quarta-feira, 28 de abril de 2010

Para sua diversão

Enviado por José do Carmo Rodrigues -

Como as coisas mudam...

Reclamações pertinentes

A ditadura de agora Na época da ditadura, podíamos acelerar nossos Mavericks acima dos 120km/h sem a delação dos radares, mas não podíamos falar mal do presidente. Podíamos cortar a goiabeira do quintal, empesteada de taturanas, sem que isso constituísse crime ambiental, mas não podíamos falar mal do presidente. Podíamos tomar nossa redentora cerveja após o expediente, sem o risco de sermos jogados à vala da delinqüência, mas não podíamos falar mal do presidente. Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças ("ei negão"), credos ("esse crente aí") ou preferências sexuais ("fala sua bicha") e não éramos processados por isso, mas não podíamos falar mal do presidente. Íamos a bares e restaurantes cujas mesas mais pareciam Cubatão em razão de tantos fumantes, os quais não eram alocados entre o banheiro e a coluna que separa a chapa, mas não podíamos falar mal do presidente. Cantava a menina do Contas a Pagar ou a recepcionista sem medo de sofrer processo judicial por assédio, mas não podia falar mal do presidente.. . Hoje a única coisa que podemos fazer é falar mal do presidente! Que merda!

Perigo

Enviado por Ricardo Noblat -
28.4.2010
12h45m
Agente da inteligência iraniana esteve no Brasil
Qolam Hosein Mohseni-Ejei, membro do serviço secreto de Inteligência iraniana esteve no Brasil participando do 12o Congresso das Nações Unidas sobre Justiça Criminal, que ocorreu em Salvador entre os dias 12 e 19 de abril.
A presença de um alto membro da inteligência iraniana no Brasil despertou a suspeita de que a visita tenha tido outros propósitos. Até mesmo pelo fato de que justiça criminal não é o forte no Irã.

COMENTO:
Alertei no post anterior sobre o perigo dessas presenças no Brasil.
Reinaldo Azevedo


Paraguai - Terroristas do EPP e das Farc teriam se reunido em território brasileiro quarta-feira, 28 de abril de 2010 5:07

Rodrigo Rangel - O Estado de S.Paulo

Arquivos do computador de Raúl Reyes, um dos líderes máximos das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) morto em 2008 num ataque militar do Exército colombiano no Equador, indicam que a guerrilha colombiana e o Exército do Povo Paraguaio (EPP) usaram o território brasileiro para reuniões e para esconder dinheiro proveniente de sequestros promovidos em território paraguaio.
Os arquivos fazem menção a supostos pagamentos do EPP para as Farc, no Brasil, como contrapartida pelos serviços prestados pelos colombianos à guerrilha paraguaia. Autoridades do Paraguai e da Colômbia afirmam que as Farc deram treinamento militar e ensinaram táticas de sequestro aos membros do EPP.
O conjunto de papéis a que o Estado teve acesso é o fato novo com o qual o governo de Assunção espera convencer o Brasil a rever o refúgio político concedido aos militantes de esquerda J.F.A, A.M.M e V.A.C.O.
Acusados pelo Paraguai de liderar as ações do EPP, os três ganharam do governo brasileiro o status de refugiados políticos. O Paraguai contesta a decisão, tomada em 2003 pelo Comitê Nacional para Refugiados (Conare), do Ministério da Justiça.
Brasileiro envolvido. Os arquivos do computador de Reyes foram enviados às autoridades paraguaias pelo governo da Colômbia a partir de um acordo de cooperação judicial firmado em 2009. Em e-mails trocados com representantes da guerrilha dentro e fora da Colômbia, brasileiros aparecem como intermediários da relação entre as Farc e o EPP. Um deles é o ex-vereador de Guarulhos Edson Antônio Albertão, do Psol, a quem o documento colombiano se refere como integrante do “Comitê das Farc no Brasil”.
Uma das mensagens anexadas ao relatório de 51 páginas, com timbre da Polícia Judiciária da Colômbia, diz que Albertão foi “designado” pelas Farc para guardar em sua casa, em Guarulhos, uma remessa de dinheiro feita pelo EPP para a guerrilha colombiana. O dinheiro, de acordo com o documento, seria produto de “sequestros no Paraguai”.
A mesma mensagem faz referência a outro personagem que ganhou refúgio político do governo brasileiro e causou problemas diplomáticos com um país vizinho. Diz o texto que parte do dinheiro supostamente guardado na casa de Albertão era destinada a financiar atividades, no Brasil, do padre colombiano Olivério Medina. Medina, ou “Cura Camilo”, atuou como representante das Farc no Brasil durante anos. Condenado na Colômbia por homicídio, sequestro e terrorismo, ele ganhou status de refugiado em 2006.
Nos e-mails, alguns enviados a Rodrigo Granda, tido como “embaixador das Farc”, Raúl Reyes se referia à guerrilha paraguaia como “Los Cuenta Chistes” (Os Contadores de Piada, em espanhol). Numa das mensagens atribuídas pela Colômbia a Reyes e enviada num momento em que o EPP enfrentava uma cisão em seu comando, o então líder das Farc diz: “Espero que (a briga) não afete nossas relações e nossos negócios com eles.”
Venezuela. Sem mais detalhes, o documento oficial colombiano diz que outra parcela da quantia enviada a Albertão pelo EPP deveria ser remetida a um destinatário indicado pelas Farc na Venezuela. No novo recurso em que pede ao Conare a revisão do refúgio concedido aos três paraguaios, o governo de Assunção afirma que, como fundadores do EPP, eles são os encarregados de intermediar as relações da guerrilha paraguaia com as Farc a partir do Brasil.
Os papéis fazem menção, ainda, a encontros entre representantes das Farc e do EPP no Brasil. As reuniões teriam ocorrido em Brasília e em Foz do Iguaçu. As informações criam embaraços para o Brasil, que, ao defender a concessão do refúgio aos paraguaios, têm sustentado que o trio não realiza atividade política no Brasil.

