sábado, 31 de outubro de 2009

Valorização da morte.Até quando?

Retirado do blog Reaja Brasil

31.10.09
O assombroso silêncio mundial ante o horror!
Foram mais de 100 vítimas inocentes no Paquistão, outras 160 no Iraque e um silêncio ensurdecedor no resto do mundo

Todo atentado terrorista é hediondo, mas o que aconteceu na quarta-feira em Peshawar, no Paquistão, teve uma característica particularmente perversa. O carro-bomba, com motorista suicida, serpenteou pela área de um mercado ao ar livre bem na hora em que as mães pegam os filhos na escola e vão comprar comida para fazer o jantar. A explosão matou mais de 100 pessoas, na maioria mulheres e crianças. Com o mesmo método e a mesma filiação ideológica – o radicalismo islâmico, recrudescido diante da percepção de que os Estados Unidos vacilam –, outros dois carros lotados de explosivos provocaram carnificina no centro de Bagdá: mais de 160 pessoas estraçalhadas. Tão assombroso quanto as bombas foi o silêncio mundial ante o horror do massacre dos inocentes. Os jovens anarquistas de roupas moderninhas que fazem quebra-quebra a cada reunião do G-20 ou do FMI? Nada. As senhoras de cor-de-rosa que protestam contra todas as ações militares dos Estados Unidos? Caladíssimas. E os imãs, os chefes das mesquitas ou os fiéis comuns dos países muçulmanos, indignados com a matança de seus irmãos de fé? Nem pensar. Os motivos obedecem a razões deturpadas. Em relação ao Iraque, é porque as vítimas são xiitas, que ascenderam ao poder com a derrubada de Saddam Hussein, e qualquer manifestação de apoio a eles é vista como endosso à invasão americana. O mesmo raciocínio enviesado se aplica, em outras condições, ao Paquistão, onde talibãs e companhia barbarizam. O governo do Iraque pediu à ONU que abra um inquérito sobre os atentados. Será interessante ver como o pacifismo seletivo reage. Já apareceu o primeiro abaixo-assinado?

COMENTO:
Enquanto se valorizar a morte em detrimento da vida não teremos paz no mundo.É preciso cobrar dos muçulmanos moderados ações no sentido de condenar tais atos utilizando os próprios ensinamentos do alcorão.Ou não podem?Ou concordamcom tal prática?
E a ONU?E as ONGs? Porque não se manifestam?
Aguardo as respostas.Senão, eu mesmo vou responder e muita gente não vai gostar.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Brasileiro tem memória curta

Brasileiro tem memória ultra curta:Nem se fala mais no ZELAYA??????
Brasileiro tem memória curta:Sarney continua Presidente do Senado.
Brasileiro não tem memória:Continua elegendo os mesmos políticos.

sábado, 24 de outubro de 2009

Intelectuais e MST

24 de outubro de 2009
Retiarado do blogdo Frodo Balseiro
Chamando criminosos pelo nome!


"Em reação ao que chamam de "criminalização do MST", um grupo de 71 intelectuais brasileiros e estrangeiros divulgou ontem um manifesto condenando a cobertura da mídia sobre o movimento.

Mencionando a invasão de uma fazenda no interior de São Paulo no início deste mês, o texto diz que a mídia foi "taxativa em classificar a derrubada de alguns pés de laranja como atos de vandalismo".
Assinam o documento, entre outros, o crítico literário Antonio Candido, o economista Plínio de Arruda Sampaio, o sociólogo Paulo Arantes, o escritor Luis Fernando Veríssimo e o filósofo Paulo Arantes. O manifesto também teve adesão do sociológo português Boaventura de Souza Santos e do escritor uruguaio Eduardo Galeano.
Além de acusar redes de televisão de omitir informação sobre as terras da Cutrale serem públicas, o documento diz que o objetivo do movimento de criminalização é barrar a revisão dos índices de produtividade prometida pelo governo federal.
O texto afirma que a medida ameaçaria o interesse de grandes produtores, ao tornar disponíveis para a reforma agrária terras que eles dizem ser produtivas.
O texto também condena o recolhimento de assinaturas, nesta semana, para criar a CPI do MST no Congresso. Diz que, junto com a cobertura midiática, a iniciativa objetiva bloquear a reforma agrária.
O texto cita números do IBGE que mostram aumento na concentração de terras e da Comissão Pastoral da Terra que denunciam crescimento da violência contra sem-terra neste ano. Por fim, convoca setores a se engajarem para lutar com o MST

COMENTO:
Ainda não me responderam:- Qual é a definição de intelectual?

Que nível.Não há solução a vista para um país com esses políticos

JORNALISMO POLITICAMENTE INCORRETO
Retirado do Blog do Amorim.

