Deputado diz que está se lixando para a opinião pública.
Espero que o brasileiro não tenha memória curta e se lembre disso nas próximas eleições.
domingo, 10 de maio de 2009
sábado, 9 de maio de 2009
Mentalidade
VEJA 5 - O discurso do ódio perdeu
Por André Petry:
Elie Wiesel tem 80 anos, 58 quilos e 1,73 metro de altura. É franzino. Diz estar cansado e sentir o peso da idade. Quando abre a boca, é um gigante que fala. Sobreviveu à prisão em dois campos de concentração nazistas. Perdeu a mãe e a irmã em Auschwitz. Viu o pai morrer em Buchenwald. Decidiu que sua missão seria não deixar morrer a verdade sobre o holocausto dos judeus. Escreveu cinquenta livros, tornou-se um humanista, um porta-voz da tolerância, e ganhou o Nobel da Paz em 1986. Há pouco, estava em Genebra, protestando contra a presença do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, na conferência sobre racismo da ONU. Passou por Nova York, onde mora (e onde perdeu todas as suas economias de meio século de trabalho, cerca de 13 milhões de dólares, pelas mãos do maior golpista de Wall Street, Bernie Madoff), e em seguida foi a Paris para dar mais uma palestra. Viajou feliz ao saber que Ahmadinejad cancelara sua visita ao Brasil. Antes de embarcar, falou a VEJA.
O cancelamento da visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, é um bom sinal?
Sem dúvida. Seja qual for o motivo real do cancelamento da visita, é uma vitória da democracia e dos direitos humanos sobre o discurso do ódio. Ahmadinejad não merece visitar nenhuma sociedade civilizada, democrática. Como gesto político, o convite que o governo brasileiro lhe fez pode ter suas razões, mas é um grande erro do ponto de vista moral. Convidar alguém para ir a sua casa equivale a prestar-lhe uma homenagem, e Ahmadinejad simplesmente não merece ser homenageado.
Mesmo o Brasil mantendo relações diplomáticas regulares com o Irã e ele sendo o representante do povo iraniano?
Até no mais alto nível da política e das relações internacionais há limites. Ahmadinejad foi além dos limites. Ele não só nega o holocausto judeu. Ele já disse que quer destruir o estado de Israel. Essa mensagem não pode ser aceita em lugar nenhum.
A diplomacia brasileira diz que seria pior deixar Ahmadinejad isolado. Faz sentido?
Só para quem não aprendeu com a história. Antes da II Guerra, os países democráticos achavam que seria pior isolar Hitler e selaram o Acordo de Munique (tratado de 1938 no qual a França e a Inglaterra, junto com a Itália, entregaram um pedaço da então Checoslováquia à Alemanha de Hitler, na ilusão de que a concessão evitaria a guerra). Como se sabe, foi um desastre. Essa abordagem, tanto naquela época como hoje, é um desastre moral, político e estratégico. Não comparo ninguém a Hitler, mas Ahmadinejad não merece confiança, fé política, respeito.
COMENTO:
É preciso entender a mentalidade do outro para saber como agir em relação as suas atitudes.
Convidar o Presidente do Irã a visitar um país é para ele uma aprovação ao seu governo.É dar carta branca para sua política.Para ele o convite é entendido como uma aprovação aos seus atos.
Quando Israel se retirou do Líbano e de Gaza, para o Hezbolah e Hamas, não foi um gesto de testar a paz e sim de derrota.Acharam que poderiam continuar com sua política de agressão contando com a ajuda da mídia altamente parcial a seu favor.
Chamar para conversar, significa para eles, uma capitulação do Ocidente e até agora qual foi o resultado do convite do Presidente dos Estados Unidos?Tudo continua igual.
É preciso conhecer o inimigo em todas as suas entranhas para derrota-lo.É preciso entender que a cultura deles não é a mesma que a nossa.Pensar que é igual é um convite a derrota por atitudes equivocadas.
Por André Petry:
Elie Wiesel tem 80 anos, 58 quilos e 1,73 metro de altura. É franzino. Diz estar cansado e sentir o peso da idade. Quando abre a boca, é um gigante que fala. Sobreviveu à prisão em dois campos de concentração nazistas. Perdeu a mãe e a irmã em Auschwitz. Viu o pai morrer em Buchenwald. Decidiu que sua missão seria não deixar morrer a verdade sobre o holocausto dos judeus. Escreveu cinquenta livros, tornou-se um humanista, um porta-voz da tolerância, e ganhou o Nobel da Paz em 1986. Há pouco, estava em Genebra, protestando contra a presença do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, na conferência sobre racismo da ONU. Passou por Nova York, onde mora (e onde perdeu todas as suas economias de meio século de trabalho, cerca de 13 milhões de dólares, pelas mãos do maior golpista de Wall Street, Bernie Madoff), e em seguida foi a Paris para dar mais uma palestra. Viajou feliz ao saber que Ahmadinejad cancelara sua visita ao Brasil. Antes de embarcar, falou a VEJA.