COMENTO:
Vejam a mistura explosiva e a desigualdade.
Presença de pessoas ligadas ao Hezbolah na triplice fronteira
Aliança Venezuela, Irã e Brasil
Presença de terroristas paraguaios na fronteira
Reuniões no Brasil de membros das FARCS e EPP
Asilo a terroristas por serem esquerdistas.Os pobres dos cubanos que tentaram asilo no Brasil no Pan Americano foram devolvidos a Cuba.
Depois quando surgirem atentados no País não podem reclamar.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Shalit e o silencio do mundo.

Indignidade terrorista – por Osias Wurman
segunda-feira, abril 26, 20100

As agencias internacionais de notícias informam nesta manhã de segunda-feira: As Brigadas de Azedin Al Kasen, braço armado do movimento muçulmano Hamas, divulgaram neste domingo um vídeo sobre o soldado israelense Gilad Shalit, preso desde 2006, que gerou polêmica em Israel por insinuar que o militar voltará num caixão caso a sua troca por presos palestinos demore. Em 3D e com três minutos de duração, o clipe, intitulado “O sentimento na sociedade sionista sobre Shalit”, mostra o pai do soldado envelhecendo quando vê seu filho retornar em um caixão. O Curta-metragem foi publicado no site das “Brigadas” e mostra Noam Shalit, pai do soldado, perambulando pelas ruas israelenses nas quais vê grandes cartazes em que o primeiro-ministro anterior, Ehud Olmert, e o atual, Benjamin Netanyahu, e prometem fazer todo o que estiver em suas mãos para conseguir sua libertação. O pai de Gilad Shalit aparece cabisbaixo, 20 anos depois na mesma situação, vendo o seu filho preso e sem reflexos de solução, e passando por um novo Ministério israelense para assuntos de desaparecidos e prisioneiros, aparente alusão ao seguimento dos sequestros de soldados israelenses por milícias palestinas. O pai, já idoso, desperta de um sonho em que recebe o filho em um caixão com as cores da bandeira de Israel pouco antes do fim do curta com a legenda “Ainda há esperança”.
Como é sabido, Guilad Shalit foi seqüestrado dentro de território israelense, em junho de 2006, quando tinha 18 anos, por um comando terrorista do Hamas. Apesar da aceitação pelo governo israelense da troca de Shalit por 1.000 prisioneiros palestinos, o Hamas não aceitou a oferta e colocou entraves ao negociador alemão que vem intermediando o acordo de troca. Na lista exigida pelo Hamas encontram-se responsáveis pelos atentados mais sangrentos cometidos em centros urbanos israelenses durante a Segunda Intifada. As declarações do pai de Guilad Shalit, Noam, refletem bem o sentimento de dor e frustração de todos que almejam a libertação de seu filho: “Uma verdadeira vergonha que os líderes do Hamas continuem elegendo a guerra psicológica contra nossa família e a sociedade israelense, em lugar de se dirigir e autorizar uma troca que esteve em sua mesa quatro meses sem resposta”. Resta ao mundo civilizado entender que, se é difícil negociar com o Hamas a devolução de um soldado seqüestrado em troca de mil prisioneiros, como acreditar em negociações de paz em ambiente com tamanha indignidade terrorista?

