Tamanho do texto A A Movimento islâmico da Somália detém homens com barba feita
09/01 - 07:48 , atualizada às 08:01 09/01 - EF
A Polícia religiosa do movimento islâmico Al Shabab deteve "dezenas" de homens da cidade somali de Kismayo que fizeram a barba, informa hoje a imprensa local.
"Nossas unidades a cargo do cumprimento das boas práticas religiosas detiveram dezenas de moradores que fizeram a barba, algo proibido pelo Estado islâmico regional", disse o chefe da Polícia local, Abu Hureyra Abdurahman.
Tanto Kismayo, no sul do país, como grande parte da Somália encontram-se, atualmente, sob o controle dos milicianos do Al Shabab, que combatem o Governo federal de transição.
Segundo o jornal eletrônico "Mareeg", o movimento islâmico ordenou, em dezembro, que todos os homens de Kismayo fizessem o bigode e deixassem a barba crescer.
Depois de detidos, o que aconteceu na quinta-feira, os homens que se barbearam teriam sido torturados pelos milicianos, destaca o "Mareeg".
"Ele ficarão três dias na prisão como castigo por terem violado a cultura islâmica e serão libertados depois deste período", disse o chefe da Polícia local.
Kismayo, que abriga o principal porto do sul da Somália, está sob controle do Al Shabab desde 2008.
COMENTO:
Mais uma região propícia para a Al Qaeda.
Não há governo central, predomina a miséria e não há a valorização da vida.
sábado, 9 de janeiro de 2010
sábado, 2 de janeiro de 2010
Expansão do fundamentalismo islamico
Home > Mundo > Notícia Tamanho do texto A A Iêmen reforça segurança diante de ameaças de grupo somali
02/01 - 10:19 - EFE
2 jan (EFE).- As autoridades do Iêmen reforçaram a segurança na área litorânea após as últimas ameaças lançadas a partir da Somália por um grupo vinculado à Al Qaeda, informaram hoje fontes oficiais.
As ameaças foram feitas pelo porta-voz do grupo radical somali Al-Shabaab, Mukhtar Robow, que disse ontem que essa milícia enviará combatentes ao Iêmen para apoiar os militantes da Al Qaeda nesse país.
A agência oficial iemenita "Saba" anunciou hoje que, a partir deste anúncio, as autoridades iemenitas reforçaram seu esquema de segurança no litoral do Golfo de Áden em frente à Somália, para evitar possíveis infiltrações dos combatentes somalis.
As medidas incluem o registro dos navios suspeitos que operam nas águas próximas ao Iêmen e o envio de novas tropas para reforçar as forças militares iemenitas, segundo a "Saba", que não cita as fontes de sua informação.
O ministro de Assuntos Exteriores iemenita, Abu Bakr al-Qirbi, em declarações divulgadas hoje pela "Saba", criticou as ameaças feitas pelo grupo somali e também aos que tentam exportar o terrorismo a outras nações.
"O Iêmen nunca aceitará terroristas ou combatentes islâmicos em seu território, e ficará a cargo deles", afirmou o alto funcionário.
O país é a base de operações da Al Qaeda na Península Arábica.
Nas últimas semanas, seus redutos foram alvo de duros ataques das Forças Armadas iemenitas, que contaram com ajuda dos Estados Unidos.
COMENTO:
Onde existir governo muçulmano fraco aliado a pobreza da população as portas estarão abertas ao fundamentalismo islamico.É só ver o que acontece na Somalia,Afeganistão. Paquistão e no próprio Iemen.
02/01 - 10:19 - EFE
2 jan (EFE).- As autoridades do Iêmen reforçaram a segurança na área litorânea após as últimas ameaças lançadas a partir da Somália por um grupo vinculado à Al Qaeda, informaram hoje fontes oficiais.
As ameaças foram feitas pelo porta-voz do grupo radical somali Al-Shabaab, Mukhtar Robow, que disse ontem que essa milícia enviará combatentes ao Iêmen para apoiar os militantes da Al Qaeda nesse país.
