foram o individualismo, o autoritarismo, o patrimonialismo, o anticapitalismo.
Formaram-se naquelas sociedades dispersas traços culturais traduzidos em valores, atitudes, costumes, usos, tradições e comportamentos. Era uma maneira de ser, uma visão de mundo que definitivamente não incluía o sentido de pátria, nem o de espírito público, nem o de bem comum. No Brasil que aos poucos ia se moldando imperavam famílias patriarcais, em torno de cada uma gravitava um complexo clânico e uma massa de dependentes. Todos dependiam do senhor patriarcal e este foi a origem do poder personalizado que até hoje se cultua no Brasil. Dentro de suas circunstâncias este senhor subordinou os interesses gerais aos seu interesses particulares, exatamente o contrário do que existiu na formação de sociedades democráticas. Assim, desde o início, gerou-se no Brasil a sociedade desigual, onde a família e a clientela daquele senhor todo-poderoso se acomodaram de maneira passiva na dependência de um “pai” armado de castigo e recompensa.
Um longo estudo de nossa história seria impossível num pequeno artigo. Esse vôo mais longo eu tentei em um de meus livros, “América Latina – Em Busca do Paraíso Perdido”. Mas apenas como entendimento do presente a partir do passado, recordo que com a vinda da corte portuguesa, em 1808, instalaram-se de uma vez por todas no Brasil as características do velho Estado português. Como escreveu Raymundo Faoro em “Os Donos do Poder”: “os reis portugueses governaram o reino como a própria casa, não distinguindo o tesouro pessoal do patrimônio público”. E o Estado brasileiro nasceu também corrupto na medida em que para tudo se dependia dele, do seu excessivo quadro de funcionários, da morosidade típica do burocrata, correndo soltas as propinas para aligeirar licenças, fornecimentos, processos, despachos, etc. Em toda parte do desajeitado e ineficiente leviatã traficavam-se influências, negociava-se a coisa pública em proveito próprio.
Não se pode negar que o Brasil, em que pese manter seus contrastes regionais, suas disparidades de classes, em grande parte modernizou-se através de um processo de urbanização e industrialização. Estratos modernos se concentraram em centros urbanos mais adiantados, notadamente em São Paulo. Esse progresso, inclusive, provoca temor aos nossos vizinhos sul-americanos que nos vêem como imperialistas. Entretanto, persiste no país a mentalidade inicial, com agravantes que fazem parte da era de mediocridade, de vulgaridade, de ausência de valores, de decadência moral, intelectual e artísticas, traços que marcam a humanidade como um todo em que pese os grandes avanços científicos e tecnológicos alcançados no mundo de agora.
Impressiona observar um Brasil desfibrado nas cenas que se desenrolam no presente. Se sempre houve um poder centralizador, que a partir do Executivo subordinava o Legislativo e o Judiciário, o atual governo, “pai” armado de castigo e recompensa, interfere conforme seus interesses pessoais de poder no Congresso onde uma Câmara subalterna só faz o que seu “chefe” mandar. Se no Senado reside alguma oposição, posta em foco recentemente a figura de seu presidente lembrou tempos patriarcais, complexos clânicos, clientelas, abuso de poder, algo que como apontou José Sarney, não difere do comportamento da maioria de seus pares. Já o Judiciário, incluindo sua instância mais alta, segue a tradição da impunidade que premia os poderosos, percorre a trilha ilustrada pelo antigo ditado que se dizia nas colônias espanholas: “La ley se acata pero no se cumple. Sem medo de ser feliz, Antonio Palocci é alçado a candidato enquanto o caseiro mergulha nas trevas do esquecimento e das dificuldades.
Sem lei ficam desprotegidas as pessoas comuns, avança o estado de anarquia, fenece o Estado Democrático de Direito, deturpa-se a democracia, acentua-se o vale tudo da política onde apenas interessa o poder pelo poder. Quanto ao povo convertido em plebe é apenas mansa massa de manobra, anestesiada, tangida pela propaganda enganosa, pelo populismo, pelas ilusões do teatro de torpezas em que a política se aprofunda.
Já não se distingue mais quem comanda a Nação, se bandidos ou mocinhos, se narcotraficantes ou instituições e, significativamente, quando o presidente da República posa para a posteridade com um colar de folhas de coca e abraçado com um representante do “socialismo do século 21”, chega-se à triste conclusão de que fazemos parte de um Brasil desfibrado. Pior, desfibrado por nossa complacência, por nossa aquiescência, por nossa cumplicidade. Não é emblemático que o povo fique sempre do lado dos bandidos e não dos policiais?

Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga

COMENTO:
Está aí uma boa parte da origem do pensamento nacional que se observa em todas as instituições brasileiras,nas famílias, na sociedade civil organizada......
Como mudar?Só através da educação, da introdução de valores morais na escola e seio familiar.Não tem outro caminho.Os resultados?Talvez daqui há 20anos se começar já.

sábado, 5 de setembro de 2009

A realidade e a esquerda sobre Israel e a paz

Artigo retirado do site www.deolhonamidia.org.br

O TEXTO É GRANDE MAS MUITO ILUSTRATIVO.MOSTRA COMO A IDEOLOGIA DETURPA A REALIDADE.


Deve haver alguma coisa no ar no último mês: dois proeminentes esquerdistas reconheceram publicamente a existência de problemas fundamentais com o “processo de paz”, que tornam um acordo impossível se não forem resolvidos.

Aluf Benn, o correspondente diplomatico do Haaretz, mencionou um problema na sua coluna de 7 de agosto, ao descrever uma conversa com um “diplomata europeu de primeiro escalão”. Benn fez uma pergunta simples: De que maneira o acordo beneficiaria os israelenses comuns? O diplomata ficou perplexo. Não era óbvio? Seria criado o estado palestino! Depois do comentário de Benn no sentido de que a maioria dos israelenses se preocupa muito pouco com os palestinos, pois o que eles querem saber é como a paz poderia beneficiá-los, o diplomata tentou de novo: “O terrorismo terminará”. “Não me faça rir”, respondeu Benn.

Quando o Exército de Defesa de Israel se retirou de partes da Margem Ocidental e de Gaza, no âmbito dos Acordos de Oslo, homens-bomba suicidas se explodiram em cidades israelenses. Quando se retirou completamente de Gaza, foi bombardeado com foguetes no Neguev. Mas os homens bomba não mais se explodiram depois que o exército reocupou a Margem Ocidental e os foguetes pararam depois da operação de janeiro em Gaza. Resumindo, o exército israelense fez um trabalho muito melhor para obter a “paz” como os israelenses a entendem — isto é, não ser assassinados — do que o “processo de paz”.

A normalização com o mundo árabe também atrai muito pouco, assinalou Benn; a maioria dos israelenses “não têm uma vontade incontrolável de voar pela El Al através do espaço aéreo da Arábia Saudita nem de visitar as regiões turísticas do Marrocos”. E os aspectos negativos do acordo — financiar a evacuação de dezenas de milhares de assentados (“colonos”) e a “perspectiva assustadora de divisões internas violentas” são concretos.

A conclusão de Benn acerca da conversa foi chocante: até agora, a comunidade internacional jamais pensou sobre como um acordo poderia beneficiar os israelenses; isso foi considerado sem importância.

Mas, observou ele, para persuadir os israelenses a apoiar um acordo, o mundo teria que começar a pensar nisso. Porque os israelenses já têm o que mais querem, “paz e tranqüilidade”, e não desejam arriscá-los por outra “aventura diplomática cujas possibilidades de êxito são mínimas e cujos perigos são formidáveis”.

Uma semana depois, o professor Carlo Strenger — um esquerdista veterano que, como ele mesmo escreveu, pensa que “a ocupação tem que acabar tão rapidamente quanto possível” — assinalou a existência de um segundo problema em sua coluna semi-regular do Haaretz. Pensando nas razões pelas quais a esquerda israelense praticamente desapareceu, ele concluiu que isso aconteceu porque os esquerdistas “falharam em fornecer um retrato realista do conflito com os palestinos”.

Durante anos, ele observou, os esquerdistas proclamaram que um acordo com os palestinos iria produzir “paz agora”. Em vez disso, a Autoridade Palestina “educou suas crianças com manuais violentamente anti-israelenses e muitas vezes diretamente anti-semitas”, além de ter falhado em prevenir (ou talvez até mesmo tenha incentivado) o envio de homens bomba suicidas em 1996, bem como sabotado as negociações sobre o estatuto final de 2000 e 2001, e promovido a segunda intifada.

Mas em vez de admitir o seu erro em acreditar que retiradas de territórios trariam a paz, escreve Strenger, a esquerda culpou Israel: Os homens bomba de 1996 se explodiram “porque o processo de Oslo foi muito lento”; as conversações falharam porque as ofertas israelenses foram insuficientes; a segunda intifada começou porque Ariel Sharon visitou o Monte do Templo.

Resumindo, a esquerda adotou duas premissas falsas:

Primeiro, “qualquer declaração ou ação agressiva ou destrutiva feita por um grupo não ocidental deve ser explicada pela dominação ou pela opressão ocidental”, portanto “eles não são responsáveis por seus atos”.

Segundo, “se você é gentil com as pessoas, todos os conflitos desaparecerão”; outras motivações humanas básicas, como o desejo por “domínio, poder e... auto-respeito”,são irrelevantes.

