Conferencia de Pilar Rahola, jornalista e política espanhola.
O texto é grande mas vale a pena.
Nem comento pois está tudo no artigo.
Judeu De Seis Braços
Segunda-feira à noite, em Barcelona. No restaurante, uma centena de advogados e juízes. Eles se encontraram para ouvir minhas opiniões sobre o conflito do Oriente Médio. Eles sabem que eu sou um barco heterodoxo, no naufrágio do pensamento único, que reina em meu país, sobre Israel. Eles querem me escutar. Alguém razoável como eu, dizem, por que se arrisca a perder a credibilidade, defendendo os maus, os culpados? Eu lhes falo que a verdade é um espelho quebrado, e que todos nós temos algum fragmento. E eu provoco sua reação: "todos vocês se sentem especialistas em política internacional, quando se fala de Israel, mas na realidade não sabem nada. Será que se atreveriam a falar do conflito de Ruanda, da Caxemira, da Chechenia?". Não. São juristas, sua área de atuação não é a geopolítica. Mas com Israel se atrevem a dar opiniões. Todo mundo se atreve. Por quê? Porque Israel está sob a lupa midiática permanente e sua imagem distorcida contamina os cérebros do mundo. E, porque faz parte da coisa politicamente correta, porque parece solidariedade humana, porque é grátis falar contra Israel. E, deste modo, pessoas cultas, quando leem sobre Israel estão dispostas a acreditar que os judeus têm seis braços, como na Idade Média, elas acreditavam em todo tipo de barbaridades. Sobre os judeus do passado e os israelenses de hoje, vale tudo.
A primeira pergunta é, portanto, por que tanta gente inteligente, quando fala sobre Israel, se torna idiota. O problema que temos, nós que não demonizamos Israel, é que não existe debate sobre o conflito, existe rótulo; não se troca ideias, adere-se a slogans; não desfrutamos de informações sérias, nós sofremos de jornalismo tipo hambúrguer, fast food, cheio de preconceitos, propaganda e simplismo. O pensamento intelectual e o jornalismo internacional renunciaram a Israel. Não existem. É por isso que, quando se tenta ir mais além do pensamento único, passa-se a ser o suspeito, o não solidário e o reacionário, e o imediatamente segregado. Por quê? Eu tento responder a esta pergunta há anos: por quê? Por que de todos os conflitos do mundo, só este interessa? Por que se criminaliza um pequeno país, que luta por sua sobrevivência? Por que triunfa a mentira e a manipulação informativa, com tanta facilidade? Por que tudo é reduzido a uma simples massa de imperialistas assassinos? Por que as razões de Israel nunca existem? Por que as culpas palestinas nunca existem? Por que Arafat é um herói e Sharon um monstro? Em definitivo, por que, sendo o único país do mundo ameaçado com a destruição é o único que ninguém considera como vítima?
Eu não acredito que exista uma única resposta a estas perguntas. Da mesma forma que é impossível explicar a maldade histórica do antissemitismo completamente, também não é possível explicar a imbecilidade atual do preconceito anti-Israel. Ambos bebem das fontes da intolerância, da mentira e do preconceito. Se, além disso, nós aceitarmos que ser anti-Israel é a nova forma de ser antissemita, concluímos que mudaram as circunstâncias, mas se mantiveram intactos os mitos mais profundos, tanto do antissemitismo cristão medieval, como do antissemitismo político moderno. E esses mitos desembocam no que se fala sobre Israel. Por exemplo, o judeu medieval que matava as crianças cristãs para beber seu sangue, se conecta diretamente com o judeu israelense que mata as crianças palestinas para ficar com suas terras. Sempre são crianças inocentes e judeus de intenções obscuras. Por exemplo, a ideia de que os banqueiros judeus queriam dominar o mundo através dos bancos europeus, de acordo com o mito dos Protocolos (dos Sábios de Sião), conecta-se diretamente com a ideia de que os judeus de Wall Street dominam o mundo através da Casa Branca. O domínio da imprensa, o domínio das finanças, a conspiração universal, tudo aquilo que se configurou no ódio histórico aos judeus, desemboca hoje no ódio aos israelenses. No subconsciente, portanto, fala o DNA antissemita ocidental, que cria um eficaz caldo de cultura. Mas, o que fala o consciente? Por que hoje surge com tanta virulência uma intolerância renovada, agora centrada, não no povo judeu, mas no estado judeu? Do meu ponto de vista, há motivos históricos e geopolíticos, entre outros o sangrento papel soviético durante décadas, os interesses árabes, o antiamericanismo europeu, a dependência energética do Ocidente e o crescente fenômeno islâmico.