A agência oficial iemenita "Saba" anunciou hoje que, a partir deste anúncio, as autoridades iemenitas reforçaram seu esquema de segurança no litoral do Golfo de Áden em frente à Somália, para evitar possíveis infiltrações dos combatentes somalis.
As medidas incluem o registro dos navios suspeitos que operam nas águas próximas ao Iêmen e o envio de novas tropas para reforçar as forças militares iemenitas, segundo a "Saba", que não cita as fontes de sua informação.
O ministro de Assuntos Exteriores iemenita, Abu Bakr al-Qirbi, em declarações divulgadas hoje pela "Saba", criticou as ameaças feitas pelo grupo somali e também aos que tentam exportar o terrorismo a outras nações.
"O Iêmen nunca aceitará terroristas ou combatentes islâmicos em seu território, e ficará a cargo deles", afirmou o alto funcionário.
O país é a base de operações da Al Qaeda na Península Arábica.
Nas últimas semanas, seus redutos foram alvo de duros ataques das Forças Armadas iemenitas, que contaram com ajuda dos Estados Unidos.
COMENTO:
Onde existir governo muçulmano fraco aliado a pobreza da população as portas estarão abertas ao fundamentalismo islamico.É só ver o que acontece na Somalia,Afeganistão. Paquistão e no próprio Iemen.
Perguntas
1- Que fim levou a investigação do militar muçulmano quematou colegas em base militar no Texas?Foi um surto psicótico ou ato premeditado?
2-Onde estão as manifestações de repúdio ao atentado em quadra de volei no Paquistão onde morreram civis inclusive crianças e idosos?
3-Porque Sarney continua presidente do Senado?
4-E os mensalões?Como andam as investigações?Alguém já foi punido?
5-Para que serve a ONU?
2-Onde estão as manifestações de repúdio ao atentado em quadra de volei no Paquistão onde morreram civis inclusive crianças e idosos?
3-Porque Sarney continua presidente do Senado?
4-E os mensalões?Como andam as investigações?Alguém já foi punido?
5-Para que serve a ONU?
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Matança e ONGs
UOL Notícias Notícias Notícias Vídeos Web
MUDAR TAMANHO DA LETRA IMPRIMIR ENVIAR POR EMAIL COMUNICAR ERRO 01/01/2010 - 14h32
Mortes por ataque suicida no Paquistão chegam a 70
ISLAMABAD (Reuters) - O número de mortos pela explosão de uma bomba durante uma partida de vôlei no noroeste do Paquistão nesta sexta-feira aumentou para 70, relatou a TV local Express 24/7, no mais recente episódio de uma série de ataques mortais promovido por militantes ligados à Al Qaeda.
A emissora de televisão também informou que 65 pessoas foram feridas e mais de 20 casas destruídas no que foi descrito como uma explosão de um carro-bomba.
O suicida explodiu a bomba numa vila próxima à cidade de Lakki Marwat no momento em que um rapazes jogavam uma partida de vôlei em frente a uma multidão de espectadores, incluindo idosos e crianças, segundo disseram as autoridades.
Sabe-se que militantes ligados à Al Qaeda possuem bases na região. O número de mortos pode subir bastante já que muitas pessoas estão soterradas sob destroços de casas próximas, afirmaram autoridades.
Apesar das grandes ofensivas militares contra essas bases, militantes do Taliban ligados à Al Qaeda têm provocado a morte de centenas de pessoas em ataques com bomba desde outubro.
A explosão ocorreu em um dia de protestos contra a violência no Paquistão, um aliado de cuja ajuda os Estados Unidos estão utilizando em suas operações no vizinho Afeganistão, onde a atuação do Taliban é intensa.
Segundo o chefe da polícia local, Ayub Khan, o suicida detonou a bomba no utilitário esportivo que dirigiu até o centro do campo. Acredita-se que havia um segundo veículo que fugiu da local do ataque.
