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» 1.2.2010Esportes | Brasil | Mundo | Economia | Blogs - Opinião | Cultura e Diversão | Tecnologia | Educação | Multimídia Home > Mundo > Notícia Tamanho do texto A A Mulher-bomba deixa 41 mortos e 106 feridos no Iraque
01/02 - 09:11 - iG São Paulo
Um ataque de uma mulher-bomba contra peregrinos xiitas deixou nesta segunda-feira pelo menos 41 mortos e 106 feridos no norte de Bagdá.
Segundo o Ministério do Interior, a terrorista detonou os explosivos que carregava junto ao corpo ao lado de um grupo de xiitas no bairro de Bab al-Sham, onde participavam das comemorações do Arbain, que marca o fim dos 40 dias de luto guardados pela morte do imã Hussein.
"O balanço mais recente é de 41 mortos e 106 feridos no ataque, que foi executado por uma mulher-bomba", afirmou uma fonte ministerial, que destacou a presença de muitas crianças e mulheres entre as vítimas. O ataque ocorreu durante uma etapa na peregrinação na qual os viajantes recebem bebidas.
Alguns feridos estão em estado grave, afirmaram as fontes, que não descartaram a possibilidade de que o número de vítimas aumente.
Nos últimos dias, centenas de milhares de fiéis xiitas vêm de diferentes partes do Iraque para a cidade de Karbala, a 110 quilômetros ao sul de Bagdá, para participar da festa do Arbain.
Em 5 de fevereiro celebrarão o 40º dia da morte de Hussein, neto de Maomé e filho de Ali, morto no ano 680 pelas tropas do califa Yazid em uma batalha no deserto de Kerbala.
No domingo, três caravanas xiitas que deixavam Bagdá rumo a Karbala foram atacadas, deixando dez feridos, segundo o Ministério do Interior.
As mortes violentas no Iraque em janeiro chegaram a 196, praticamente a mesma quantidade registrada em janeiro de 2009 (191), segundo dados oficiais anunciados no domingo.
COMENTO:
Gostaria de saber quem vai se manifestar em público contra mais esse ato insano.Mulher matando mulheres e crianças.
Será que vai ter alguma ONG fazendo protesto?Será que alguma entidade muçulmana vai declarar em público que repudia tais atos?
O que a imprensa vai falar?Ou vai só apresentar o fato?
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
domingo, 31 de janeiro de 2010
Para reflexão
Conhecimento não ocupa espaço e já foi dito que "quem não tem visão histórica do passado tem visão histérica do futuro". Para não enlouquecer, o homem de bem busca os fatos e assim consegue sua "liberdade através da eterna vigilância
COMENTO:
Como digo sempre.Estudem, analisem e tirem suas conclusões.
COMENTO:
Como digo sempre.Estudem, analisem e tirem suas conclusões.
Liderança
Larry Bossidy e Ram Charan
Veja como melhorar o seu desempenho.
Uma organização só tem um bom desempenho quando o líder se dedica a ela de corpo e alma. Liderar é mais do que pensar grande ou ficar de conversa com investidores e legisladores. O líder tem de estar pessoalmente e profundamente ligado à empresa. O sucesso exige ampla compreensão da organização, dos funcionários e do ambiente. Somente o líder está em posição de alcançar tal compreensão. E somente ele pode fazer acontecer, por seu envolvimento pessoal na substância e mesmo nos detalhes do desempenho.
O líder deve assumir a responsabilidade de fazer as coisas acontecerem administrando três processos principais: a escolha de outros líderes, a determinação da orientação estratégica e a condução das operações. Essas ações são a substância do desempenho, e o líder não pode passá-las adiante.
O que faz um líder? Os comportamentos essenciais são sete:
1. Conheça o pessoal e a empresa..
2. Insista no realismo..
3. Estabeleça claramente metas e prioridades
4. Empenhe-se. Metas claras e simples não têm valor algum se não forem levadas a sério.
5. Recompense quem faz
6. Use processos de coaching para expandir capacidades..
7. Conheça-se.
A fortaleza emocional vem da auto descoberta e da autoconfiança. Bons líderes aproveitam seus pontos fortes e, enquanto expandem as próprias capacidades, ajudam os membros da equipe a produzir resultados.
Larry Bossidy é presidente e foi CEO da Honeywell International, líder do setor de fabricação e tecnologia incluída na Fortune 100.
Ram Charan é consultor muito procurado por CEOs e executivos seniores. Este artigo foi adaptado do livro Execution (Crown), de autoria dos dois.
AÇÃO: Desenvolva a sua fortaleza emocional
COMENTO;
São as pessoas que fazem a diferença.A tecnologia é apenas um instrumento de trabalho.
Veja no seu trabalho.As características acima estão presentes nos seus superiores?Observe, analise, estude e tire suas conclusões.
Eu acrescentaria mais alguns itens a lista acima:
1- Aceite as deficiências dos outros mas estimule-os a estudar
2-Saber ouvir e perdoar.
3-Respeitar as opiniões contrárias.Analise-as e veja se não tem fundamento.
4-Não se julgue o melhor de todos.
5-Pratique a humildade, a paciencia e a indulgencia.
Veja como melhorar o seu desempenho.
Uma organização só tem um bom desempenho quando o líder se dedica a ela de corpo e alma. Liderar é mais do que pensar grande ou ficar de conversa com investidores e legisladores. O líder tem de estar pessoalmente e profundamente ligado à empresa. O sucesso exige ampla compreensão da organização, dos funcionários e do ambiente. Somente o líder está em posição de alcançar tal compreensão. E somente ele pode fazer acontecer, por seu envolvimento pessoal na substância e mesmo nos detalhes do desempenho.
O líder deve assumir a responsabilidade de fazer as coisas acontecerem administrando três processos principais: a escolha de outros líderes, a determinação da orientação estratégica e a condução das operações. Essas ações são a substância do desempenho, e o líder não pode passá-las adiante.
O que faz um líder? Os comportamentos essenciais são sete:
1. Conheça o pessoal e a empresa..
2. Insista no realismo..
3. Estabeleça claramente metas e prioridades
4. Empenhe-se. Metas claras e simples não têm valor algum se não forem levadas a sério.
5. Recompense quem faz
6. Use processos de coaching para expandir capacidades..
7. Conheça-se.
A fortaleza emocional vem da auto descoberta e da autoconfiança. Bons líderes aproveitam seus pontos fortes e, enquanto expandem as próprias capacidades, ajudam os membros da equipe a produzir resultados.
Larry Bossidy é presidente e foi CEO da Honeywell International, líder do setor de fabricação e tecnologia incluída na Fortune 100.
Ram Charan é consultor muito procurado por CEOs e executivos seniores. Este artigo foi adaptado do livro Execution (Crown), de autoria dos dois.
AÇÃO: Desenvolva a sua fortaleza emocional
COMENTO;
São as pessoas que fazem a diferença.A tecnologia é apenas um instrumento de trabalho.
Veja no seu trabalho.As características acima estão presentes nos seus superiores?Observe, analise, estude e tire suas conclusões.
Eu acrescentaria mais alguns itens a lista acima:
1- Aceite as deficiências dos outros mas estimule-os a estudar
2-Saber ouvir e perdoar.
3-Respeitar as opiniões contrárias.Analise-as e veja se não tem fundamento.
4-Não se julgue o melhor de todos.
5-Pratique a humildade, a paciencia e a indulgencia.
sábado, 30 de janeiro de 2010
Sobre honestidade
Gestão Empresarial e de Pessoas O BLOG DA KEYLA destina-se às lideranças que desejam aplicar a Gestão de Pessoas na sua empresa para alcançar os objetivos organizacionais.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Honestamente
“Se o desonesto soubesse das vantagens de ser honesto,
seria honesto por desonestidade” .
Aristóteles.
Há certo tempo venho me desapontando com a honestidade do povo brasileiro. Nossos representantes legais acham normal o caixa 2 e não consideram vergonha andar com dinheiro em cuecas. Mas como o próprio nome diz: eles são representantes.
A cultura brasileira do “me dei bem” tem representantes fortes, mas é apoiado por uma grande massa que acha sabedoria furar a fila do banco. O comportamento que você tem é que levará você a ter um bom futuro na vida pessoal ou profissional.
Tenho me deparado com muitas situações que comprovam que a grande maioria ainda é adepta à Lei de Gerson. Aqui é um funcionário que usa o telefone do trabalho para fazer as ligações que não faria no seu celular, ali uma doméstica que pega um pouco do perfume da patroa para ir a uma festa, acolá um celular achado em 1 minuto de descuido que não é devolvido ao dono.
Isso mesmo! Fui vítima da falta de honestidade. Neste domingo, meu marido deixou por 01 minuto um aparelho Black Barry num banco de um shopping e ao voltar não havia nem sinal. O “sortudo” nem se deu o trabalho de atender as 17 ligações que fiz para pedir resgate (nova modalidade de roubo). Ele achou e se viu no direito de possuir o que não era seu.
Lembrei-me de caso bem semelhante, mas com desfecho diferente. Uma amiga viajava na Alemanha e levou uns anéis, herança de família. No aeroporto pegou um ônibus juntamente com uns colegas e ao parar na rodoviária, retirou os anéis para lavar as mãos. Deixou-os na pia e somente lembrou após 20 minutos percorridos no ônibus. O motorista tranqüilizou-a. Ao voltarem os anéis estariam no mesmo local. Cinco dias depois, de volta à rodoviária, os anéis permaneciam intactos no canto da pia. Ao lavar o banheiro, a moça deixava no mesmo local que a dona esqueceu na expectativa que ela retornasse para pegá-los. Ninguém que usou o banheiro naquele período se apossou do que não era seu.
Vê a diferença?
COMENTO:
Não vamos generalizar mas que ela tem razão, não há dúvida.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Honestamente
“Se o desonesto soubesse das vantagens de ser honesto,
seria honesto por desonestidade” .
Aristóteles.
Há certo tempo venho me desapontando com a honestidade do povo brasileiro. Nossos representantes legais acham normal o caixa 2 e não consideram vergonha andar com dinheiro em cuecas. Mas como o próprio nome diz: eles são representantes.
A cultura brasileira do “me dei bem” tem representantes fortes, mas é apoiado por uma grande massa que acha sabedoria furar a fila do banco. O comportamento que você tem é que levará você a ter um bom futuro na vida pessoal ou profissional.
Tenho me deparado com muitas situações que comprovam que a grande maioria ainda é adepta à Lei de Gerson. Aqui é um funcionário que usa o telefone do trabalho para fazer as ligações que não faria no seu celular, ali uma doméstica que pega um pouco do perfume da patroa para ir a uma festa, acolá um celular achado em 1 minuto de descuido que não é devolvido ao dono.
Isso mesmo! Fui vítima da falta de honestidade. Neste domingo, meu marido deixou por 01 minuto um aparelho Black Barry num banco de um shopping e ao voltar não havia nem sinal. O “sortudo” nem se deu o trabalho de atender as 17 ligações que fiz para pedir resgate (nova modalidade de roubo). Ele achou e se viu no direito de possuir o que não era seu.
Lembrei-me de caso bem semelhante, mas com desfecho diferente. Uma amiga viajava na Alemanha e levou uns anéis, herança de família. No aeroporto pegou um ônibus juntamente com uns colegas e ao parar na rodoviária, retirou os anéis para lavar as mãos. Deixou-os na pia e somente lembrou após 20 minutos percorridos no ônibus. O motorista tranqüilizou-a. Ao voltarem os anéis estariam no mesmo local. Cinco dias depois, de volta à rodoviária, os anéis permaneciam intactos no canto da pia. Ao lavar o banheiro, a moça deixava no mesmo local que a dona esqueceu na expectativa que ela retornasse para pegá-los. Ninguém que usou o banheiro naquele período se apossou do que não era seu.