COMENTO:
Não há o que comentar, o artigo diz tudo.
Só há que se lamentar a indiferença do mundo com o fato.

sábado, 24 de abril de 2010

Para sua diversão mas com um fundo de verdade.

Rolando na Rede
FHC x LULA
Ao atender o telefone FHC ouve a inconfundível voz do Lulla:
- Estou lhe desafiando para uma partida de futebol no próximo final de semana. FHC contra o Lulla, aceita?Vc pode trazer sua equipe econômica!
- Aceito, sim - respondeu FHC, humildemente. - Mas, a honestidade me obriga a lhe dizer que vocês vão perder. Tenho os melhores economistas de todos os tempos no meu time.
- Pode ser! Mas não se esqueça de que eu tenho os piores juízes!

Mais copa

Retirado de http://odia.terra.com.br/portal/ataque/html/2010

Jornal: obras para Brasil 2014 estão 2 anos atrasadas, diz Fifa

São Paulo - Para a cúpula da Fifa, as obras nos estádios e a preparação do Brasil para a Copa do Mundo de 2014 estão dois anos atrasadas. De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, publicamente, o tom diplomático será mantido - nos bastidores, porém, as críticas são grandes. A entidade lembra o fato de que o Brasil tinha candidatura única desde 2007 e, apesar de poder se organizar para as reformas e construções a partir de 2008, só está começando neste ano.Ainda de acordo com o jornal, a Fifa ressalta que o Brasil não terá quatro anos para estar pronta, mas sim três. Em 2013, o País precisa da estrutura preparada para receber a Copa das Confederações. A entidade máxima do futebol deve se reunir com a CBF em breve para discutir algumas questões, entre elas a enchente pela qual o Maracanã passou no começo do mês. As cobranças devem aumentar após a Copa deste ano.

COMENTO;
Alguma novidade no fato?Os políticos já ganharam seus dividendos, agora é só colocar a culpa nos outros.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

COPA 2014 E OBRAS

Orlando Silva ameaça excluir cidades que ultrapassarem período de início das obras
Ministro do Esporte pode obrigar diminuição do número de sedes para 2014
GLOBOESPORTE.COM e das agência de notícias Ilha de Comandatuba, BA

O ministro do Esporte, Orlando Silva, afirmou nesta sexta-feira que pretende excluir as cidades-sede que ultrapassarem o período de início das obras para a Copa do Mundo de 2014. Este seria o “Plano B” do Governo Federal para o atraso das construções dos estádios. – Posso assegurar que se a cidade não cumprir o prazo de início de obras de 3 de maio, passa a ter o risco de exclusão da Copa – declarou, durante sua entrevista no Fórum Empresarial de Comandatuba, na Bahia, que anualmente reúne industriais e representantes do Governo na cidade baiana.

Orlando Silva explicou que não há a necessidade de ter todas as 12 sedes para o Mundial. – A decisão de fazer a Copa em 12 cidades foi do presidente Lula, para que todas as regiões do Brasil pudessem receber jogos, mas a Fifa só precisa de oito cidades, porque são oito os grupos de seleções. Então, nosso plano de contingência é eliminar cidades que não consigam cumprir os prazos – disse.

As doze sedes escolhidas pela Fifa são: Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Manaus, Recife, Fortaleza, Natal e Cuiabá.

COMENTO:
Alguém tem dúvida que todos os Estados vão atrasar as obras?Até parecem que não conhecem o país.
E os portos, aeroportos, estradas, hospitais,ruas, transporte público?Onde começou as melhorias?