Mas também surge de um conjunto de derrotas que nós sofremos como sociedades livres e que desemboca em um forte relativismo ético.
Derrota moral da esquerda. Durante décadas, a esquerda ergueu a bandeira da liberdade, onde houvesse injustiça, e foi a depositária das esperanças utópicas da sociedade. Foi a grande construtora do futuro. Apesar da maldade assassina do stalinismo ter afundado essas utopias e ter deixado a esquerda como o rei que estava nu, despojado de trajes, ela conservou intacta sua auréola de lutadora, e ainda dita as regras do que é bom e ruim no mundo. Até mesmo aqueles que nunca votariam em posições de esquerda, concedem um grande prestígio aos intelectuais de esquerda, e permitem que sejam eles os que monopolizam o conceito de solidariedade. Como fizeram sempre. Deste modo, os que lutavam contra Pinochet, eram os lutadores pela liberdade, mas as vítimas de Castro são expulsas do paraíso dos heróis e transformadas em agentes da CIA, ou em fascistas disfarçados. Eu me lembro, perfeitamente, como, quando era jovem, na Universidade combativa da Espanha de Franco, ler Solzhenitsyn era um horror! E deste modo, o homem que começou a gritar contra o buraco negro do Gulag stalinista, não pôde ser lido pelos lutadores antifranquistas, porque não existiam as ditaduras de esquerda, nem as vítimas que as combatiam.
Essa traição histórica da liberdade se reproduz no momento atual, com precisão matemática. Também hoje, como ontem, essa esquerda perdoa ideologias totalitárias, se apaixona por ditadores e, em sua ofensiva contra Israel, ignora a destruição de direitos fundamentais. Odeia os rabinos, mas se apaixona pelos imãs; grita contra o Tzahal (Exército israelense), mas aplaude os terroristas do Hamas; chora pelas vítimas palestinas, mas rejeita as vítimas judias; e, quando se comove pelas crianças palestinas, só o faz se puder acusar os israelenses. Nunca denunciará a cultura do ódio, ou sua preparação para a morte, ou a escravidão que suas mães sofrem. E enquanto iça a bandeira da Palestina, queima a bandeira de Israel. Um ano atrás, eu fiz as seguintes perguntas no Congresso do AIPAC (Comitê de Assuntos Públicos EUA-Israel) em Washington: "Que profundas patologias alijam a esquerda de seu compromisso moral? Por que nós não vemos manifestações em Paris, ou em Barcelona, contra as ditaduras islâmicas? Por que não há manifestações contra a escravidão de milhões de mulheres muçulmanas? Por que eles não se manifestam contra o uso de crianças-bomba, nos conflitos onde o Islã está envolvido? Por que a esquerda só está obcecada em lutar contra duas das democracias mais sólidas do planeta, e as que sofreram os ataques mais sangrentos, os Estados Unidos e Israel?"
Porque a esquerda, que sonhou utopias, parou de sonhar, quebrada no muro de Berlim do seu próprio fracasso. Já não tem ideias, e sim slogans. Já não defende direitos, mas preconceitos. E o preconceito maior de todos é o que tem contra Israel. Eu acuso, portanto, de forma clara: a principal responsabilidade pelo novo ódio antissemita, disfarçada de posições anti-Israel, provém desses que deveriam defender a liberdade, a solidariedade e o progresso. Longe disto, eles defendem os déspotas, esquecem suas vítimas e permanecem calados perante as ideologias medievais que querem destruir a civilização. A traição da esquerda é uma autêntica traição à modernidade.