Vê a diferença?
COMENTO:
Não vamos generalizar mas que ela tem razão, não há dúvida.
Mais aprendizado sobre cultura de povos.
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Estudo do Islã Político
November 28, 2008 at 2:33 am | In World | 3 Comments
Tags: Alá, Alcorão, Animalistas, Budistas, Cristãos, Culturas, Dar al harb, Dar al islã, Dhimmis, Dualística, Guerras Santas, Hadith, Hindu, Hindus, Ignorância, Incrédulos, Islã Político, Jihad, Maomé, Meca, Medina, Muçulmanos, Profeta, Sira, Suna, Zoroastrismo
Por Jamie Glasov*
O entrevistado de hoje da Frontpage é Bill Warner, diretor do CEIP – Centro para Estudo do Islã Político (CSPI – Center for Study of Political Islam – em inglês). O objetivo da CSPI é ensinar a doutrina do islã político através de uma série de livros que produziu sobre esta questão. O senhor Warner não escreveu essa série de livros, mas atua como agente de um grupo de estudiosos que são os autores desses livros.
FP – Bill Warner, bem-vindo à entrevista da Frontpage.
Warner – obrigado Jamie por esta oportunidade.
FP – Fale-nos um pouco sobre o Centro para Estudo do Islã Político.
Warner – O Centro para Estudo do Islã Político é um grupo de estudiosos dedicados ao estudo científico dos textos fundamentais de islã: Alcorão, Sira (ou Sirat Nabawiyya é uma série de biografias de Maomé) e Hadith (tradições de Maomé). Há duas áreas para se estudar o islamismo, a sua doutrina e história, ou como vemos isto no CSPI – a teoria e seus resultados. Estudamos a história para ver os resultados práticos ou experimentais da doutrina.
Ao que sabemos o CSPI é o primeiro grupo que usa a estatística para estudar a doutrina. Primeiro estudamos a língua árabe para depois realizarmos estudos científicos do Alcorão.Nesses estudos nossa primeira regra é que o Alcorão, a Sira e o Hadith devem ser tomados no conjunto. Chamamo-los a trilogia islâmica para acentuar a unidade dos textos.
Nossos estudos mostram e comprovam que o dualismo é a base e a chave para a compreensão do islã. Tudo sobre o islã é dual, vem em dois, começando com a sua declaração fundamental: (1) não há nenhum Deus além de Alá e (2) Maomé é seu profeta. Por isso, o islã é Alá (Alcorão) e a Suna (palavras e feitos de Maomé encontrados na Sira e no Hadith).
Muita tinta foi desperdiçada na tentativa de responder à pergunta “o que é o islã? O islã é uma religião de paz? Ou o verdadeiro islã é uma ideologia radical? Um muçulmano moderado é um muçulmano verdadeiro?
Isto lembra um cientista com os velhos argumentos sobre a luz. A luz é uma partícula ou é uma onda? Os argumentos foram e vieram. Por fim a mecânica quântica nos deu a resposta. A luz é dualística: dependendo das circunstâncias com que sua qualidade se manifesta ela é uma partícula e ao mesmo tempo uma onda. O islã funciona na mesma maneira.
A nossa primeira pista sobre o dualismo do islamismo está no Alcorão, que na verdade são dois livros: o Alcorão da Meca (cedo) e o Alcorão da Medina (depois). O discernimento da lógica do Alcorão vem do grande números de contradições que possui. Na superfície, o islã resolve essas contradições por ordenações ‘de revogações’. Isto significa que o verso escrito depois substitui o verso anterior. No entanto, como o Alcorão é considerado pelos muçulmanos como a palavra perfeita do Alá, ambos os versos são sagrados, legitimos, verdadeiros e aplicáveis. O verso posterior é ‘melhor’, mas o verso anterior não pode estar errado já que Alá é perfeito. Isto é a fundação do dualismo. Ambos os versos ’são perfeitos e estão certos’. Ambos os lados da contradição são verdadeiros na lógica dualística. São as circunstâncias que governam qual verso deve ser usado.
Por exemplo:
a) Alcorão da Meca – 73:10: “Escute o que eles [os incrédulos ou Não muçulmanos] dizem com paciência, e os abandonam com dignidade. Da tolerância nos movemos à última intolerância, até que os incrédulos estejam com o Senhor do Universo”.
b) Alcorão da Medina – 8:12: “Então o Senhor falou aos Seus anjos e disse: Estarei com vocês. Darei forças aos que crêm. Enviarei terror aos corações dos incrédulos, cortarei suas cabeças e até as pontas dos seus dedos!”
Toda lógica ocidental é baseada na lei universal da contradição: “se duas coisas se contradizem, logo em menor ou maior parte uma delas é falsa. No entanto, a lógica islâmica se contradiz a isto porque é dualística – duas coisas podem se contradizerem e ambas permaneceram verdadeiras!
Nenhum sistema dualístico pode ser medido por uma única resposta. Isto é a razão pela qual os argumentos sobre o que constitui o ‘verdadeiro’ islã surgem e desaparecem rapidamente sem jamais responder a questão. Uma única resposta direita - por mais simples ou complexa que seja – simplesmente não existe em sistemas dualísticos.
Os sistemas dualísticos só podem ser medidos pela estatística. É inútel argumentar que um lado do dualismo é verdadeiro e o outro é falso. Como uma analogia, a mecânica quântica sempre dá uma resposta estatística a todas as perguntas.
Vejam um exemplo de como usar a estatística em uma pergunta: o que verdadeiramente é o jihad [guerra santa] dos muçulmanos, uma guerra interior no sentido de uma luta espiritual ou uma guerra visando expansão, conquista, domínio e/ou controle? Consultando o Bukhari (Hadith) obtemos a resposta rápida sobre esta questão: de todas as referências aos jihads escritos no Bukhari, 97% das vezes se refere simplesmente à guerra e 3% a uma luta espiritual. Portanto a resposta estatística á essa questão é que o jihad é guerra em 97% das vezes e luta interior em 3%. Ambos os lados da dualidade estão corretos e são aplicados conforme as circunstâncias, as motivações e autores das ações.
FP - Por que, na sua opinião, há tanta ignorância sobre a história e doutrina do islã político no Ocidente?
Warner – Primeiro porque nos deixam vêr como ignorantes a respeito da história do islã político. Quantos cristãos podem nos dizer como e por que a Turquia ou o Egito se tornaram islâmicos? O que aconteceu com as sete igrejas da Ásia mencionadas nas cartas de Paulo? Encontre um judeu que possa falar-lhe sobre a história judaica do dimitude – dhimmitude – cidadãos de segunda classe que servem e vivem sob a ’sombra e proteção’ do islã. Que europeu sabe que as escravas mais caras em Meca foram mulheres brancas? Todo mundo sabe quantos judeus Hitler matou, mas tente encontrar alguém que possa dizer-lhe quantos morreram nos jihads dos muçulmanos nos últimos 1.400 anos.
Somos ignorantes a respeito da doutrina do islã. Um agente do FBI recebe duas horas de treinamento sobre o islã e a maior parte dessa instrução é como não ofender um imã. Estamos lutando no Iraque, e quem utiliza a doutrina política e militar do islã para planejar estratégia? Quem pode encontrar um único padre, ministro ou mesmo rabino que leu o Alcorão, Sira e Hadith? Que governador, senador, congressistas ou líder militar demonstrou possuir conhecimentos sobre a doutrina do político? Tente encontrar algum curso disponível em qualquer colégio ocidental sobre doutrina política e ética islâmica. As pessoas graduadas são educadas na arte islâmica da arquitetura, poesia, sufismo e uma história gloriosa que ignora o sofrimento dos incrédulos inocentes. As pessoas graduadas lêem comentários sobre o Alcorão e Hadith, mas não lêem nada sobre sua doutrina real.
FP – Então, por que esta ignorância?
Warner – Vamos partir do começo. Quando o islã, pela força da espada, iniciou sua expansão a partir da Arábia. no momento de queda do mundo bizantino, os incrédulos registraram esses acontecimentos como invasões arábes. “A Europa Oriental foi invadida pelos turcos e a Espanha e Portugal pelos mouros”. Nossos intelectuais foram incapazes até mesmo de nomear os invasores!
Maomé matou todos intelectuais e artistas que se opôs a ele. Foi também o medo que dirigiu a grande maioria dos meios de comunicações para não reimprimir as caricaturas de Maomé em 2005, numa campanha internacional do islã político sem nenhuma sensibilidade.
O medo é uma base fabulosa da ignorância, mas não é o bastante para explicar tuda ignorância. Como explicar a aversão quase psicótica em conheçer o islã? Além do medo é o seu modo de realizações; por isto o islã político continua profundamente estranho para nós.
Examinando a base ética da nossa civilização, concluímos que toda nossa política e ética – com as naturais exceções – é baseada na ética unitária que é melhor formulada pela Regra de Ouro: “Trate o próximo como gostaria de ser tratado”.
A base desta regra é o reconhecimento que num primeiro nível temos os mesmos direitos e que ‘a igualdade é o alicerce do humanismo’. Sabemos que não somos todos iguais, qualquer jogo de esporte mostrará que não possuímos às mesmas capacidades. Mas todos desejam ser tratados como ser humano. Trabalhamos e desejamos ser iguais perante a lei e tratados com igualdade social. Criamos e estamos aperfeiçoando a democracia, banimos a escravidão, igualamos direitos de homens e mulheres, separamos a igreja do estado, tornamos a educação prioritária e mesmo obrigatória nos primeiros níveis… Enfim, essa Regra de Ouro é na verdade um conjunto de éticas que se intrelaçam e acabam se tornando unitária. Todos devem ser tratados da mesma forma. Todas as religiões têm alguma versão da Regra de Ouro, exceto islã.
FP - Como o islã é diferente neste contexto?
Warner - O termo ’ser humano’ não possui nenhum significado no islamismo. Não há nada como ‘humanidade’ no islã, somente o eterno duelo entre o crente [o muçulmano] e incrédulo [o Não muçulmano]. Vejam às afirmações éticas encontradas no Hadith: “um muçulmano não deve mentir, enganar, matar ou roubar outros muçulmanos, mas pode mentir, enganar ou matar incrédulos…”
Não há nada parecido com uma ‘afirmação universal de ética’ no islamismo. Os muçulmanos devem ser tratados de uma maneira e os incrédulos de outra. O islã mais ortodoxo vê qualquer afirmação universal de ética como a necessidade do mundo inteiro se submeter ao islamismo. Depois que Maomé se tornou profeta, ele nunca mais tratou incrédulos da mesma maneira como tratava muçulmanos. O islamismo simplesmente nega a verdade da Regra de Ouro.
E a base do jihad é exatamente essa ética dualística. Seu sistema ético se baseia na crença de que o incrédulo seja menos do que um ser humano; por isso é fácil matar, prejudicar ou enganar incrédulos.
Há outras culturas dualísticas. A KKK é um exemplo. No entanto a KKK possui um dualismo simplista. O membro da KKK sempre odeia negros; há uma só escolha. Isto é muito simples e fácil observar.
O dualismo do islamismo é mais enganoso pois oferece aos seus seguidores duas escolhas de como tratar as questões expostas, especialmente a dos incrédulos. O incrédulo pode ser tratado agradavelmente, da mesma maneira como um agricultor trata bem o seu gado. Portanto o islamismo pode ser ‘agradável’, mas em nenhum caso o incrédulo é tratado ou mesmo visto como um verdadeiro amigo e muito menos como um irmão. Há no Alcorão aproximadamente 14 versos que são enfáticos quanto a isto: “o muçulmano jamais deve ser amigo de algum incrédulo; pode ser ‘amistoso,’ mas jamais um amigo verdadeiro e sincero”. Nisto concluímos que o grau ao qual um muçulmano é de fato um verdadeiro amigo é exatamente o grau no qual ele é ou não um verdadeiro muçulmano, mas um hipócrita.