Um ataque usando um utilitário esportivo é altamente incomum, apesar de militantes terem começado a detonar bombas em locais movimentados como mercados para causar grandes números de mortos para espalhar medo e caos. Autoridades disseram que as pessoas da vila tinham formado uma milícia armada anti-Taliban, um fenômeno que começou no Paquistão no ano passado.
COMENTO:
Esses fundamentalistas islamicos continuam se matando e destruindo a vida de várias pessoas muitas das quais civis.
Ainda não vejo nenhum movimento mundial através de ONGs ou ONU contra tal prática abominável.
Sempre impera o silêncio.
Por que será?
MUDAR TAMANHO DA LETRA IMPRIMIR ENVIAR POR EMAIL COMUNICAR ERRO 01/01/2010 - 14h32
Mortes por ataque suicida no Paquistão chegam a 70
ISLAMABAD (Reuters) - O número de mortos pela explosão de uma bomba durante uma partida de vôlei no noroeste do Paquistão nesta sexta-feira aumentou para 70, relatou a TV local Express 24/7, no mais recente episódio de uma série de ataques mortais promovido por militantes ligados à Al Qaeda.
A emissora de televisão também informou que 65 pessoas foram feridas e mais de 20 casas destruídas no que foi descrito como uma explosão de um carro-bomba.
O suicida explodiu a bomba numa vila próxima à cidade de Lakki Marwat no momento em que um rapazes jogavam uma partida de vôlei em frente a uma multidão de espectadores, incluindo idosos e crianças, segundo disseram as autoridades.
Sabe-se que militantes ligados à Al Qaeda possuem bases na região. O número de mortos pode subir bastante já que muitas pessoas estão soterradas sob destroços de casas próximas, afirmaram autoridades.
Apesar das grandes ofensivas militares contra essas bases, militantes do Taliban ligados à Al Qaeda têm provocado a morte de centenas de pessoas em ataques com bomba desde outubro.
A explosão ocorreu em um dia de protestos contra a violência no Paquistão, um aliado de cuja ajuda os Estados Unidos estão utilizando em suas operações no vizinho Afeganistão, onde a atuação do Taliban é intensa.
Segundo o chefe da polícia local, Ayub Khan, o suicida detonou a bomba no utilitário esportivo que dirigiu até o centro do campo. Acredita-se que havia um segundo veículo que fugiu da local do ataque.
Um ataque usando um utilitário esportivo é altamente incomum, apesar de militantes terem começado a detonar bombas em locais movimentados como mercados para causar grandes números de mortos para espalhar medo e caos. Autoridades disseram que as pessoas da vila tinham formado uma milícia armada anti-Taliban, um fenômeno que começou no Paquistão no ano passado.
COMENTO:
Esses fundamentalistas islamicos continuam se matando e destruindo a vida de várias pessoas muitas das quais civis.
Ainda não vejo nenhum movimento mundial através de ONGs ou ONU contra tal prática abominável.
Sempre impera o silêncio.
Por que será?
domingo, 27 de dezembro de 2009
Irã e o mundo
Home > BBC > Sobrinho de líder oposicionista é morto em protesto no Irã
27/12 - 13:38, atualizada às 14:00 27/12 - BBC Brasil
Um sobrinho do líder oposicionista iraniano Mir Hossein Mousavi foi morto neste domingo com um tiro no coração durante protestos contra o governo no centro de Teerã.
Segundo relatos de grupos oposicionistas, pelo menos quatro pessoas teriam sido mortas nos confrontos entre os manifestantes e as forças de segurança, mas as autoridades iranianas não confirmaram a informação.
Partidos de oposição do Irã haviam convocado a manifestação para coincidir com o fim da festividade muçulmana xiita de Ashura.
Segundo fontes oposicionistas, os manifestantes gritavam "Khamenei será derrubado", numa referência ao líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei.
Relatos iniciais disseram que as forças de segurança dispararam tiros para o ar para tentar dispersar os manifestantes, mas vários relatos posteriores disseram que até quatro manifestantes haviam sido mortos.