O cancelamento da visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, é um bom sinal?
Sem dúvida. Seja qual for o motivo real do cancelamento da visita, é uma vitória da democracia e dos direitos humanos sobre o discurso do ódio. Ahmadinejad não merece visitar nenhuma sociedade civilizada, democrática. Como gesto político, o convite que o governo brasileiro lhe fez pode ter suas razões, mas é um grande erro do ponto de vista moral. Convidar alguém para ir a sua casa equivale a prestar-lhe uma homenagem, e Ahmadinejad simplesmente não merece ser homenageado.
Mesmo o Brasil mantendo relações diplomáticas regulares com o Irã e ele sendo o representante do povo iraniano?
Até no mais alto nível da política e das relações internacionais há limites. Ahmadinejad foi além dos limites. Ele não só nega o holocausto judeu. Ele já disse que quer destruir o estado de Israel. Essa mensagem não pode ser aceita em lugar nenhum.
A diplomacia brasileira diz que seria pior deixar Ahmadinejad isolado. Faz sentido?
Só para quem não aprendeu com a história. Antes da II Guerra, os países democráticos achavam que seria pior isolar Hitler e selaram o Acordo de Munique (tratado de 1938 no qual a França e a Inglaterra, junto com a Itália, entregaram um pedaço da então Checoslováquia à Alemanha de Hitler, na ilusão de que a concessão evitaria a guerra). Como se sabe, foi um desastre. Essa abordagem, tanto naquela época como hoje, é um desastre moral, político e estratégico. Não comparo ninguém a Hitler, mas Ahmadinejad não merece confiança, fé política, respeito.
COMENTO:
É preciso entender a mentalidade do outro para saber como agir em relação as suas atitudes.
Convidar o Presidente do Irã a visitar um país é para ele uma aprovação ao seu governo.É dar carta branca para sua política.Para ele o convite é entendido como uma aprovação aos seus atos.
Quando Israel se retirou do Líbano e de Gaza, para o Hezbolah e Hamas, não foi um gesto de testar a paz e sim de derrota.Acharam que poderiam continuar com sua política de agressão contando com a ajuda da mídia altamente parcial a seu favor.
Chamar para conversar, significa para eles, uma capitulação do Ocidente e até agora qual foi o resultado do convite do Presidente dos Estados Unidos?Tudo continua igual.
É preciso conhecer o inimigo em todas as suas entranhas para derrota-lo.É preciso entender que a cultura deles não é a mesma que a nossa.Pensar que é igual é um convite a derrota por atitudes equivocadas.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Corrupção e memória
Vejam que interessante.Cada dia uma nova fraude descoberta.Depois de alguns dias já não nos lembramos das passadas.E assim nos esquecemos de cobrar e quando tudo cai no esquecimento acaba em pizza.Que fim teve o mensalão, os dolares na cueca, o dossiê dos aloprados.............
Nada como um dia atrás do outro.
Nada como um dia atrás do outro.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Duas perguntas
Estão fazendo campanha para o Rio de Janeiro sediar as olimpíadas com alegação que o Estado vai ganhar com obras de infra-estrutura.O tal legado das olimpíadas.
Eu pergunto:- É preciso ter olimpíadas para se fazer obras de infra-estrutura?
Não se esqueçam do Pan-Americano.Qual foi mesmo o legado em infra-estrutura?
O Presidente não viu problema na farra das passagens aéreas.Já até tirou proveito delas.Será que é isso mesmo que li?Se for, está aí uma explicação para a nossa atual situação.O exemplo vem de cima.
Eu pergunto:- É preciso ter olimpíadas para se fazer obras de infra-estrutura?
Não se esqueçam do Pan-Americano.Qual foi mesmo o legado em infra-estrutura?
O Presidente não viu problema na farra das passagens aéreas.Já até tirou proveito delas.Será que é isso mesmo que li?Se for, está aí uma explicação para a nossa atual situação.O exemplo vem de cima.