FP – Você mencionou como a lógica é outro ponto de profunda diferença. Poderia abordar esta questão?
Warner – Repetindo. Toda ciência é baseada na lei da contradição. Se duas coisas se contradiz uma a outra, então pelo menos uma delas tem que ser falsa. Mas dentro da lógica islâmica, duas afirmações contraditórias podem ser ambas verdadeiras. O islã usa a lógica dualística e nós usamos a lógica unitária e científica.
Como o islã possui ética e lógica dualísticas chega a ser natural que seja estranho para nós. Os muçulmanos pensam e possuem sensações diferente das nossas. Portanto a nossa aversão é baseada no medo e na rejeição da ética e lógica islâmica. Esta aversão faz com que evitemos aprender sobre o islã, e assim continuamos ignorantes a esse respeito.
Outra parte dessa aversão é a constatação que não há nenhum verdadeiro acordo ou compromisso com a ética dualística. Não há um meio caminho, um lugar comum entre ética unitária e a ética dualística. Se você está tratando de negócios com alguém que é mentiroso e fraudulento, não há como evitar ser enganado. Não importa quão bom você seja a um vigarista, ele acabará tirando proveito de você. A ética dualística simplesmente não honra nenhum compromisso – isto é inerente à sua própria cerne. Em resumo, na política islâmica, a ética e a lógica não podem ser parte da nossa civilização. O islã não assimila, o islã domina. Mesmo a longuíssimo prazo não há nenhuma obtenção com o islã. Suas exigências jamais acabam e essas devem, necessariamente, ser encontradas em termos islâmico: submissão.
A última razão da nossa aversão à história do islã político é a nossa vergonha. O islã escravizou mais de um milhão de europeus. Como os muçulmanos não podem ser escravizados, foi uma cristã branca que se tornou escrava sexual do sultão turco. Esses são fatos que não queremos enfrentar.
Os judeus não querem reconhecer a história do islã político, porque eles foram dhimmis, cidadãos de segunda classe ou semi-escravos, assim como os cristãos que viveram e vivem sob seus domínios. Os judeus gostam de relembrar de como eles foram os conselheiros e médicos de muçulmanos poderosos, mas independente do que esses judeus fizeram ou a posição que possuiam, eles continuaram sendo dhimmis. Não há nenhum parâmetro entre ser igual e ser um dhimmi.
Por que deveria um hindu querer relembrar a vergonha da escravidão e da destruição de seus templos e cidades? Depois que construtores hindus concluíram o Taj Mahal, o soberano muçulmano ordenou que a mão direita dos trabalhadores fossem cortadas para que nada mais belo podesse ser construído para alguém. A prática do ‘suttee‘, onde a viúva se lança na pira funerária do marido, surgiu como resposta ao roubo e a brutalidade dos jihads islâmicos contra os antigos Hindustan.
Os negros não querem enfrentar o fato que foi os muçulmanos que aprisionaram seus antepassados na África e os venderam como escravos aos brancos. O árabe é o verdadeiro mestre do africano. Os negros não podem aceitar o fato comum que compartilham com os brancos: tanto europeus como africanos foram escravos sob o islã. Os negros gostam de imaginar o islã como seu contrapeso ao poder branco, e não que tenha sido governado pelo islã durante 1400 anos.
Lógica dualística. Éticas dualísticas. Medo. Vergonha. Não há compromissos, hã há confianças. Essas são as razões pelas quais muitos de nós não queira saber sobre história do islã político, sua doutrina ou sua ética.
FP - Existe algo como islã apolítico?
Warner - O islã apolítico é o islã religioso. O islã religioso é o que um muçulmano faz para evitar o inferno e ir para o paraíso. Esses são seus cinco pillares: “oração, caridade a muçulmanos, peregrinação a Meca, jejun e declarar ser Maomé o último profeta”.
Mas a trilogia é clara sobre a doutrina. Pelo menos 75% da Sira (a vida de Maomé) são sobre os jihads. Aproximadamente 67% do Alcorão escrito em Meca é sobre incrédulos e/ou política. E 51% do Alcorão de Medina é dedicado aos incrédulos. Aproximadamente 20% de Hadith de Bukhari são sobre jihads e política. A religião é a menor parte dos principais textos islâmicos.
A dualidade mais famosa do islã político é a divisão do mundo em dois: o mundo dos crentes – Dar al Islã – e o mundo dos incrédulos – Dar al Harb. A maior parte da trilogia relaciona-se ao tratamento que deve ser dado aos incrédulos – kafirs. No islã até o inferno é político. Há 146 referências ao inferno no Alcorão. Só 6% dessas referências afirmam que o inferno existe para corrigir defeitos morais, assassinatos, roubos, etc. Os demais 94% das razões do inferno existir é para o pecado intelectual de não concordar com Maomé – um crime político. Para essa maioria das razões o inferno islâmico é uma prisão política para aqueles que falam contra o islã.
Maomé pregou sua religião durante 13 anos e conquistou somente 150 seguidores. Mas quando ele entrou nas arenas da política e da guerra, em 10 anos se tornou o principal soberano da Arábia - com a média de um evento violento a cada 7 semanas, durante 9 anos. Seu êxito não veio como líder religioso, mas como líder político.
Em resumo, o islã político define como fazer negócios com os incrédulos e como esses devem ser tratados.
FP - Você pode abordar, resumidamente, a história do islã político?
Warner - A história do islã político começa com a migração de Maomé para Medina – Hégira. Daquele dia em diante a argumentação do islã sempre teria a opção dualística de juntar uma religião gloriosa ou ser o mecanismo de pressão política e da violência. Depois da migração à Medina, o islã se tornou violento quando a persuasão falhou. O jihad foi então introduzido no mundo.
Após a morte de Maomé, Abu Bakr, o segundo califa, ajustou os argumentos teológicos para aqueles que desejaram deixar o islã com a ação política/militar da morte pela espada. O jihad de Umar (o segundo califa, uma espécie de rei-papa) explodiu no mundo dos incrédulos. Esse jihad destruíu o cristianismo no Oriente Médio e Norte da África. Em seguida o zoroastrismo foi varrido da Pérsia e o hinduísmo se tornou sua vítima mais próxima. A história do islã político é a destruição de cristandade no Oriente Médio, Egito, Turquia e Norte da África. Metade da cristandade dessa região desapareçeu. Antes do islã, o Norte da África fazia parte do Sul da Europa (parte do Império Romano). Aproximadamente 60 milhões de cristãos foram mortos durante as conquistas jihadistas.
A metade da gloriosa civilização hindu foi aniquilada e 80 milhões de hindus assassinados.
Os primeiros budistas Ocidentais foram gregos descendentes do exército de Alexander, o grande, que habitavam uma região em que é hoje o Afeganistão. Os jihads destruiu todo o budismo ao longo da via da seda. Aproximadamente 10 milhões budistas morreram. A conquista do budismo é o resultado prático do pacifismo.
Os judeus permaneceram como dhimmis em todas as partes do islã.
Na África mais de 120 milhões de cristãos e animistas morreram nos jihads nesses últimos 1.400 anos.
Aproximadamente 270 milhões de descrentes morreram nos últimos 1.400 anos para honra do islã político. Essas são as lágrimas dos jihads que não são ensinadas em nenhuma escola.
FP - Como nossos intelectuais responderam ao islã?
Warner - A base do pensamento dos incrédulos desmoronou face ao pensamento, às éticas e à lógica políticas islâmicas. Já mencionamos como nossos primeiros intelectuais não poderam nem mesmo denominar os invasores como muçulmanos. Até o momento não possuímos nenhum método para análisar o islã. Não podemos chegar a um acordo sobre o que é o islã e não possuírmos nenhum conhecimento sobre nosso sofrimento como as vítimas dos jihads nesses últimos 1.400 anos.
Vejam como os cristãos, judeus, negros, intelectuais e artistas trataram a doutrina e a história islâmicas. Em todos os casos suas idéias e ações primárias falham.
Os cristãos acreditam que “o amor conquista tudo.” Bem, o amor não conquista o islã. Os cristãos vivem um tempo difícil vendo o islã como uma doutrina política, e não como uma religião. A natureza sectária do pensamento cristão significa que o cristão não-ortodoxo médio não tem nenhum conhecimento ou compaixão sobre o sofrimento de cristão ortodoxo.
Os judeus têm uma teologia que coloca uma relação única entre judeus e o Deus-criador do universo. Mas o islã vê os judeus como macacos que corromperam o Velho Testamento. Os judeus não vêem nenhuma conexão entre a doutrina política do islã e o de Israel.
Os intelectuais negros basearam suas idéias na posição escravo/vítima e como ‘os cristãos brancos foram maus quando lhes fizeram escravos’. O islã jamais reconheceu qualquer dor ou sofrimento que causou na África com seu comércio escravo nesses 1400 anos. Mas os negros não fazem nenhuma tentativa de serem desculpados pelos muçulmanos, preferem silenciarem-se na presença do islã. Por que? É porque os Árabes são seus mestres?
O multiculturalismo falha na origem diante a exigência do islã de que todas civilizações deva submeter-se. A cultura da tolerância rui desastrosamente diante da intolerância ’sagrada’ de éticas dualísticass. Os intelectuais respondem essa questão ignorando os fracassos.
Nossos intelectuais e artistas foram abusados durante 1.400 anos. Certamente, a psicologia dos nossos intelectuais é exatamente como a psicologia da esposa abusada, da criança sexualmente abusada ou da vítima roubada. Observem os paralelos entre as respostas das vítimas de abuso e as dos nossos intelectuais. Vejam como a violência causou as negações.
As vítimas negam que o abuso ocorra: Nossos meios de comunicações nunca informam a maioria dos jihads em volta o mundo. Nossos intelectuais não falam sobre como toda essa violência é conectada a uma doutrina política.
O abusador usa o medo para controlar a vítima: Qual foi a razão para que milhares de jornais não publicassem as caricaturas de Maomé? Salman Rushdie ainda tem uma senteça de morte pelo seu livro – Versos Satânicos. Que artista ‘de ponta’ criar alguma obra de arte sobre o islã? O medo governa nossos intelectuais e artistas.
As vítimas encontram maneiras para culpar-se: devemos nos responsabilizar pelos ataques de 11 de Setembro de 2001. Se tentarmos reagir, muçulmanos mais radicais atuarão com mais ousadia. Devemos acomodar suas necessidades.
A vítima é humilhada: os brancos não falarão sobre como seus antepassados foram subjugados pelo islã. Ninguém deseja reivindicar as vítimas dos jihads. Por que não reividicamos o sofrimento dos nossos antepassados? Por que não gritamos sobre a perda de culturas e povos? Envergonhamo-nos demais para preocupar-nos.
A vítima sente-se incapaz: “o que faremos? Não podemos matar 1.3 bilhão de pessoas.” Ninguém tem qualquer compreensão ou otimismo. Ninguém tem uma idéia do que fazer. O único plano deve ’ser politicamente correto’.
A vítima absorve a própria raiva: Qual é a questão mais polêmica e divisora de opiniões da atual política? O Iraque. E qual o real peso do Iraque nesse questão? Islã político. Há um vídeo na web sobre “como a CIA e Bush planejaram e executaram o 11 de Setembro”. A auto-repugnância cultural é a senha dos nossos intelectuais e artistas.
Odiamo-nos porque somos mentalmente molestados e abusados. Nossos intelectuais e artistas respondem ao abuso das jihads como crianças quando são sexualmente abusadas ou vítimas de roubo que se calam. Estamos intelectualmente doentes e estamos falhando na avaliação clara e objetiva dessa questão. Não estamos conseguindo olhar nosso lado negativo.