Sábado, Outubro 24, 2009
OS 'JUDAS' DA CARAVANA DE DILMA ROUSSEFF
Escondidos nos bastidores da caravana de Dilma, os "Judas"

A revista Veja que foi às bancas neste final de semana faz um interessante inventário do arco de apoio político de Dilma Rousseff. Resta perguntar: quem tem coragem de votar em Dilma, hoje de braços dados com Sarney, Maluf e Renan Calheiros, dentre outras notórias figuras da pilantragem política brasileira?

Em parte, isto explica os altos índices em favor do governador paulista José Serra na corrida presidencial, segundo as pesquisas já divulgadas. O governador paulista não é carismático, homem de poucos sorrisos, enfim, não faz o figurino do político bom de voto. Entretanto, já se elegeu com folga para o Senado, para a prefeitura de São Paulo e hoje é o governador paulista, tendo passado pelo Ministério da Saúde.

Entretanto, José Serra é dos pouquíssimos políticos brasileiros de projeção nacional sobre o qual não pesam acusações de escândalos e trambicagens. Este é, sem dúvida, o maior trunfo de Serra e se expressa nos números das pesquisas eleitorais. Se o PSDB conseguir capitalizar esta extraordinária vantagem moral que tem em mãos, vence a eleição no primeiro turno.

Mas como dizia no começo destas linhas, a Veja mostra que Lula e o PT, os ex-paladinos da ética e da moralização da política, trilham o caminho inverso da oposição e submergem num valhacouto de trambiqueiros, valendo inclusive, como afirmou Lula, um acordo com Jucas Iscariotes. Desta feita a definição lulística está absolutamente correta.

Aqui a parte inicial da reportagem de Veja:

No evangelho político do presidente Lula, se Judas Iscariotes, o apóstolo traidor, fosse brasileiro, Jesus Cristo teria de fazer com ele uma aliança tática para governar. A analogia é estranha, mas deriva de uma receita testada nos últimos anos pelo próprio presidente. Para garantir uma maioria folgada no Congresso, Lula lançou-se nos braços dos fariseus históricos da política brasileira. Dá-lhes cargos, verbas e visibilidade.

Em troca, recebe apoio e proteção. Apesar dos escândalos que fraternidades assim estão fadadas a produzir – e já produziram aos borbotões –, os altíssimos índices de popularidade do governo sustentam a convicção oficial de que esse é o caminho certo, o modelo mais apropriado para viabilizar ambiciosos projetos de poder.

A ministra Dilma Rousseff, a candidata do governo à sucessão de Lula, já assimilou os ensinamentos do mestre. Nas últimas semanas, ela selou pactos de fidelidade com alguns partidos, entre os quais o PMDB de José Sarney, Renan Calheiros e Jader Barbalho, o PR do mensaleiro Valdemar Costa Neto e do deputado Edmar Moreira, o homem do castelo, e o PP de Paulo Maluf

A língua do LULA

E continua o festival de besteiras.
Aliança entre Jesus e Judas no Brasil.Isso só demonstra o que o próprio Presidente acha de seu país.
Precisa dizer mais alguma coisa?
O pior é que pratica o que fala.Faz alianças com qualquer um para se manter no poder e fazer a sucessão.E ainda diz que Jesus teria que fazer a mesma coisa.

sábado, 17 de outubro de 2009

Evolução.

O conhecimento intelectual sem o devido crescimento moral torna nossa evolução incompleta.
Em 2000 mil anos notamos um gigantesco avanço tecnológico mas sem o acompanhamento moral na mesma velocidade.O resultado é o mundo que vivemos hoje.
É necessário avançarmos mais rápidamente na questão moral para tornarmos o mundo melhor.Afinal se vamos reencarnar nesse mesmo planeta que seja bem melhor que hoje.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Brasil motivo de orgulho?

Segunda-feira, 12 de Outubro de 2009
PORQUE NÃO ME UFANO DO MEU PAÍS
Maria Lucia Victor Barbosa
12/10/2009