E mais Irã
Por Reinaldo Azevedo | 16:31 | comentários (10)
INJUSTIFICÁVEL E INDECOROSA
Estão confundindo pragmatismo com amoralidade. Essa história de que devemos nos fixar nas oportunidades de negócios com o Irã, não nas suas opções políticas, é coisa de vigaristas. E de vigaristas ideológicos: ou seja, o presidente do Irã estará no Brasil, depois de amanhã, justamente em razão do motivo oficialmente negado: POLÍTICA. O governo brasileiro quer demonstrar sua independência. E agora tem ainda um falso pretexto para justificar sua simpatia pelos delinqüentes: “Obama também está querendo conversar com o Irã”. Na América Latina, fazemos parte de um fantástico grupo de amigos do Irã, que aceitam receber Ahmadinejad: Venezuela, Nicarágua, Bolívia, Equador...
Se a conversa com Irã atende a interesses estratégicos do Brasil — seria preciso dizer quais —, importantes para o futuro, que se espere então o futuro... Ahmadinejad não vem liderando um grupo de empresários iranianos. Conversa mole! Ele vem falar em nome de um governo que persegue a bomba atômica, nega o holocausto e defende que Israel seja destruído — “varrido do mapa”, na sua simpática expressão. Nem o empresariado brasileiro, como lembrou Diogo Mainardi ontem no Manhattan Connection, quer papo com o financiador do terrorismo em Gaza, no Líbano, no Iraque e mundo afora. Não fosse por tudo o que Irã representa hoje, haveria uma questão continental importante: receber Ahmadinejad é tingir as mãos com o sangue das 85 vítimas do atentado terrorista de 1994, na Argentina, conta a sede da Associação Mutual Israelense Argentina (AMIA).
Mais: as palavras de Ahmadinejad prescindem de interpretação. Elas são muito claras. Foram pronunciadas recentemente na ONU de forma inequívoca — ironicamente, numa reunião que discutia formas de combater o racismo; aquela, vocês sabem, para a qual o Brasil levou um grande trem da alegria. A propósito: quando a imprensa vai se interessar pelas passagens aéreas e estadias do Executivo, hein?
O mantra do nosso tempo, em nome de uma nova política externa, é ignorar o que cada delinqüente faz em seu próprio país. É? Curiosamente, o Brasil vota sistematicamente contra Israel, mas é sensível ao discurso de humanistas como Ahmadinejad ou Omar el-Béchir, o genocida que governa o Sudão.
Finalmente, o argumento de que não se deve levar a sério a retórica extremista de Ahmadinejad tem um fundo essencialmente imoral. Quer dizer que ele realmente precisaria cumprir as suas ameaças e realmente destruir Israel para que o Brasil o repudiasse? Ele que está tentando, não é? Quando financia os terroristas do Hamas e do Hezbollah e os que atuam na Tríplice Fronteira, está se dedicando a essa nobre tarefa. E também quando se empenha em ter a bomba atômica. Não é para se defender que ele a quer. Defender-se de quem?
A visita é injustificável e indecorosa. Observem que o terrorismo começa a ser aceito como um modo legítimo de fazer política e como um fato consumado.
PS: Ah, sim: o governo iraniano chegou a anunciar o cancelamento da visita de Ahmadinejad e depois cancelou o cancelamento... Tudo com a seriedade e o rigor habituais de quem visita e de quem é visitado.
COMENTO:
Não precisa dizer mais nada.
Esqueceram os atentados na Argentina?
Depois não vale reclamar se surgir atentados no Brasil e Venezuela.
INJUSTIFICÁVEL E INDECOROSA
Estão confundindo pragmatismo com amoralidade. Essa história de que devemos nos fixar nas oportunidades de negócios com o Irã, não nas suas opções políticas, é coisa de vigaristas. E de vigaristas ideológicos: ou seja, o presidente do Irã estará no Brasil, depois de amanhã, justamente em razão do motivo oficialmente negado: POLÍTICA. O governo brasileiro quer demonstrar sua independência. E agora tem ainda um falso pretexto para justificar sua simpatia pelos delinqüentes: “Obama também está querendo conversar com o Irã”. Na América Latina, fazemos parte de um fantástico grupo de amigos do Irã, que aceitam receber Ahmadinejad: Venezuela, Nicarágua, Bolívia, Equador...