FP - Resuma por que é tão crucial para nós aprendermos a doutrina do islã político.
Warner - A história nos comprova que o islã político aniquilou todas culturas que invadiu ou para qual migrou. O tempo para essa aniquilação é de séculos, mas como o islã é ascendente ele nunca falha. A cultura de anfitrião desaparece e extingue-se.
Devemos aprender a doutrina do islã político para sobreviver. A doutrina islâmica é muito clara e nos mostra que todas as formas de força e persuasão podem, devem e são utilizadas para conquistar. O islã é um inimigo auto-declarado de todos os incrédulos. O ditado – “Conheça seu inimigo” – do brilhante filósofo de guerra, o chinês Sun Tsu, nos diz que “devemos saber a doutrina do nosso inimigo ou ser aniquilados”.
Ou em outras palavras: se não aprendermos a doutrina do islã político nossa civilização será aniquilada assim como a civilização coptica do Egito foi.
Os incrédulos devem saber a doutrina do islã político para sobreviver. Por isto o CSPI escreveu, em inglês simples, (versões em outros idiomas estão sendo realizadas) um série de livros sobre essa questão. São livros escolares, fáceis de ler, a exemplo do Alcorão que pode ser lido e entendido por qualquer um que saiba ler. É uma tradução de alta qualidade, contendo todas mensagens do original.
Além da linguagem simples usamos a lógica para classificar e categorizar os conteúdos. O contexto e a cronologia foram restauradas. O resultado é um Alcorão que é uma história épica que termina “no triunfo com a derrota de todos os inimigos de Alá”. Todos nossos livros e filosofia podem ser encontrados no nosso website.
Os muçulmanos dizem que somos inimigos de Alá. Mas nós lhe dizemos: se não aprendemos a doutrina do islã político terminaremos como as primeiras vítimas do islamismo – os tolerantes árabes politeístas da antiga Arábia Saudita que cederam lugar aos Wahabbis (um ramo muito conservador do islã) de hoje, a mais intolerante cultura politeísta da face da terra atualmente.
FP - Bill Warner, obrigado por ter se juntado a nós hoje.
Warner - Jamie, agradeça-lhe por sua bondade e esforços.
* Jamie Glazov, diretor editorialista do Frontpage Magazine, Ph.D. em história, especializado em política externa americana e canadense. Editou e escreveu a introdução de Left Illusions, de David Horowitz. É co-editor (com David Horowitz) de The Hate America Left e autor da Canadian Policy Toward Khrushchev’s Soviet Union (McGill-Queens University, 2002) e de 15 Tips on How to be a Good Leftist.
Fontes
1. Frontpage Magazine
2. Sociel Daily News - Islam: 270 Million Bodies in 1400 Years
Notas
1. Publicado em inglês no World Observatory, com autorização.
2. Traduzido (livre) do inglês para português – por Frank Herles Matos – e publicado no World Observatory
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Estudo do Islã Político
November 28, 2008 at 2:33 am | In World | 3 Comments
Tags: Alá, Alcorão, Animalistas, Budistas, Cristãos, Culturas, Dar al harb, Dar al islã, Dhimmis, Dualística, Guerras Santas, Hadith, Hindu, Hindus, Ignorância, Incrédulos, Islã Político, Jihad, Maomé, Meca, Medina, Muçulmanos, Profeta, Sira, Suna, Zoroastrismo
Por Jamie Glasov*
O entrevistado de hoje da Frontpage é Bill Warner, diretor do CEIP – Centro para Estudo do Islã Político (CSPI – Center for Study of Political Islam – em inglês). O objetivo da CSPI é ensinar a doutrina do islã político através de uma série de livros que produziu sobre esta questão. O senhor Warner não escreveu essa série de livros, mas atua como agente de um grupo de estudiosos que são os autores desses livros.
FP – Bill Warner, bem-vindo à entrevista da Frontpage.
Warner – obrigado Jamie por esta oportunidade.
FP – Fale-nos um pouco sobre o Centro para Estudo do Islã Político.
Warner – O Centro para Estudo do Islã Político é um grupo de estudiosos dedicados ao estudo científico dos textos fundamentais de islã: Alcorão, Sira (ou Sirat Nabawiyya é uma série de biografias de Maomé) e Hadith (tradições de Maomé). Há duas áreas para se estudar o islamismo, a sua doutrina e história, ou como vemos isto no CSPI – a teoria e seus resultados. Estudamos a história para ver os resultados práticos ou experimentais da doutrina.
Ao que sabemos o CSPI é o primeiro grupo que usa a estatística para estudar a doutrina. Primeiro estudamos a língua árabe para depois realizarmos estudos científicos do Alcorão.Nesses estudos nossa primeira regra é que o Alcorão, a Sira e o Hadith devem ser tomados no conjunto. Chamamo-los a trilogia islâmica para acentuar a unidade dos textos.
Nossos estudos mostram e comprovam que o dualismo é a base e a chave para a compreensão do islã. Tudo sobre o islã é dual, vem em dois, começando com a sua declaração fundamental: (1) não há nenhum Deus além de Alá e (2) Maomé é seu profeta. Por isso, o islã é Alá (Alcorão) e a Suna (palavras e feitos de Maomé encontrados na Sira e no Hadith).
Muita tinta foi desperdiçada na tentativa de responder à pergunta “o que é o islã? O islã é uma religião de paz? Ou o verdadeiro islã é uma ideologia radical? Um muçulmano moderado é um muçulmano verdadeiro?
Isto lembra um cientista com os velhos argumentos sobre a luz. A luz é uma partícula ou é uma onda? Os argumentos foram e vieram. Por fim a mecânica quântica nos deu a resposta. A luz é dualística: dependendo das circunstâncias com que sua qualidade se manifesta ela é uma partícula e ao mesmo tempo uma onda. O islã funciona na mesma maneira.
A nossa primeira pista sobre o dualismo do islamismo está no Alcorão, que na verdade são dois livros: o Alcorão da Meca (cedo) e o Alcorão da Medina (depois). O discernimento da lógica do Alcorão vem do grande números de contradições que possui. Na superfície, o islã resolve essas contradições por ordenações ‘de revogações’. Isto significa que o verso escrito depois substitui o verso anterior. No entanto, como o Alcorão é considerado pelos muçulmanos como a palavra perfeita do Alá, ambos os versos são sagrados, legitimos, verdadeiros e aplicáveis. O verso posterior é ‘melhor’, mas o verso anterior não pode estar errado já que Alá é perfeito. Isto é a fundação do dualismo. Ambos os versos ’são perfeitos e estão certos’. Ambos os lados da contradição são verdadeiros na lógica dualística. São as circunstâncias que governam qual verso deve ser usado.
Por exemplo:
a) Alcorão da Meca – 73:10: “Escute o que eles [os incrédulos ou Não muçulmanos] dizem com paciência, e os abandonam com dignidade. Da tolerância nos movemos à última intolerância, até que os incrédulos estejam com o Senhor do Universo”.
b) Alcorão da Medina – 8:12: “Então o Senhor falou aos Seus anjos e disse: Estarei com vocês. Darei forças aos que crêm. Enviarei terror aos corações dos incrédulos, cortarei suas cabeças e até as pontas dos seus dedos!”
Toda lógica ocidental é baseada na lei universal da contradição: “se duas coisas se contradizem, logo em menor ou maior parte uma delas é falsa. No entanto, a lógica islâmica se contradiz a isto porque é dualística – duas coisas podem se contradizerem e ambas permaneceram verdadeiras!
Nenhum sistema dualístico pode ser medido por uma única resposta. Isto é a razão pela qual os argumentos sobre o que constitui o ‘verdadeiro’ islã surgem e desaparecem rapidamente sem jamais responder a questão. Uma única resposta direita - por mais simples ou complexa que seja – simplesmente não existe em sistemas dualísticos.
Os sistemas dualísticos só podem ser medidos pela estatística. É inútel argumentar que um lado do dualismo é verdadeiro e o outro é falso. Como uma analogia, a mecânica quântica sempre dá uma resposta estatística a todas as perguntas.
Vejam um exemplo de como usar a estatística em uma pergunta: o que verdadeiramente é o jihad [guerra santa] dos muçulmanos, uma guerra interior no sentido de uma luta espiritual ou uma guerra visando expansão, conquista, domínio e/ou controle? Consultando o Bukhari (Hadith) obtemos a resposta rápida sobre esta questão: de todas as referências aos jihads escritos no Bukhari, 97% das vezes se refere simplesmente à guerra e 3% a uma luta espiritual. Portanto a resposta estatística á essa questão é que o jihad é guerra em 97% das vezes e luta interior em 3%. Ambos os lados da dualidade estão corretos e são aplicados conforme as circunstâncias, as motivações e autores das ações.
FP - Por que, na sua opinião, há tanta ignorância sobre a história e doutrina do islã político no Ocidente?
Warner – Primeiro porque nos deixam vêr como ignorantes a respeito da história do islã político. Quantos cristãos podem nos dizer como e por que a Turquia ou o Egito se tornaram islâmicos? O que aconteceu com as sete igrejas da Ásia mencionadas nas cartas de Paulo? Encontre um judeu que possa falar-lhe sobre a história judaica do dimitude – dhimmitude – cidadãos de segunda classe que servem e vivem sob a ’sombra e proteção’ do islã. Que europeu sabe que as escravas mais caras em Meca foram mulheres brancas? Todo mundo sabe quantos judeus Hitler matou, mas tente encontrar alguém que possa dizer-lhe quantos morreram nos jihads dos muçulmanos nos últimos 1.400 anos.
Somos ignorantes a respeito da doutrina do islã. Um agente do FBI recebe duas horas de treinamento sobre o islã e a maior parte dessa instrução é como não ofender um imã. Estamos lutando no Iraque, e quem utiliza a doutrina política e militar do islã para planejar estratégia? Quem pode encontrar um único padre, ministro ou mesmo rabino que leu o Alcorão, Sira e Hadith? Que governador, senador, congressistas ou líder militar demonstrou possuir conhecimentos sobre a doutrina do político? Tente encontrar algum curso disponível em qualquer colégio ocidental sobre doutrina política e ética islâmica. As pessoas graduadas são educadas na arte islâmica da arquitetura, poesia, sufismo e uma história gloriosa que ignora o sofrimento dos incrédulos inocentes. As pessoas graduadas lêem comentários sobre o Alcorão e Hadith, mas não lêem nada sobre sua doutrina real.
FP – Então, por que esta ignorância?
Warner – Vamos partir do começo. Quando o islã, pela força da espada, iniciou sua expansão a partir da Arábia. no momento de queda do mundo bizantino, os incrédulos registraram esses acontecimentos como invasões arábes. “A Europa Oriental foi invadida pelos turcos e a Espanha e Portugal pelos mouros”. Nossos intelectuais foram incapazes até mesmo de nomear os invasores!
Maomé matou todos intelectuais e artistas que se opôs a ele. Foi também o medo que dirigiu a grande maioria dos meios de comunicações para não reimprimir as caricaturas de Maomé em 2005, numa campanha internacional do islã político sem nenhuma sensibilidade.
O medo é uma base fabulosa da ignorância, mas não é o bastante para explicar tuda ignorância. Como explicar a aversão quase psicótica em conheçer o islã? Além do medo é o seu modo de realizações; por isto o islã político continua profundamente estranho para nós.
Examinando a base ética da nossa civilização, concluímos que toda nossa política e ética – com as naturais exceções – é baseada na ética unitária que é melhor formulada pela Regra de Ouro: “Trate o próximo como gostaria de ser tratado”.