Proibição
A mídia estrangeira está proibida pelo governo iraniano de cobrir as manifestações da oposição, razão pela qual as informações sobre as mortes não puderam ser confirmadas por fontes independentes.
A morte de Seyed Ali Mousavi, sobrinho do ex-candidato presidencial derrotado nas eleições de junho pelo presidente Mahmoud Ahmadinejad, foi confirmada pelo correspondente da BBC Jon Leyne.
Mousavi ficou em segundo lugar nas eleições presidenciais de junho, mas acusou o presidente Ahmadinejad, reeleito para mais um mandato, de fraudar a votação.
Desde então, foram realizadas grandes manifestações em protesto contra o resultado da eleição, com um saldo de vários mortos nas primeiras semanas, mas as fatalidades têm sido raras desde então.
Segundo Siavash Ardalan, da TV persa da BBC, as forças de segurança iranianas precisam caminhar sobre uma linha fina para não parecerem fracas, mas também para evitar provocar ainda mais os manifestantes da oposição.
Tensão
A tensão no Irã vem se intensificando desde a morte do clérigo dissidente aiatolá Hoseyn Ali Montazeri, na semana passada, aos 87 anos.
Simpatizantes do líder oposicionista Mir Hossein Mousavi procuraram aproveitar as festividades xiitas deste fim de semana para demonstrar seu contínuo repúdio ao governo do presidente Mahmoud Ahmadinejad.
Após a proibição das manifestações, a oposição escolheu o altamente significativo festival de Ashura, quando milhões de iranianos tradicionalmente vão às ruas para participar de cerimônias e paradas.
O festival comemora a morte, no século 7, do imã Hussein, neto do profeta Maomé.
Fumaça
Helicópteros da polícia podiam ser vistos sobrevoando o centro de Teerã, enquanto colunas de fumaça negra eram vistas em diversas partes.
Nas ruas, as forças de segurança tentaram impedir que os manifestantes chegassem à praça Enghelab, no centro da cidade.
Segundo sites oposicionistas, os manifestantes gritavam "Este é o mês do sangue" e pediam a derrubada de Khamenei.
Simultaneamente, grupos de manifestantes pró-governo participavam de um protesto na praça Enghelab para manifestar apoio ao aiatolá Khamenei, segundo testemunhas.
Outras manifestações ocorreram nas cidades de Isfahan e Najafabad.
COMENTO:
Será qe as ONGs vão questionar o governo Iraniano?
Será que a ONU mandará abrir uma investigação?
Quantos já morreram depois das eleições no Irã?
E o mundo assisti passivamente.
Lógico não é Israel que está envolvido.
Alguém vai dizer que o serviço secreto de Israel está por trás do incitamento.
27/12 - 13:38, atualizada às 14:00 27/12 - BBC Brasil
Um sobrinho do líder oposicionista iraniano Mir Hossein Mousavi foi morto neste domingo com um tiro no coração durante protestos contra o governo no centro de Teerã.
Segundo relatos de grupos oposicionistas, pelo menos quatro pessoas teriam sido mortas nos confrontos entre os manifestantes e as forças de segurança, mas as autoridades iranianas não confirmaram a informação.
Partidos de oposição do Irã haviam convocado a manifestação para coincidir com o fim da festividade muçulmana xiita de Ashura.
Segundo fontes oposicionistas, os manifestantes gritavam "Khamenei será derrubado", numa referência ao líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei.
Relatos iniciais disseram que as forças de segurança dispararam tiros para o ar para tentar dispersar os manifestantes, mas vários relatos posteriores disseram que até quatro manifestantes haviam sido mortos.
Proibição
A mídia estrangeira está proibida pelo governo iraniano de cobrir as manifestações da oposição, razão pela qual as informações sobre as mortes não puderam ser confirmadas por fontes independentes.
A morte de Seyed Ali Mousavi, sobrinho do ex-candidato presidencial derrotado nas eleições de junho pelo presidente Mahmoud Ahmadinejad, foi confirmada pelo correspondente da BBC Jon Leyne.