Strenger concluiu que se a esquerda, “quiser recuperar alguma credibilidade e convencer os eleitores de que tem um papel a desempenhar, precisa dar à população um retrato razoável da realidade”.

Mas o mesmo poderia ser dito da comunidade internacional, que tem atribuído todos os fracassos do processo de paz a ações israelenses: a construção de assentamentos, “força excessiva”: contra o terror palestino, concessões insuficientes, etc.

Embora Benn e Strenger estejam ostensivamente tratando de questões diferentes, as mesmas estão intimamente relacionadas. Os esquerdistas reforçaram o hábito ocidental de culpar Israel por cada fracasso, porque eles são os únicos israelenses que os políticos e jornalistas ocidentais levam a sério. E esse hábito contribuiu em grande medida para que a maioria dos israelenses veja o processo de paz pelo prisma do puro sofrimento, sem qualquer ganho compensatório.

Primeiramente, já que o mundo tem debitado todo o ônus a Israel, os palestinos não se sentem pressionados a corrigir o seu comportamento, quer seja no sentido de parar com o terror ou no sentido de fazer concessões relativas a questões que são vitais para os israelenses, no âmbito do estatuto final. Israel tem aumentado as suas ofertas nos últimos 16 anos, mas os palestinos ainda não se moveram uma polegada. Não apenas eles não desistem do direito de retorno, mas também se recusam até mesmo a reconhecer a conexão histórica dos judeus com esta terra.

Em segundo lugar, se os israelenses se importam muito pouco com as relações com o mundo árabe, eles se preocupam bastante com suas relações com o ocidente. Portanto, um atrativo importante do processo de paz é a perspectiva de melhorar esse vínculo.
Em vez disso, a situação de Israel, especialmente na Europa, decaiu desde 1993. Os europeus agora consideram Israel como a maior ameaça à paz mundial. A violência anti-semita na Europa tem aumentado. Esquerdistas europeus e americanos rotineiramente negam a Israel o direito à existência, e pedidos de sanções e boicotes estão ganhando popularidade. Tudo isso seria impensável há 16 anos atrás.

E esta queda livre no estatuto de Israel está diretamente ligada ao fato de que sempre que alguma coisa vai mal com o processo de paz, a maioria dos ocidentais culpa Israel. Efetivamente, o fato de que Washington (pré Barack Obama) era a única exceção a esta regra é uma boa explicação para entender porque o nome de Israel permanece valorizado na América.

Devido a que esta resposta automática permaneceu imutável durante 16 anos, os israelenses estão agora convencidos de que ela continuará inalterada mesmo depois que um acordo final for assinado. A partir do momento em que os palestinos expressarem uma nova demanda após o acordo, ou se engajarem em terror anti-israelense, o ocidente insistirá que Israel aceda à demanda ou evite responder ao terror. E Israel será vituperado se não o fizer. Resumidamente, Israel deverá arcar com todas as concessões exigidas pelo acordo e ainda assim verá seu relacionamento com o ocidente deteriorar-se.

O ponto principal abordado tanto por Benn como por Strenger é que nenhum acordo de paz será possível a menos que tanto o ocidente como a esquerda israelense alterem radicalmente o seu comportamento. Mas a pergunta do milhão de dólares é se alguém que pertença a qualquer um desses setores tem condições de percebê-lo.

sábado, 29 de agosto de 2009

A paz e o valor da vida

« NÃO, OBRIGADO!O TEATRO INFANTIL DA CRUELDADE
By Luiz Nazario

Casamento pedófilo em massa ou desfile dos noivos com as damas de honra irmãs menores das noivas?

O site De Olho na Mídia reproduziu a 27/08/2009 a denúncia de Paul Williams postada em The Last Crusade a 07/08/2009 sobre o “casamento pedófilo em massa” em Gaza como “furo” mundial e nacional. Mas, a bem da verdade, antes de The Last Crusade e de De Olho na Mídia, o caso foi postado a 02/08/2009 pelo anônimo “The Eye” em Road 90 e a 04/08/2009 neste blog, com o link para o impressivo vídeo que justificou a denúncia, também postado em We Jew.

A propósito do caso em pauta, num informe postado a 04/08/2009 no site World Net Daily, porta-vozes do Hamas, entrevistados por Aaron Klein, negaram com veemência que as 450 meninas vestidas de noiva que aparecem nas imagens supostamente manipuladas do evento que a organização terrorista democraticamente eleita promoveu a 29/07/2009 fossem as verdadeiras noivas. As meninas seriam as irmãs menores das noivas, as pequenas “damas de honra”, que tradicionalmente se vestiriam daquela maneira, isto é, exatamente como as noivas.