A base desta regra é o reconhecimento que num primeiro nível temos os mesmos direitos e que ‘a igualdade é o alicerce do humanismo’. Sabemos que não somos todos iguais, qualquer jogo de esporte mostrará que não possuímos às mesmas capacidades. Mas todos desejam ser tratados como ser humano. Trabalhamos e desejamos ser iguais perante a lei e tratados com igualdade social. Criamos e estamos aperfeiçoando a democracia, banimos a escravidão, igualamos direitos de homens e mulheres, separamos a igreja do estado, tornamos a educação prioritária e mesmo obrigatória nos primeiros níveis… Enfim, essa Regra de Ouro é na verdade um conjunto de éticas que se intrelaçam e acabam se tornando unitária. Todos devem ser tratados da mesma forma. Todas as religiões têm alguma versão da Regra de Ouro, exceto islã.
FP - Como o islã é diferente neste contexto?
Warner - O termo ’ser humano’ não possui nenhum significado no islamismo. Não há nada como ‘humanidade’ no islã, somente o eterno duelo entre o crente [o muçulmano] e incrédulo [o Não muçulmano]. Vejam às afirmações éticas encontradas no Hadith: “um muçulmano não deve mentir, enganar, matar ou roubar outros muçulmanos, mas pode mentir, enganar ou matar incrédulos…”
Não há nada parecido com uma ‘afirmação universal de ética’ no islamismo. Os muçulmanos devem ser tratados de uma maneira e os incrédulos de outra. O islã mais ortodoxo vê qualquer afirmação universal de ética como a necessidade do mundo inteiro se submeter ao islamismo. Depois que Maomé se tornou profeta, ele nunca mais tratou incrédulos da mesma maneira como tratava muçulmanos. O islamismo simplesmente nega a verdade da Regra de Ouro.
E a base do jihad é exatamente essa ética dualística. Seu sistema ético se baseia na crença de que o incrédulo seja menos do que um ser humano; por isso é fácil matar, prejudicar ou enganar incrédulos.
Há outras culturas dualísticas. A KKK é um exemplo. No entanto a KKK possui um dualismo simplista. O membro da KKK sempre odeia negros; há uma só escolha. Isto é muito simples e fácil observar.
O dualismo do islamismo é mais enganoso pois oferece aos seus seguidores duas escolhas de como tratar as questões expostas, especialmente a dos incrédulos. O incrédulo pode ser tratado agradavelmente, da mesma maneira como um agricultor trata bem o seu gado. Portanto o islamismo pode ser ‘agradável’, mas em nenhum caso o incrédulo é tratado ou mesmo visto como um verdadeiro amigo e muito menos como um irmão. Há no Alcorão aproximadamente 14 versos que são enfáticos quanto a isto: “o muçulmano jamais deve ser amigo de algum incrédulo; pode ser ‘amistoso,’ mas jamais um amigo verdadeiro e sincero”. Nisto concluímos que o grau ao qual um muçulmano é de fato um verdadeiro amigo é exatamente o grau no qual ele é ou não um verdadeiro muçulmano, mas um hipócrita.
FP – Você mencionou como a lógica é outro ponto de profunda diferença. Poderia abordar esta questão?
Warner – Repetindo. Toda ciência é baseada na lei da contradição. Se duas coisas se contradiz uma a outra, então pelo menos uma delas tem que ser falsa. Mas dentro da lógica islâmica, duas afirmações contraditórias podem ser ambas verdadeiras. O islã usa a lógica dualística e nós usamos a lógica unitária e científica.
Como o islã possui ética e lógica dualísticas chega a ser natural que seja estranho para nós. Os muçulmanos pensam e possuem sensações diferente das nossas. Portanto a nossa aversão é baseada no medo e na rejeição da ética e lógica islâmica. Esta aversão faz com que evitemos aprender sobre o islã, e assim continuamos ignorantes a esse respeito.
Outra parte dessa aversão é a constatação que não há nenhum verdadeiro acordo ou compromisso com a ética dualística. Não há um meio caminho, um lugar comum entre ética unitária e a ética dualística. Se você está tratando de negócios com alguém que é mentiroso e fraudulento, não há como evitar ser enganado. Não importa quão bom você seja a um vigarista, ele acabará tirando proveito de você. A ética dualística simplesmente não honra nenhum compromisso – isto é inerente à sua própria cerne. Em resumo, na política islâmica, a ética e a lógica não podem ser parte da nossa civilização. O islã não assimila, o islã domina. Mesmo a longuíssimo prazo não há nenhuma obtenção com o islã. Suas exigências jamais acabam e essas devem, necessariamente, ser encontradas em termos islâmico: submissão.
A última razão da nossa aversão à história do islã político é a nossa vergonha. O islã escravizou mais de um milhão de europeus. Como os muçulmanos não podem ser escravizados, foi uma cristã branca que se tornou escrava sexual do sultão turco. Esses são fatos que não queremos enfrentar.
Os judeus não querem reconhecer a história do islã político, porque eles foram dhimmis, cidadãos de segunda classe ou semi-escravos, assim como os cristãos que viveram e vivem sob seus domínios. Os judeus gostam de relembrar de como eles foram os conselheiros e médicos de muçulmanos poderosos, mas independente do que esses judeus fizeram ou a posição que possuiam, eles continuaram sendo dhimmis. Não há nenhum parâmetro entre ser igual e ser um dhimmi.
Por que deveria um hindu querer relembrar a vergonha da escravidão e da destruição de seus templos e cidades? Depois que construtores hindus concluíram o Taj Mahal, o soberano muçulmano ordenou que a mão direita dos trabalhadores fossem cortadas para que nada mais belo podesse ser construído para alguém. A prática do ‘suttee‘, onde a viúva se lança na pira funerária do marido, surgiu como resposta ao roubo e a brutalidade dos jihads islâmicos contra os antigos Hindustan.
Os negros não querem enfrentar o fato que foi os muçulmanos que aprisionaram seus antepassados na África e os venderam como escravos aos brancos. O árabe é o verdadeiro mestre do africano. Os negros não podem aceitar o fato comum que compartilham com os brancos: tanto europeus como africanos foram escravos sob o islã. Os negros gostam de imaginar o islã como seu contrapeso ao poder branco, e não que tenha sido governado pelo islã durante 1400 anos.
Lógica dualística. Éticas dualísticas. Medo. Vergonha. Não há compromissos, hã há confianças. Essas são as razões pelas quais muitos de nós não queira saber sobre história do islã político, sua doutrina ou sua ética.
FP - Existe algo como islã apolítico?
Warner - O islã apolítico é o islã religioso. O islã religioso é o que um muçulmano faz para evitar o inferno e ir para o paraíso. Esses são seus cinco pillares: “oração, caridade a muçulmanos, peregrinação a Meca, jejun e declarar ser Maomé o último profeta”.
Mas a trilogia é clara sobre a doutrina. Pelo menos 75% da Sira (a vida de Maomé) são sobre os jihads. Aproximadamente 67% do Alcorão escrito em Meca é sobre incrédulos e/ou política. E 51% do Alcorão de Medina é dedicado aos incrédulos. Aproximadamente 20% de Hadith de Bukhari são sobre jihads e política. A religião é a menor parte dos principais textos islâmicos.
A dualidade mais famosa do islã político é a divisão do mundo em dois: o mundo dos crentes – Dar al Islã – e o mundo dos incrédulos – Dar al Harb. A maior parte da trilogia relaciona-se ao tratamento que deve ser dado aos incrédulos – kafirs. No islã até o inferno é político. Há 146 referências ao inferno no Alcorão. Só 6% dessas referências afirmam que o inferno existe para corrigir defeitos morais, assassinatos, roubos, etc. Os demais 94% das razões do inferno existir é para o pecado intelectual de não concordar com Maomé – um crime político. Para essa maioria das razões o inferno islâmico é uma prisão política para aqueles que falam contra o islã.
Maomé pregou sua religião durante 13 anos e conquistou somente 150 seguidores. Mas quando ele entrou nas arenas da política e da guerra, em 10 anos se tornou o principal soberano da Arábia - com a média de um evento violento a cada 7 semanas, durante 9 anos. Seu êxito não veio como líder religioso, mas como líder político.
Em resumo, o islã político define como fazer negócios com os incrédulos e como esses devem ser tratados.
FP - Você pode abordar, resumidamente, a história do islã político?
Warner - A história do islã político começa com a migração de Maomé para Medina – Hégira. Daquele dia em diante a argumentação do islã sempre teria a opção dualística de juntar uma religião gloriosa ou ser o mecanismo de pressão política e da violência. Depois da migração à Medina, o islã se tornou violento quando a persuasão falhou. O jihad foi então introduzido no mundo.
Após a morte de Maomé, Abu Bakr, o segundo califa, ajustou os argumentos teológicos para aqueles que desejaram deixar o islã com a ação política/militar da morte pela espada. O jihad de Umar (o segundo califa, uma espécie de rei-papa) explodiu no mundo dos incrédulos. Esse jihad destruíu o cristianismo no Oriente Médio e Norte da África. Em seguida o zoroastrismo foi varrido da Pérsia e o hinduísmo se tornou sua vítima mais próxima. A história do islã político é a destruição de cristandade no Oriente Médio, Egito, Turquia e Norte da África. Metade da cristandade dessa região desapareçeu. Antes do islã, o Norte da África fazia parte do Sul da Europa (parte do Império Romano). Aproximadamente 60 milhões de cristãos foram mortos durante as conquistas jihadistas.
A metade da gloriosa civilização hindu foi aniquilada e 80 milhões de hindus assassinados.
Os primeiros budistas Ocidentais foram gregos descendentes do exército de Alexander, o grande, que habitavam uma região em que é hoje o Afeganistão. Os jihads destruiu todo o budismo ao longo da via da seda. Aproximadamente 10 milhões budistas morreram. A conquista do budismo é o resultado prático do pacifismo.
Os judeus permaneceram como dhimmis em todas as partes do islã.
Na África mais de 120 milhões de cristãos e animistas morreram nos jihads nesses últimos 1.400 anos.
Aproximadamente 270 milhões de descrentes morreram nos últimos 1.400 anos para honra do islã político. Essas são as lágrimas dos jihads que não são ensinadas em nenhuma escola.
FP - Como nossos intelectuais responderam ao islã?
Warner - A base do pensamento dos incrédulos desmoronou face ao pensamento, às éticas e à lógica políticas islâmicas. Já mencionamos como nossos primeiros intelectuais não poderam nem mesmo denominar os invasores como muçulmanos. Até o momento não possuímos nenhum método para análisar o islã. Não podemos chegar a um acordo sobre o que é o islã e não possuírmos nenhum conhecimento sobre nosso sofrimento como as vítimas dos jihads nesses últimos 1.400 anos.
Vejam como os cristãos, judeus, negros, intelectuais e artistas trataram a doutrina e a história islâmicas. Em todos os casos suas idéias e ações primárias falham.
Os cristãos acreditam que “o amor conquista tudo.” Bem, o amor não conquista o islã. Os cristãos vivem um tempo difícil vendo o islã como uma doutrina política, e não como uma religião. A natureza sectária do pensamento cristão significa que o cristão não-ortodoxo médio não tem nenhum conhecimento ou compaixão sobre o sofrimento de cristão ortodoxo.
Os judeus têm uma teologia que coloca uma relação única entre judeus e o Deus-criador do universo. Mas o islã vê os judeus como macacos que corromperam o Velho Testamento. Os judeus não vêem nenhuma conexão entre a doutrina política do islã e o de Israel.
Os intelectuais negros basearam suas idéias na posição escravo/vítima e como ‘os cristãos brancos foram maus quando lhes fizeram escravos’. O islã jamais reconheceu qualquer dor ou sofrimento que causou na África com seu comércio escravo nesses 1400 anos. Mas os negros não fazem nenhuma tentativa de serem desculpados pelos muçulmanos, preferem silenciarem-se na presença do islã. Por que? É porque os Árabes são seus mestres?