Se a conversa com Irã atende a interesses estratégicos do Brasil — seria preciso dizer quais —, importantes para o futuro, que se espere então o futuro... Ahmadinejad não vem liderando um grupo de empresários iranianos. Conversa mole! Ele vem falar em nome de um governo que persegue a bomba atômica, nega o holocausto e defende que Israel seja destruído — “varrido do mapa”, na sua simpática expressão. Nem o empresariado brasileiro, como lembrou Diogo Mainardi ontem no Manhattan Connection, quer papo com o financiador do terrorismo em Gaza, no Líbano, no Iraque e mundo afora. Não fosse por tudo o que Irã representa hoje, haveria uma questão continental importante: receber Ahmadinejad é tingir as mãos com o sangue das 85 vítimas do atentado terrorista de 1994, na Argentina, conta a sede da Associação Mutual Israelense Argentina (AMIA).
Mais: as palavras de Ahmadinejad prescindem de interpretação. Elas são muito claras. Foram pronunciadas recentemente na ONU de forma inequívoca — ironicamente, numa reunião que discutia formas de combater o racismo; aquela, vocês sabem, para a qual o Brasil levou um grande trem da alegria. A propósito: quando a imprensa vai se interessar pelas passagens aéreas e estadias do Executivo, hein?
O mantra do nosso tempo, em nome de uma nova política externa, é ignorar o que cada delinqüente faz em seu próprio país. É? Curiosamente, o Brasil vota sistematicamente contra Israel, mas é sensível ao discurso de humanistas como Ahmadinejad ou Omar el-Béchir, o genocida que governa o Sudão.
Finalmente, o argumento de que não se deve levar a sério a retórica extremista de Ahmadinejad tem um fundo essencialmente imoral. Quer dizer que ele realmente precisaria cumprir as suas ameaças e realmente destruir Israel para que o Brasil o repudiasse? Ele que está tentando, não é? Quando financia os terroristas do Hamas e do Hezbollah e os que atuam na Tríplice Fronteira, está se dedicando a essa nobre tarefa. E também quando se empenha em ter a bomba atômica. Não é para se defender que ele a quer. Defender-se de quem?
A visita é injustificável e indecorosa. Observem que o terrorismo começa a ser aceito como um modo legítimo de fazer política e como um fato consumado.
PS: Ah, sim: o governo iraniano chegou a anunciar o cancelamento da visita de Ahmadinejad e depois cancelou o cancelamento... Tudo com a seriedade e o rigor habituais de quem visita e de quem é visitado.
COMENTO:
Não precisa dizer mais nada.
Esqueceram os atentados na Argentina?
Depois não vale reclamar se surgir atentados no Brasil e Venezuela.
sábado, 2 de maio de 2009
Mais Irã
Irã é criticado por enforcar jovem condenada por assassinato
02/05/2009 - 09:11 - BBC Brasil
ImprimirEnviarCorrigirFale ConoscoGrupos internacionais de defesa dos direitos humanos protestaram contra a execução, na sexta-feira, de uma jovem iraniana condenada por um assassinato cometido quando ela tinha apenas 17 anos de idade. O enforcamento de Delara Darabi, de 23 anos, ocorreu apesar de a jovem ter sustentado durante seu julgamento que era inocente.
Ela havia confessado inicialmente a morte de um primo de seu pai, mas posteriormente disse ter feito a confissão para salvar o namorado.
A Justiça iraniana havia recentemente concedido uma suspensão da execução por dois meses, mas o advogado da jovem disse que as autoridades prisionais ignoraram a ordem e a enforcaram sem aviso prévio.
A Anistia Internacional se disse "escandalizada" com a execução e disse que Darabi não teve direito a um julgamento justo. Segundo a organização, desde 1990 o Irã executou 42 pessoas que haviam cometido crimes antes dos 18 anos, em desacordo com as leis internacionais.
Atenção internacional
O caso de Delara Darabi gerou grande atenção internacional após pinturas e desenhos dramáticos criados por ela em sua cela serem divulgados pelo mundo.
O correspondente da BBC em Teerã disse que na manhã de sexta-feira Darabi fez uma ligação telefônica desesperada para seus pais, dizendo que podia ver o carrasco por perto.
"Mãe, eles vão me executar, por favor, me salve", disse ela, antes de um carcereiro tomar o telefone e afirmar: "vamos executar sua filha e não há nada que vocês possam fazer sobre isso".
Hassiba Hadj Sahrahoi, sub-diretora da Anistia Internacional para o Oriente Médio e o Norte da África, disse que a execução rápida foi uma ação cínica para evitar protestos internacionais.
"A Anistia Internacional está escandalizada com a execução de Delara Darabi, particularmente com a notícia de que seu advogado não foi informado", disse.