O presidente da República, tomado de transbordante euforia por conta da escolha do Brasil para sediar a Olimpíada de 2016, disse no encerramento do Seminário Empresarial Brasil/União Européia que: “depois de décadas de auto-estima jogada para baixo, os brasileiros aprenderam gostar de ser brasileiros”.
Apesar de seu alto cargo o senhor Lula da Silva não pode falar por mim, não está autorizado a tanto. Exatamente por conta dele e de seu mandarinato formado pelos companheiros de governo, hoje em dia não gosto de ser brasileira.
É inegável que progredimos em vários aspectos. Muito mais pela iniciativa particular do que pelo avassalador, incompetente e corrupto Estado. Mas não evoluímos tanto quanto poderíamos. Isto está provado pelo crescimento pífio mesmo nos tempos de bonança da economia mundial. Continuamos em vergonhoso 75º lugar no índice de Desenvolvimento Humano e ocupamos a 81ª colocação no índice de expectativa de vida.
Temos tudo para ser o país do futuro, mas nossa mentalidade nos deixa muito aquém do lema de nossa bandeira: “Ordem e Progresso”. Aliás, a desordem vem se acentuando se levarmos em conta a violência urbana. Se houvesse modalidade olímpica de mortes em acidentes de trânsito ganharíamos fácil medalha de ouro, pois já somos recordistas mundiais nesse “esporte” onde a maioria que faz do seu carro uma arma parece estar sempre bêbada. Quanto ao terrorismo do MST faz lembrar o “estado de natureza” onde “não há meu nem seu, mas o que eu puder tomar, pelo tempo que puder conservar”. O último espetáculo do “pacífico movimento social” na Fazenda Santo Henrique, da empresa Cutrale, no interior de São Paulo, ocorrida em 28 de setembro, redundou na destruição de milhares de pés de laranja, de 28 tratores, da sede da fazenda, além de furto de equipamentos, defensivos e pertences de famílias de colonos que foram expulsas da propriedade pelos “coitadinhos” dos chamados sem-terra. Devido à má repercussão o presidente da República chegou a falar em vandalismo dos companheiros do MST. Quanto cinismo! O governo financia os baderneiros com milhões de reais e o paternal Lula já envergou o boné do movimento que age com requintes de bandidos.
Para piorar, pode-se dizer que a mais alta instância do Poder Judiciário, o STF, acabou quando Lula da Silva emplacou seu oitavo ministro com a complacência do subserviente Senado. E o jovem Toffoli, ao que tudo indica uma nulidade jurídica, cujo currículo tem como ponto alto a amizade do poderosíssimo José Dirceu, afirmou em entrevista à Folha de S. Paulo (04/10/2009) algo que no mínimo dá o que pensar. Interpretando as palavras de Jesus sobre o sábado ser feito para o homem e não o homem para o sábado, concluiu que “a lei é o parâmetro, mas ela leva em conta ao ser aplicada, o homem, o ser, a vida”. Para regozijo do terrorista Cesare Battisti, seria o companheiro ministro adepto do Direito Alternativo? O tempo dirá.
Nem Copa do Mundo, nem Olimpíada, vão fazer de mim uma ufanista enquanto a Educação, que leva em conta a quantidade e não a qualidade, fabricar analfabetos funcionais, despreparados para o mercado de trabalho, iludidos do faz-de-conta educacional das escolas que emburrecem em vez de ensinar. A continuar assim estaremos longe de ser a “quinta ou sexta economia do mundo”, como profetizou num lance de propaganda, o presidente da República. Tampouco vou me orgulhar do Brasil enquanto a Saúde não sair do caos em que se encontra para a grande massa de eleitores do pai Lula, justamente os que não podem pagar um plano para se tratar adequadamente.
Morro também de vergonha de ser brasileira ao observar nossa política externa, omissa quando se trata de países que desrespeitam direitos humanos, bajuladora de ditadores da pior espécie, que aceitou a interferência militar de Evo Morales nas instalações da Petrobrás e a expropriação da empresa em terras bolivianas, que se sujeitou ao bispo Lugo ao aceitar pagar mais pelo excedente de energia produzido pela Hidrelétrica de Itaipu, que exalta os déspotas Fidel Castro e Hugo Chávez como democratas, mas que intervém vergonhosa e covardemente em Honduras para respaldar mais um agente de Chávez, transformando nossa embaixada em comitê do falastrão Manuel Zelaya.
Li que tendo morrido em Gaza um casal de zebras, o dono do zoológico, para se ressarcir do prejuízo, resolveu pintar dois burros de branco com listas negras. Foi um sucesso de público. Pois bem, Lula dá ao povo as falsas zebras da Copa e da Olimpíada, enquanto os sérios problemas da Saúde, da Educação, da infra-estrutura, da violência, da impunidade nos mantém no ilusionismo cínico da propaganda governamental. É certo que como ocorre com Berlusconi, nada abalará o prestígio de Lula da Silva. O povo adora falsas zebras. Mas, por essas e por outras, estou bem longe de me ufanar pelo meu país.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.
mlucia@sercomtel.com.br
www.maluvibar.blogspot.com

COMENTO:
Não tem muito o que comentar.O texto é claro e objetivo.Concordo plenamente.
Ela só esqueceu de mencionar duas coisas:
1-A aliança Brasil,Venezuela e Irã.
2-País da maior carga tributária injusta com a classe média.Veja o absurdo da restituição.