O multiculturalismo falha na origem diante a exigência do islã de que todas civilizações deva submeter-se. A cultura da tolerância rui desastrosamente diante da intolerância ’sagrada’ de éticas dualísticass. Os intelectuais respondem essa questão ignorando os fracassos.
Nossos intelectuais e artistas foram abusados durante 1.400 anos. Certamente, a psicologia dos nossos intelectuais é exatamente como a psicologia da esposa abusada, da criança sexualmente abusada ou da vítima roubada. Observem os paralelos entre as respostas das vítimas de abuso e as dos nossos intelectuais. Vejam como a violência causou as negações.
As vítimas negam que o abuso ocorra: Nossos meios de comunicações nunca informam a maioria dos jihads em volta o mundo. Nossos intelectuais não falam sobre como toda essa violência é conectada a uma doutrina política.
O abusador usa o medo para controlar a vítima: Qual foi a razão para que milhares de jornais não publicassem as caricaturas de Maomé? Salman Rushdie ainda tem uma senteça de morte pelo seu livro – Versos Satânicos. Que artista ‘de ponta’ criar alguma obra de arte sobre o islã? O medo governa nossos intelectuais e artistas.
As vítimas encontram maneiras para culpar-se: devemos nos responsabilizar pelos ataques de 11 de Setembro de 2001. Se tentarmos reagir, muçulmanos mais radicais atuarão com mais ousadia. Devemos acomodar suas necessidades.
A vítima é humilhada: os brancos não falarão sobre como seus antepassados foram subjugados pelo islã. Ninguém deseja reivindicar as vítimas dos jihads. Por que não reividicamos o sofrimento dos nossos antepassados? Por que não gritamos sobre a perda de culturas e povos? Envergonhamo-nos demais para preocupar-nos.
A vítima sente-se incapaz: “o que faremos? Não podemos matar 1.3 bilhão de pessoas.” Ninguém tem qualquer compreensão ou otimismo. Ninguém tem uma idéia do que fazer. O único plano deve ’ser politicamente correto’.
A vítima absorve a própria raiva: Qual é a questão mais polêmica e divisora de opiniões da atual política? O Iraque. E qual o real peso do Iraque nesse questão? Islã político. Há um vídeo na web sobre “como a CIA e Bush planejaram e executaram o 11 de Setembro”. A auto-repugnância cultural é a senha dos nossos intelectuais e artistas.
Odiamo-nos porque somos mentalmente molestados e abusados. Nossos intelectuais e artistas respondem ao abuso das jihads como crianças quando são sexualmente abusadas ou vítimas de roubo que se calam. Estamos intelectualmente doentes e estamos falhando na avaliação clara e objetiva dessa questão. Não estamos conseguindo olhar nosso lado negativo.
FP - Resuma por que é tão crucial para nós aprendermos a doutrina do islã político.
Warner - A história nos comprova que o islã político aniquilou todas culturas que invadiu ou para qual migrou. O tempo para essa aniquilação é de séculos, mas como o islã é ascendente ele nunca falha. A cultura de anfitrião desaparece e extingue-se.
Devemos aprender a doutrina do islã político para sobreviver. A doutrina islâmica é muito clara e nos mostra que todas as formas de força e persuasão podem, devem e são utilizadas para conquistar. O islã é um inimigo auto-declarado de todos os incrédulos. O ditado – “Conheça seu inimigo” – do brilhante filósofo de guerra, o chinês Sun Tsu, nos diz que “devemos saber a doutrina do nosso inimigo ou ser aniquilados”.
Ou em outras palavras: se não aprendermos a doutrina do islã político nossa civilização será aniquilada assim como a civilização coptica do Egito foi.
Os incrédulos devem saber a doutrina do islã político para sobreviver. Por isto o CSPI escreveu, em inglês simples, (versões em outros idiomas estão sendo realizadas) um série de livros sobre essa questão. São livros escolares, fáceis de ler, a exemplo do Alcorão que pode ser lido e entendido por qualquer um que saiba ler. É uma tradução de alta qualidade, contendo todas mensagens do original.
Além da linguagem simples usamos a lógica para classificar e categorizar os conteúdos. O contexto e a cronologia foram restauradas. O resultado é um Alcorão que é uma história épica que termina “no triunfo com a derrota de todos os inimigos de Alá”. Todos nossos livros e filosofia podem ser encontrados no nosso website.
Os muçulmanos dizem que somos inimigos de Alá. Mas nós lhe dizemos: se não aprendemos a doutrina do islã político terminaremos como as primeiras vítimas do islamismo – os tolerantes árabes politeístas da antiga Arábia Saudita que cederam lugar aos Wahabbis (um ramo muito conservador do islã) de hoje, a mais intolerante cultura politeísta da face da terra atualmente.
FP - Bill Warner, obrigado por ter se juntado a nós hoje.
Warner - Jamie, agradeça-lhe por sua bondade e esforços.
* Jamie Glazov, diretor editorialista do Frontpage Magazine, Ph.D. em história, especializado em política externa americana e canadense. Editou e escreveu a introdução de Left Illusions, de David Horowitz. É co-editor (com David Horowitz) de The Hate America Left e autor da Canadian Policy Toward Khrushchev’s Soviet Union (McGill-Queens University, 2002) e de 15 Tips on How to be a Good Leftist.
Fontes
1. Frontpage Magazine
2. Sociel Daily News - Islam: 270 Million Bodies in 1400 Years
Notas
1. Publicado em inglês no World Observatory, com autorização.
2. Traduzido (livre) do inglês para português – por Frank Herles Matos – e publicado no World Observatory
Estudar culturas.
Texto retirado do site http://frankherles.wordpress.com/
Mostra a importancia de se estudar os vários aspectos de uma cultura para entender melhor os fatos atuais.
Estudando os caminhos das guerras islâmicas
January 26, 2009 at 12:17 am | In World
Tags: Alcorão, ASMEA, Conflito, dicotomía islámica, Dissimulação, Doutrinas, Estratagemas, Estratégias, Guerra, Hostilidade, Hudna, Islâmica, Islã, Jihad, Maomé, Muçulmanos, Oriente Médio, Sahih
Por Raymond Ibrahim *
Na conferência inaugural da Associação para Estudos do Oriente Médio e África (ASMEA) em abril passado, o Ten. Cel. Joseph Myers (EUA), levantou um ponto interessante que merece ser aprofundado. É difícel entender como até hoje a maioria das instituições militares ocidentais valorizam tanto textos de guerras clássicas - como “Sobre Guerras” de Clausewitz, ”A Arte da Guerra”de Sun Tsu e até mesmo as resenhas de Alexandre o Grande, registadas por Arrian e Plutarco – e relegam a segundo plano textos de guerras modernas, a exemplo de diversos estudos sobre as doutrinas islâmica de guerra que são tão ou mais contextualizadas nos dias de hoje, e mesmo assim totalmente ignoradas.
Em 2006, William Gawthrop, ex-funcionário graduado do Pentágono lamentou que apesar do alto nível de instituições e estudiosos norte-americanos o Departamento de Defesa ainda não tinha incorporado em seu currículo um estudo sistemático de Maomé como um líder político ou militar. Em consequência, ” ainda não temos uma compreensão profunda das doutrinas de guerras e combates previsto por Maomé; como essas doutrinas poderiam ser aplicadas hoje por um crescente número de grupos islâmicos ou como elas poderiam ser combatidas” [nota nossa]. Hoje, oito anos depois de 11 de Setembro, nossa compreensão sobre a forma de guerra islâmica continua pouco conhecida.
O mais irônico é que todos sabem sobre a defasagem dessas teórias de guerras clássicas (Clausewitz, Sun Tzu, Maquiavel, etc.) e, mesmo assim, continuam a ser incluídos em programas de academias militares e algumas especializações universitárias! As táticas, equipamentos, armas e diplomacia usadas em conflitos hoje são bem diferentes das do passado. Compare esses estudos com as a doutrinas de guerra do islã: a sua qualidade “teológica” - baseada em uma religião cujos preceitos “divino” transcendem o tempo e o espaço, acreditando-se imutáveis e fazendo com que as doutrinas de guerras islâmicas continuem atuais, que continuam e continuarão sendo utilizadas. Os estratagemas do profeta Maomé – em sua guerra Sunna – continua servindo como exemplo diário para os modernos jihadistas.
Por exemplo, baseado nas palavras e atos de Maomé, durante guerras contra infieis [todos que não são muçulmanos], a maioria das escolas de jurisprudência islâmica definem como legítimas as seguintes ações: “uso indiscriminado de forças e armas, mesmo se crianças e mulheres estejam presentes” (catapultas - manjanik – de Maomé no contexto do 7º século ou sequestro de aviões e armas de destruição em massa nos dias de hoje), “a necessidade de sempre enganar o inimigo e quebrar tratados formais, sempre que possível” (Sahih 15: 4057) [1], “sempre usar os tratados de paz – hudna – com o único objetivo de dar aos exércitos islâmicos tempo para se rearmar e reagrupar para atacar novamente – e, em teoria, esses periodos de “hudna” não devem ser superior a dez anos.
Alcorão 3:28 [2] e 16:106 [3], bem como a famosa afirmação de Maomé: “A guerra é o engano“, têm levado todos para a formulação de um conjunto de doutrinas de dissimulação – a mais famosa delas é a doutrina da “Taqiyya” – que permite que os muçulmanos sempre mintam e finjam estar sob a autoridade de infieis.
O engano [mentira, traições...] possui uma função proeminente nas doutrinas de guerra islâmica. Neste sentido o renomado estudioso muçulmano, Ibn al-Arabi, afirmou: “[n]o Hadith, a prática do engano na guerra é muito bem demonstrada. Na verdade, sua necessidade é mais acentuada do que [a necessidade] de coragem e honra.”
Além de ignorar essas estratégias islâmicas bem documentados, mais preocupante ainda é o fato do Departamento da Defesa continuar incapaz de apreciar a “eterna” pertinência das doutrinas do islã – como Dar al-Harb (Casa da Guerra) versus Dar al-Islam (Casa do Islã), dicotomia islâmica que sustenta que “o islã deve sempre se manter em estados de animosidades com o mundo dos infieis e, sempre que possível, torná-los “Dhimmis“[4] até que todos os territórios dos infieis estejam sob regras islâmicas”. Na verdade, esta dicotomia de hostilidade é inequivocamente codificada no mundo islâmico, sendo considerado um ”fard kifaya“ – isto é, “uma obrigação de todos muçulmanos, mas que só pode ser comprida pelos “mais fiéis”, a exemplo dos jihadistas”.
Apesar destas problemáticas – mas revelando – doutrinas, apesar de mesmo em simples e rápidas leituras de sites e livros islâmicos demonstrarem que jihadistas do passado e do presente frequentemente citam as mesmas fontes, altos funcionários do governo norte-americano continuam não levando a sério importantes aspectos das doutrinas de guerra islâmicas!
Por quê? Por causa dos “Sussuradores” – O hábil epíteto de Walid Phares para a maioria dos estudiosos islâmicos do Oriente Médio e seus apologistas enfileirados na imprensa e partidos políticos da esquerda afirma textualmente que “fazem anátema a qualquer um que ouse apontar uma conexão entre a doutrina islâmica e o atual terrorismo islâmico”, fato comprovado pela queda de Steven Coughlin – história bem familiar para os que trabalham nesse área aqui na América e Europa, especialmente. (ver Martin Kramer’s Ivory Towers on Sand: the Failure of Middle Eastern Studies in America – “Torres de Marfim sobre a Areia: o fracasso de Estudos do Oriente Médio na América”, de Martin Kramer).