Segundo Sahrahoi, a organização não considera o julgamento de Darabi como justo, "já que os tribunais se recusaram a considerar novas provas que seu advogado dizia que poderiam ter provado que ela não cometeu o assassinato".
COMENTO:
Sou absolutamente contra a pena de morte.
A vida é a coisa mais preciosa que Deus nos deu e só ele pode tirar.Aliás não tira nunca, considerando que o espírito é imortal.Infinita sabedoria Divina e seus instrumentos de evolução.
02/05/2009 - 09:11 - BBC Brasil
ImprimirEnviarCorrigirFale ConoscoGrupos internacionais de defesa dos direitos humanos protestaram contra a execução, na sexta-feira, de uma jovem iraniana condenada por um assassinato cometido quando ela tinha apenas 17 anos de idade. O enforcamento de Delara Darabi, de 23 anos, ocorreu apesar de a jovem ter sustentado durante seu julgamento que era inocente.
Ela havia confessado inicialmente a morte de um primo de seu pai, mas posteriormente disse ter feito a confissão para salvar o namorado.
A Justiça iraniana havia recentemente concedido uma suspensão da execução por dois meses, mas o advogado da jovem disse que as autoridades prisionais ignoraram a ordem e a enforcaram sem aviso prévio.
A Anistia Internacional se disse "escandalizada" com a execução e disse que Darabi não teve direito a um julgamento justo. Segundo a organização, desde 1990 o Irã executou 42 pessoas que haviam cometido crimes antes dos 18 anos, em desacordo com as leis internacionais.
Atenção internacional
O caso de Delara Darabi gerou grande atenção internacional após pinturas e desenhos dramáticos criados por ela em sua cela serem divulgados pelo mundo.
O correspondente da BBC em Teerã disse que na manhã de sexta-feira Darabi fez uma ligação telefônica desesperada para seus pais, dizendo que podia ver o carrasco por perto.
"Mãe, eles vão me executar, por favor, me salve", disse ela, antes de um carcereiro tomar o telefone e afirmar: "vamos executar sua filha e não há nada que vocês possam fazer sobre isso".
Hassiba Hadj Sahrahoi, sub-diretora da Anistia Internacional para o Oriente Médio e o Norte da África, disse que a execução rápida foi uma ação cínica para evitar protestos internacionais.
"A Anistia Internacional está escandalizada com a execução de Delara Darabi, particularmente com a notícia de que seu advogado não foi informado", disse.
Segundo Sahrahoi, a organização não considera o julgamento de Darabi como justo, "já que os tribunais se recusaram a considerar novas provas que seu advogado dizia que poderiam ter provado que ela não cometeu o assassinato".
COMENTO:
Sou absolutamente contra a pena de morte.
A vida é a coisa mais preciosa que Deus nos deu e só ele pode tirar.Aliás não tira nunca, considerando que o espírito é imortal.Infinita sabedoria Divina e seus instrumentos de evolução.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Irã
O Irã:
1-Discrimina e persegue minorias religiosas com os Bahais
2-Discirmina as mulheres
3-Discrimina homossexuais
4-Não respeita os direitos humanos
5-Ainda existem execuções em praça pública
6-Seu presidente destila ódio contra os Judeus e fala barbaridades históricas
7-Faz discurso racista na Conferencia contra o racismo
8-Não há liberdade de imprensa
9-Não há liberdade de expressão
E AINDA TEM GENTE QUE O APÓIA E O RECEBE DE BRAÇOS ABERTOS
Qual o interesse por trás disso?Leiam o blog do Reginaldo Azevedo.A questão moral não vale de nada para nosso Governo Central.Também, vide as falcatruas e nada acontece.
A velha pergunta que não se cala:-Que País é este?
1-Discrimina e persegue minorias religiosas com os Bahais
2-Discirmina as mulheres
3-Discrimina homossexuais
4-Não respeita os direitos humanos
5-Ainda existem execuções em praça pública
6-Seu presidente destila ódio contra os Judeus e fala barbaridades históricas
7-Faz discurso racista na Conferencia contra o racismo
8-Não há liberdade de imprensa
9-Não há liberdade de expressão
E AINDA TEM GENTE QUE O APÓIA E O RECEBE DE BRAÇOS ABERTOS
Qual o interesse por trás disso?Leiam o blog do Reginaldo Azevedo.A questão moral não vale de nada para nosso Governo Central.Também, vide as falcatruas e nada acontece.
A velha pergunta que não se cala:-Que País é este?
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