Mousavi ficou em segundo lugar nas eleições presidenciais de junho, mas acusou o presidente Ahmadinejad, reeleito para mais um mandato, de fraudar a votação.
Desde então, foram realizadas grandes manifestações em protesto contra o resultado da eleição, com um saldo de vários mortos nas primeiras semanas, mas as fatalidades têm sido raras desde então.
Segundo Siavash Ardalan, da TV persa da BBC, as forças de segurança iranianas precisam caminhar sobre uma linha fina para não parecerem fracas, mas também para evitar provocar ainda mais os manifestantes da oposição.
Tensão
A tensão no Irã vem se intensificando desde a morte do clérigo dissidente aiatolá Hoseyn Ali Montazeri, na semana passada, aos 87 anos.
Simpatizantes do líder oposicionista Mir Hossein Mousavi procuraram aproveitar as festividades xiitas deste fim de semana para demonstrar seu contínuo repúdio ao governo do presidente Mahmoud Ahmadinejad.
Após a proibição das manifestações, a oposição escolheu o altamente significativo festival de Ashura, quando milhões de iranianos tradicionalmente vão às ruas para participar de cerimônias e paradas.
O festival comemora a morte, no século 7, do imã Hussein, neto do profeta Maomé.
Fumaça
Helicópteros da polícia podiam ser vistos sobrevoando o centro de Teerã, enquanto colunas de fumaça negra eram vistas em diversas partes.
Nas ruas, as forças de segurança tentaram impedir que os manifestantes chegassem à praça Enghelab, no centro da cidade.
Segundo sites oposicionistas, os manifestantes gritavam "Este é o mês do sangue" e pediam a derrubada de Khamenei.
Simultaneamente, grupos de manifestantes pró-governo participavam de um protesto na praça Enghelab para manifestar apoio ao aiatolá Khamenei, segundo testemunhas.
Outras manifestações ocorreram nas cidades de Isfahan e Najafabad.
COMENTO:
Será qe as ONGs vão questionar o governo Iraniano?
Será que a ONU mandará abrir uma investigação?
Quantos já morreram depois das eleições no Irã?
E o mundo assisti passivamente.
Lógico não é Israel que está envolvido.
Alguém vai dizer que o serviço secreto de Israel está por trás do incitamento.
sábado, 26 de dezembro de 2009
Feliz Natal
Aos meus leitores e seguidores um feliz natal e que em 2010 a doutrina materialista do consumo irrestrito responsável pela crise economica possa ser substituida pela busca do seu EU interior onde se descobre o amor, o perdão e o caminho para uma vida melhor.
A todos um 2010 de muita paz, saúde e harmonia.
A todos um 2010 de muita paz, saúde e harmonia.
domingo, 20 de dezembro de 2009
Clima e políticos.
Com a politização e ideologização da questão ambiental aliados a interesses economicos de cada nação é impossível que 193 países cheguem a um acordo.
O fracasso na Dinamarca é o espelho disso.Um monte de países discutindo quem pagará o preço.Não estão preocupados com o planeta.Ou será que estão chegando a conclusão que os ,ditos, cientistas céticos estão afirmando sobre a aquecimento global é a verdade?
A solução para o planeta está na conscientização de cada um sobre o que fazer.Se esperarmos pelos políticos não chegaremos a lugar nenhum.Não chegarão a um acordo e se chegarem não o cumprirão como foi até hoje em relação ao protocolo de Kioto.No fim culparão os Estados Unidos por tudo.
O fracasso na Dinamarca é o espelho disso.Um monte de países discutindo quem pagará o preço.Não estão preocupados com o planeta.Ou será que estão chegando a conclusão que os ,ditos, cientistas céticos estão afirmando sobre a aquecimento global é a verdade?
A solução para o planeta está na conscientização de cada um sobre o que fazer.Se esperarmos pelos políticos não chegaremos a lugar nenhum.Não chegarão a um acordo e se chegarem não o cumprirão como foi até hoje em relação ao protocolo de Kioto.No fim culparão os Estados Unidos por tudo.
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