Embora exista hoje muitos departamentos de estudos sobre o Oriente Médio, uma série sob constante pressões (especialmente nas mais “prestigiosas” universidades), encontrar cursos com os mais cruciais e relevantes temas da atualidade - como sobre jurisprudência islâmica, jihads, conceitos sobre Dar al-Harb (Casa da Guerra) frente a Dar al-Islam (Casa do Islã) - é uma tarefa difícel e mesmo perigosa. São tópicos perturbadores, que envolve interesses e possui implicações internacionais, especialmente geoestratégicos, políticos, econômicos e militares. Por isto o acesso a esses cursos são dificultados, burocratizados e/ou os alunos iniciantes são subiliniamente encaminhados à cursos politicamente “mais corretos” ou inundados com cursos que abordam os males do “Orientalismo” e do colonialismo, gênero de estudos e da sociedade civil.
A grande ironia – quando alguém fala sobre o islã e o Ociedente, ironias brotam em abundância - é que, no mesmo dia da conferência da ASMEA, que também continha uma indireta para a estréia do estudante islâmico Bernard Lewis (“parece-me uma situação perigosa em qualquer tipo de debate acadêmico sobre o islã.”), o Departamento de Estado anunciou que não denominaria mais os radicais do al-Qaeda com termos como ”jihadis” ou ”mujahedin,” nem incorporaria a esses radicais qualquer outra palavra árabe de conotação islâmica a exemplo de “califado,” “islamo-fascismo,” “Salafi,” “Wahhabi,” e “Ummah“.
Infelizmente, longe de ser tomada como o mais básico e simples conselho sobre guerra – o antigo ditado de Sun Tzu, diz: “Conheça teu inimigo” – o governo dos EUA está com dificuldades até mesmo para reconheçer seus inimigos.
* Raymond Ibrahim é Diretor Associado do Middle East Forum (Forum do Oriente Médio) e editor do The Al-Qaeda Reader, tradutor de textos religiosos e propaganda.
Notas
1 – Sahih 15: 4057 – ‘Adi b. Hatim relatou o Mensageiro de Deus (que a paz esteja com ele), como dizendo: “Ele que fez um juramento, mas depois encontrou algo melhor do que isso, deve fazer o que é melhor para si e quebrar seu juramento.”
2 – Alcorão 3:28 – “Não permitimos que os crentes tomem incrédulos como Auliyâ (apoiadores, seguidores, colaboradores, etc.) em vez de fiéis, e quem fizer isso nunca será ajudado por Alá de forma alguma, exceto se você temer um perigo real vindo deles. E Alá te adverte contra si mesmo (seu castigo), e para Alá é o último retorno.”
3 – Alcorão 16:106 – Qualquer um que, depois de aceitar a fé em Deus se tornar um incrédulo - exceto sob coação, mantendo seu coração firme na fé -, abrindo seu peito à incredulidade, sobre eles a ira de Deus cairá, recebendo um terrível castigo.”
4 – Dhimmis – Palavra árabe que significa “protegido”. Originalmente os conquistadores árabes-muçulmanos (638-1683) que invadiram e islamizaram diversos países na África, Ásia e Europa através de jihads, utilizaram essa palavra para designar os não muçulmanos (especialmente judeus, cristãos e Hinduz) dos países conquistados que assinassem um tratado de Dhimma, segundo o qual pagariam um imposto extra para continuarem vivos, exercerem com muito descrição suas próprias religiões e continuarem em suas atividades econômicas. Os dhimmitudes não podem exerçer qualquer cargo público, não podem ser patrões de nenhum muçulmano e só podem casar com muçulmano ou muçulmana se converter-se ao islamismo, etc.
5 – Tradução – Frank Herles Matos
Fonte
1. National Review
Mostra a importancia de se estudar os vários aspectos de uma cultura para entender melhor os fatos atuais.
Estudando os caminhos das guerras islâmicas
January 26, 2009 at 12:17 am | In World
Tags: Alcorão, ASMEA, Conflito, dicotomía islámica, Dissimulação, Doutrinas, Estratagemas, Estratégias, Guerra, Hostilidade, Hudna, Islâmica, Islã, Jihad, Maomé, Muçulmanos, Oriente Médio, Sahih
Por Raymond Ibrahim *
Na conferência inaugural da Associação para Estudos do Oriente Médio e África (ASMEA) em abril passado, o Ten. Cel. Joseph Myers (EUA), levantou um ponto interessante que merece ser aprofundado. É difícel entender como até hoje a maioria das instituições militares ocidentais valorizam tanto textos de guerras clássicas - como “Sobre Guerras” de Clausewitz, ”A Arte da Guerra”de Sun Tsu e até mesmo as resenhas de Alexandre o Grande, registadas por Arrian e Plutarco – e relegam a segundo plano textos de guerras modernas, a exemplo de diversos estudos sobre as doutrinas islâmica de guerra que são tão ou mais contextualizadas nos dias de hoje, e mesmo assim totalmente ignoradas.
Em 2006, William Gawthrop, ex-funcionário graduado do Pentágono lamentou que apesar do alto nível de instituições e estudiosos norte-americanos o Departamento de Defesa ainda não tinha incorporado em seu currículo um estudo sistemático de Maomé como um líder político ou militar. Em consequência, ” ainda não temos uma compreensão profunda das doutrinas de guerras e combates previsto por Maomé; como essas doutrinas poderiam ser aplicadas hoje por um crescente número de grupos islâmicos ou como elas poderiam ser combatidas” [nota nossa]. Hoje, oito anos depois de 11 de Setembro, nossa compreensão sobre a forma de guerra islâmica continua pouco conhecida.
O mais irônico é que todos sabem sobre a defasagem dessas teórias de guerras clássicas (Clausewitz, Sun Tzu, Maquiavel, etc.) e, mesmo assim, continuam a ser incluídos em programas de academias militares e algumas especializações universitárias! As táticas, equipamentos, armas e diplomacia usadas em conflitos hoje são bem diferentes das do passado. Compare esses estudos com as a doutrinas de guerra do islã: a sua qualidade “teológica” - baseada em uma religião cujos preceitos “divino” transcendem o tempo e o espaço, acreditando-se imutáveis e fazendo com que as doutrinas de guerras islâmicas continuem atuais, que continuam e continuarão sendo utilizadas. Os estratagemas do profeta Maomé – em sua guerra Sunna – continua servindo como exemplo diário para os modernos jihadistas.
Por exemplo, baseado nas palavras e atos de Maomé, durante guerras contra infieis [todos que não são muçulmanos], a maioria das escolas de jurisprudência islâmica definem como legítimas as seguintes ações: “uso indiscriminado de forças e armas, mesmo se crianças e mulheres estejam presentes” (catapultas - manjanik – de Maomé no contexto do 7º século ou sequestro de aviões e armas de destruição em massa nos dias de hoje), “a necessidade de sempre enganar o inimigo e quebrar tratados formais, sempre que possível” (Sahih 15: 4057) [1], “sempre usar os tratados de paz – hudna – com o único objetivo de dar aos exércitos islâmicos tempo para se rearmar e reagrupar para atacar novamente – e, em teoria, esses periodos de “hudna” não devem ser superior a dez anos.
Alcorão 3:28 [2] e 16:106 [3], bem como a famosa afirmação de Maomé: “A guerra é o engano“, têm levado todos para a formulação de um conjunto de doutrinas de dissimulação – a mais famosa delas é a doutrina da “Taqiyya” – que permite que os muçulmanos sempre mintam e finjam estar sob a autoridade de infieis.
O engano [mentira, traições...] possui uma função proeminente nas doutrinas de guerra islâmica. Neste sentido o renomado estudioso muçulmano, Ibn al-Arabi, afirmou: “[n]o Hadith, a prática do engano na guerra é muito bem demonstrada. Na verdade, sua necessidade é mais acentuada do que [a necessidade] de coragem e honra.”
Além de ignorar essas estratégias islâmicas bem documentados, mais preocupante ainda é o fato do Departamento da Defesa continuar incapaz de apreciar a “eterna” pertinência das doutrinas do islã – como Dar al-Harb (Casa da Guerra) versus Dar al-Islam (Casa do Islã), dicotomia islâmica que sustenta que “o islã deve sempre se manter em estados de animosidades com o mundo dos infieis e, sempre que possível, torná-los “Dhimmis“[4] até que todos os territórios dos infieis estejam sob regras islâmicas”. Na verdade, esta dicotomia de hostilidade é inequivocamente codificada no mundo islâmico, sendo considerado um ”fard kifaya“ – isto é, “uma obrigação de todos muçulmanos, mas que só pode ser comprida pelos “mais fiéis”, a exemplo dos jihadistas”.
Apesar destas problemáticas – mas revelando – doutrinas, apesar de mesmo em simples e rápidas leituras de sites e livros islâmicos demonstrarem que jihadistas do passado e do presente frequentemente citam as mesmas fontes, altos funcionários do governo norte-americano continuam não levando a sério importantes aspectos das doutrinas de guerra islâmicas!
Por quê? Por causa dos “Sussuradores” – O hábil epíteto de Walid Phares para a maioria dos estudiosos islâmicos do Oriente Médio e seus apologistas enfileirados na imprensa e partidos políticos da esquerda afirma textualmente que “fazem anátema a qualquer um que ouse apontar uma conexão entre a doutrina islâmica e o atual terrorismo islâmico”, fato comprovado pela queda de Steven Coughlin – história bem familiar para os que trabalham nesse área aqui na América e Europa, especialmente. (ver Martin Kramer’s Ivory Towers on Sand: the Failure of Middle Eastern Studies in America – “Torres de Marfim sobre a Areia: o fracasso de Estudos do Oriente Médio na América”, de Martin Kramer).
Embora exista hoje muitos departamentos de estudos sobre o Oriente Médio, uma série sob constante pressões (especialmente nas mais “prestigiosas” universidades), encontrar cursos com os mais cruciais e relevantes temas da atualidade - como sobre jurisprudência islâmica, jihads, conceitos sobre Dar al-Harb (Casa da Guerra) frente a Dar al-Islam (Casa do Islã) - é uma tarefa difícel e mesmo perigosa. São tópicos perturbadores, que envolve interesses e possui implicações internacionais, especialmente geoestratégicos, políticos, econômicos e militares. Por isto o acesso a esses cursos são dificultados, burocratizados e/ou os alunos iniciantes são subiliniamente encaminhados à cursos politicamente “mais corretos” ou inundados com cursos que abordam os males do “Orientalismo” e do colonialismo, gênero de estudos e da sociedade civil.
A grande ironia – quando alguém fala sobre o islã e o Ociedente, ironias brotam em abundância - é que, no mesmo dia da conferência da ASMEA, que também continha uma indireta para a estréia do estudante islâmico Bernard Lewis (“parece-me uma situação perigosa em qualquer tipo de debate acadêmico sobre o islã.”), o Departamento de Estado anunciou que não denominaria mais os radicais do al-Qaeda com termos como ”jihadis” ou ”mujahedin,” nem incorporaria a esses radicais qualquer outra palavra árabe de conotação islâmica a exemplo de “califado,” “islamo-fascismo,” “Salafi,” “Wahhabi,” e “Ummah“.
Infelizmente, longe de ser tomada como o mais básico e simples conselho sobre guerra – o antigo ditado de Sun Tzu, diz: “Conheça teu inimigo” – o governo dos EUA está com dificuldades até mesmo para reconheçer seus inimigos.
* Raymond Ibrahim é Diretor Associado do Middle East Forum (Forum do Oriente Médio) e editor do The Al-Qaeda Reader, tradutor de textos religiosos e propaganda.
Notas
1 – Sahih 15: 4057 – ‘Adi b. Hatim relatou o Mensageiro de Deus (que a paz esteja com ele), como dizendo: “Ele que fez um juramento, mas depois encontrou algo melhor do que isso, deve fazer o que é melhor para si e quebrar seu juramento.”