Contudo, para refutar a suposta “calúnia”, ou seja, a manipulação das imagens do casamento em massa (evento em si mesmo monstruoso, e politizado, como se pode ver pelas bandeiras ostentadas), o Hamas precisaria apresentar as imagens das “verdadeiras” noivas que se casaram na ocasião. Nenhuma noiva adulta é vista nos arredores. Estavam escondidas das câmaras? Chegaram depois da festa? É ainda notável que as 450 noivas possuam 450 irmãs menores… De qualquer forma, o mundo aguarda ansioso o tradicional álbum de fotografias dos casais adultos do enlace massivo como definitiva contraprova das imagens das noivas-meninas que circulam na internet, nos blogs, no YouTube, chocando a todos: seria um alívio para o mundo civilizado e suas organizações humanitárias que sutentam a causa palestina saber que aquelas 450 meninas não foram abusadas por 450 milicianos do Hamas…

Por outro lado, o abuso das crianças palestinas tem sido a regra sob as sucessivas lideranças da Autoridade Palestina. Somos assolados pela quantidade de notícias assombrosas que revelam como a infância tem sido violentada pelas autoridades palestinas com o consentimento de suas famílias e a complacência das organizações de Direitos Humanos, da ONU, da UNICEF. As crianças palestinas não cessam de ser educadas para a morte, seus corações e mentes continuam, a despeito dos protestos, sendo envenenados por injeções massivas de ódio racial e de ódio político. Nem mesmo na Alemanha nazista a doutrinação das crianças foi tão penetrante.

O Intelligence and Terrorism Information Center postou recentemente imagens de um grupo de crianças de jardim de infância carregando armas de plástico, um modelo do Domo da Rocha em Jerusalém e bandeiras palestinas numa performance de “dança da vitória” sobre “cadáveres de soldados do Exército de Israel” interpretados por outras crianças, em evento organizado a 3 de junho de 2009 pela Sociedade Dar al-Huda no Rashad al-Shawa Center, em Gaza. Os familiares das crianças assistem orgulhosos à pecinha, “como uma produção escolar de Cinderella, apenas genocida”, observou Omri Ceren, do blog Mere Rhetoric, que reproduziu a notícia. Enfim, nada é impossível na “República de Salò” montada em Gaza, sob a Administração do Hamas – nem mesmo esse espantoso teatro infantil da crueldade:

COMENTO;
ENQUANTO SE GLORIFICAR A MORTE E NÃO SE VALORIZAR A VIDA NÃO TEREMOS PAZ.
UM TRATADO DE PAZ NO ORIENTE MÉDIO DEVE INCLUIR MODIFICAÇÕES NA EDUCAÇÃO DESTAS CRIANÇAS SENÃO O ÓDIO SE PERPETUARÁ INDEFINIDAMENTE RESULTANDO EM MAIS VIOLÊNCIA.

O mundo está mais seguro?

Tamanho do texto A A Embarcação com armas da Coreia do Norte para o Irã é capturada
28/08 - 20:28 - Redação com EFE

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"Os Emirados Árabes Unidos enviaram uma carta ao comitê de sanções do Conselho de Segurança das Nações Unidas, datada do dia 14 de agosto, na qual informava sobre a captura de uma embarcação norte-coreana dirigida ao Irã", explicaram as citadas fontes.

Acrescentaram que a embarcação continha "lança-granadas e munição" e que o objeto da captura "viola a proibição de que a Coreia do Norte comercie armas com outros países", explicaram as mesmas fontes, sobre a resolução aprovada pelo Conselho de Segurança da ONU em 2006, sobre a Coreia do Norte.

"Isto é uma prova de que as sanções estão funcionando", acrescentaram.

O Conselho de Segurança da ONU aprovou em 12 de junho deste ano uma nova resolução contra o regime norte-coreano que amplia o embargo de armas e o bloqueio de ativos à Coreia do Norte, além de autorizar a inspeção de navios e aviões suspeitos de transportar armamento de e para Pyongyang

COMENTO:
O MUNDO HOJE ESTÁ MAIS SEGURO COM BARACK OBAMA?

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Política e orgãos técnicos

O caso da Receita Federal é mais um expemplo de como a política destrói os orgãos públicos de caráter técnico.
O aparelhamento político-partidário e o compromisso dos nomeados com o mandante tem sido uma verdadeira praga neste país.Estão transformando orgãos técnicos em colchas de retalho.
Enquanto isso no Senado Federal a palhaçada continua.
Quando Sarney viu o cartão do Suplicy logo perguntou se era de crédito ou de débito.
Como diz Boris Casoy ISTO É UMA VERGONHA