2 – Alcorão 3:28 – “Não permitimos que os crentes tomem incrédulos como Auliyâ (apoiadores, seguidores, colaboradores, etc.) em vez de fiéis, e quem fizer isso nunca será ajudado por Alá de forma alguma, exceto se você temer um perigo real vindo deles. E Alá te adverte contra si mesmo (seu castigo), e para Alá é o último retorno.”
3 – Alcorão 16:106 – Qualquer um que, depois de aceitar a fé em Deus se tornar um incrédulo - exceto sob coação, mantendo seu coração firme na fé -, abrindo seu peito à incredulidade, sobre eles a ira de Deus cairá, recebendo um terrível castigo.”
4 – Dhimmis – Palavra árabe que significa “protegido”. Originalmente os conquistadores árabes-muçulmanos (638-1683) que invadiram e islamizaram diversos países na África, Ásia e Europa através de jihads, utilizaram essa palavra para designar os não muçulmanos (especialmente judeus, cristãos e Hinduz) dos países conquistados que assinassem um tratado de Dhimma, segundo o qual pagariam um imposto extra para continuarem vivos, exercerem com muito descrição suas próprias religiões e continuarem em suas atividades econômicas. Os dhimmitudes não podem exerçer qualquer cargo público, não podem ser patrões de nenhum muçulmano e só podem casar com muçulmano ou muçulmana se converter-se ao islamismo, etc.
5 – Tradução – Frank Herles Matos
Fonte
1. National Review
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Exemplo que vem de cima
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Lula desrespeitou TCU e coloca dinheiro em obras sob suspeita
Lula desafia TCU e coloca dinheiro em obras sob suspeita
Saída de projetos da Petrobrás de 'lista negra' garante repasse de recursos para investimentos da estatal em PE
BRASÍLIA - Para não correr risco de ver obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) paralisadas em ano eleitoral, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva retirou quatro empreendimentos da Petrobrás da lista de projetos com indícios de irregularidades do Orçamento de 2010. Lula sancionou nesta quarta-feira, 27, o Orçamento de 2010 com apenas dois vetos. Um se tratava justamente da retirada das quatro obras da Petrobrás - duas delas integravam o PAC - da lista de irregularidades apontadas por auditorias do Tribunal de Contas da União (TCU). Se continuassem na lista, as obras, na leitura do governo, poderiam ser interrompidas, pois estariam impedidas de receber recursos orçamentários este ano. A saída das obras da Petrobrás da "lista negra" garante o repasse de recursos para investimentos da estatal na refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco; na refinaria presidente Getúlio Vargas, no Paraná; no terminal de escoamento de Barra do Riacho, no Espírito Santo e no complexo petroquímico do Rio de Janeiro. Em três desses empreendimentos, o TCU apontou indícios de irregularidades, como superfaturamento e critério de medição inadequado e gestão temerária. A obra do complexo petroquímico do Rio entrou na lista por decisão do Congresso, ao votar o Orçamento no fim do ano passado. Não há recomendação de paralisação da obra pelo Tribunal, segundo informou a assessoria do TCU. No ano passado, Lula foi um crítico contumaz sobre o trabalho do TCU, o qual acusou de paralisar obras, causando prejuízos para o Brasil. O governo estuda elaborar projeto para reduzir e limitar o poder de atuação do Tribunal. Agora, para ignorar a recomendação do Tribunal e do Congresso, Lula argumentou que a paralisação das obras da Petrobrás iria acarretar um "prejuízo imediato de aproximadamente 25 mil empregos e custos mensais da ordem de R$ 268 milhões". Alegou ainda que parte dos contratos dos quatro empreendimentos "já apresentam 90% de execução física e sua interrupção gera atraso no início da operação das unidades em construção, com perda de receita mensal estimada em R$ 577 milhões, e dificuldade no atendimento dos compromissos de abastecimento do País com óleo diesel de baixo teor de enxofre". Na exposição de motivos para vetar a inclusão das obras na lista de empreendimentos irregulares do Orçamento deste ano, Lula reconheceu que cedeu ao lobby dos governadores dos Estados, onde se encontram as obras. De fato, a retirada das quatro obras estatal da "lista negra" do Orçamento de 2010 é fruto da pressão dos governadores Eduardo Campos (Pernambuco), Sérgio Cabral (Rio de Janeiro), Paulo Hartung (Espírito Santo) e Roberto Requião (Paraná). A construção da Refinaria Abreu e Lima (PE) e a modernização da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (PR) são obras que fazem parte do PAC.
"O presidente acatou um pedido, um apelo feito pelos governadores dos estados, pelos representantes dos trabalhadores do setor do petróleo, pelos empresários de indústria de base e pelo próprio comitê de obras irregulares da Câmara, que é quem analisa esse tema no âmbito da Comissão Mista de Orçamento", afirmou o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha.
A Petrobrás negou as irregularidades apontadas em suas obras pela TCU. No fim do ano passado, antes do Orçamento de 2010, ser votado no Congresso, a estatal apresentou um ofício aos parlamentares com justificativas sobre a regularidade dos investimentos nas quatro obras. Segundo a Petrobrás, os desentendimentos com o Tribunal de visões diferentes sobre a contratação de serviços.
Em dezembro, o coordenador do Comitê de Obras Irregulares, o deputado Carlos Melles (DEM-MG) defendeu a permanência das obras da Petrobrás na lista negra alegando que as obras não seriam interrompidas. Isso porque seriam bloqueados apenas os contratos e convênios onde foram identificadas irregularidades. Com a retirada dos empreendimentos da Petrobrás, ficaram na lista de obras irregularidades 20 outras obras - sendo duas do PAC. Esses empreendimentos não poderão receber recurso do Orçamento da União para este ano até que as falhas sejam sanadas.
O TCU recomendou ao Congresso o bloqueio das verbas destinadas à refinaria Abreu e Lima, em Recife, depois de auditoria do Tribunal que verificou indícios de superfaturamento de R$ 96 milhões nas obras de terraplenagem e de sobrepreço avaliado em R$ 121 milhões. A refinaria, que tem a construção orçada em R$ 4,2 bilhões, é construída em parceria com a venezuelana PDVSA, além de ser uma das maiores obras do PAC. As melhorias na refinaria Getúlio Vargas, no Paraná,outro empreendimento do PAC, estão orçadas em R$ 2,5 bilhões. Já o complexo petroquímico do Rio tem investimentos previstos de R$ 11,5 bilhões.
Edna Simão e Eugênia Lopes, da Agência Estado
COMENTO:
É o retrato do Brasil.O exemplo que vem de cima.
É o famoso jeitinho brasileiro.
Só vamos melhorar quando investirmos em educação com a devida atenção as questões morais e éticas.
Lula desrespeitou TCU e coloca dinheiro em obras sob suspeita
Lula desafia TCU e coloca dinheiro em obras sob suspeita
Saída de projetos da Petrobrás de 'lista negra' garante repasse de recursos para investimentos da estatal em PE
BRASÍLIA - Para não correr risco de ver obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) paralisadas em ano eleitoral, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva retirou quatro empreendimentos da Petrobrás da lista de projetos com indícios de irregularidades do Orçamento de 2010. Lula sancionou nesta quarta-feira, 27, o Orçamento de 2010 com apenas dois vetos. Um se tratava justamente da retirada das quatro obras da Petrobrás - duas delas integravam o PAC - da lista de irregularidades apontadas por auditorias do Tribunal de Contas da União (TCU). Se continuassem na lista, as obras, na leitura do governo, poderiam ser interrompidas, pois estariam impedidas de receber recursos orçamentários este ano. A saída das obras da Petrobrás da "lista negra" garante o repasse de recursos para investimentos da estatal na refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco; na refinaria presidente Getúlio Vargas, no Paraná; no terminal de escoamento de Barra do Riacho, no Espírito Santo e no complexo petroquímico do Rio de Janeiro. Em três desses empreendimentos, o TCU apontou indícios de irregularidades, como superfaturamento e critério de medição inadequado e gestão temerária. A obra do complexo petroquímico do Rio entrou na lista por decisão do Congresso, ao votar o Orçamento no fim do ano passado. Não há recomendação de paralisação da obra pelo Tribunal, segundo informou a assessoria do TCU. No ano passado, Lula foi um crítico contumaz sobre o trabalho do TCU, o qual acusou de paralisar obras, causando prejuízos para o Brasil. O governo estuda elaborar projeto para reduzir e limitar o poder de atuação do Tribunal. Agora, para ignorar a recomendação do Tribunal e do Congresso, Lula argumentou que a paralisação das obras da Petrobrás iria acarretar um "prejuízo imediato de aproximadamente 25 mil empregos e custos mensais da ordem de R$ 268 milhões". Alegou ainda que parte dos contratos dos quatro empreendimentos "já apresentam 90% de execução física e sua interrupção gera atraso no início da operação das unidades em construção, com perda de receita mensal estimada em R$ 577 milhões, e dificuldade no atendimento dos compromissos de abastecimento do País com óleo diesel de baixo teor de enxofre". Na exposição de motivos para vetar a inclusão das obras na lista de empreendimentos irregulares do Orçamento deste ano, Lula reconheceu que cedeu ao lobby dos governadores dos Estados, onde se encontram as obras. De fato, a retirada das quatro obras estatal da "lista negra" do Orçamento de 2010 é fruto da pressão dos governadores Eduardo Campos (Pernambuco), Sérgio Cabral (Rio de Janeiro), Paulo Hartung (Espírito Santo) e Roberto Requião (Paraná). A construção da Refinaria Abreu e Lima (PE) e a modernização da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (PR) são obras que fazem parte do PAC.
"O presidente acatou um pedido, um apelo feito pelos governadores dos estados, pelos representantes dos trabalhadores do setor do petróleo, pelos empresários de indústria de base e pelo próprio comitê de obras irregulares da Câmara, que é quem analisa esse tema no âmbito da Comissão Mista de Orçamento", afirmou o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha.
A Petrobrás negou as irregularidades apontadas em suas obras pela TCU. No fim do ano passado, antes do Orçamento de 2010, ser votado no Congresso, a estatal apresentou um ofício aos parlamentares com justificativas sobre a regularidade dos investimentos nas quatro obras. Segundo a Petrobrás, os desentendimentos com o Tribunal de visões diferentes sobre a contratação de serviços.
Em dezembro, o coordenador do Comitê de Obras Irregulares, o deputado Carlos Melles (DEM-MG) defendeu a permanência das obras da Petrobrás na lista negra alegando que as obras não seriam interrompidas. Isso porque seriam bloqueados apenas os contratos e convênios onde foram identificadas irregularidades. Com a retirada dos empreendimentos da Petrobrás, ficaram na lista de obras irregularidades 20 outras obras - sendo duas do PAC. Esses empreendimentos não poderão receber recurso do Orçamento da União para este ano até que as falhas sejam sanadas.
O TCU recomendou ao Congresso o bloqueio das verbas destinadas à refinaria Abreu e Lima, em Recife, depois de auditoria do Tribunal que verificou indícios de superfaturamento de R$ 96 milhões nas obras de terraplenagem e de sobrepreço avaliado em R$ 121 milhões. A refinaria, que tem a construção orçada em R$ 4,2 bilhões, é construída em parceria com a venezuelana PDVSA, além de ser uma das maiores obras do PAC. As melhorias na refinaria Getúlio Vargas, no Paraná,outro empreendimento do PAC, estão orçadas em R$ 2,5 bilhões. Já o complexo petroquímico do Rio tem investimentos previstos de R$ 11,5 bilhões.
Edna Simão e Eugênia Lopes, da Agência Estado
COMENTO:
É o retrato do Brasil.O exemplo que vem de cima.
É o famoso jeitinho brasileiro.
Só vamos melhorar quando investirmos em educação com a devida atenção as questões morais e éticas.
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