Derrota do jornalismo. Temos um mundo mais informado do que nunca, mas nós não temos um mundo melhor informado. Pelo contrário, os caminhos da informação mundial nos conectam com qualquer ponto do planeta, mas eles não nos conectam nem com a verdade, nem com os fatos. Os jornalistas atuais não precisam de mapas, porque têm o Google Earth, eles não precisam saber história, porque têm a Wikipedia. Os jornalistas históricos que conheciam as raízes de um conflito, ainda existem, mas são espécies em extinção, devorados por este jornalismo tipo hambúrguer, que oferece fast food de notícias, para leitores que querem fast food de informação. Israel é o lugar mais vigiado do mundo e, ainda assim, o lugar menos compreendido do mundo. Claro que, também influencia a pressão dos grandes lobbys dos petrodólares, cuja influência no jornalismo é sutil, mas profunda. Qualquer mídia sabe que se falar contra Israel não terá problemas. Mas, o que acontecerá se criticar um país islâmico? Sem dúvida, então, sua vida ficará complicada. Não nos confundamos. Parte da imprensa, que escreve contra Israel, se veria refletida na frase afiada de Goethe: "ninguém é mais escravo do que aquele que se acha livre, sem sê-lo". Ou também em outra, mais cínica de Mark Twain: "conheça primeiro os fatos e logo os distorça quanto quiser".
Derrota do pensamento crítico. A tudo isto, é necessário somar o relativismo ético, que define o momento atual, e que é baseado, não na negação dos valores da civilização, mas na sua banalização. O que é a modernidade? Pessoalmente a explico com este pequeno relato: se eu me perdesse em uma ilha deserta, e quisesse voltar a fundar uma sociedade democrática, só necessitaria de três livros: as Tábuas da Lei, que estabeleceram o primeiro código de comportamento da modernidade. "O não matarás, não roubarás", fundou a civilização moderna. O código penal romano. E a Declaração dos Direitos Humanos. E com estes três textos, começaríamos novamente. Estes princípios que nos endossam como sociedade, são relativizados, até mesmo por aqueles que dizem defendê-los. "Não matarás", depende de quem seja o objeto, pensam aqueles que, por exemplo, em Barcelona, se manifestam aos gritos a favor do Hamas. "Vivam os direitos humanos", depende de a quem se aplica, e por isso milhões de mulheres escravas não preocupam. "Não mentirás", depende se a informação for uma arma de guerra a favor de uma causa. A massa crítica social se afinou e, ao mesmo tempo, o dogmatismo ideológico engordou. Nesta dupla mudança de direção, os fortes valores da modernidade foram substituídos por um pensamento fraco, vulnerável à manipulação e ao maniqueísmo.
Derrota da ONU. E com ela, uma firme derrota dos organismos internacionais, que deveriam cuidar dos direitos humanos, e que se tornaram bonecos destroçados nas mãos de déspotas. A ONU só serve para que islamofascistas, como Ahmadinejad, ou demagogos perigosos, como Hugo Chávez, tenham um palco planetário de onde cuspir seu ódio. E, claro, para atacar Israel sistematicamente. A ONU, também, vive melhor contra Israel.
Finalmente, derrota do Islã. O Islã das luzes sofre hoje o ataque violento de um vírus totalitário ,que tenta frear seu desenvolvimento ético. Este vírus usa o nome de D'us para perpetrar os horrores mais inimagináveis: apedrejar mulheres, escravizá-las, usar grávidas e jovens com atraso mental como bombas humanas, educar para o ódio, e declarar guerra à liberdade. Não esqueçamos, por exemplo, que nos matam com celulares conectados, via satélite, com a Idade Média. Se o stalinismo destruiu a esquerda, e o nazismo destruiu a Europa, o fundamentalismo islâmico está destruindo o Islã. E também tem, como as outras ideologias totalitárias, um DNA antissemita. Talvez o antissemitismo islâmico seja o fenômeno intolerante mais sério da atualidade, e não em vão afeta mais de 1,3 bilhões de pessoas educadas, maciçamente, no ódio ao judeu.
Na encruzilhada destas derrotas, se encontra Israel. Órfão de uma esquerda razoável, órfão de um jornalismo sério e de uma ONU digna, e órfão de um Islã tolerante, o Estado de Israel sofre com o paradigma violento do século XXI: a falta de compromisso sólido com os valores da liberdade. Nada é estranho. A cultura judaica encarna, como nenhuma outra, a metáfora de um conceito de civilização que hoje sofre ataques por todos os flancos. Vocês são o termômetro da saúde do mundo. Sempre que o mundo teve febre totalitária, vocês sofreram. Na Idade Média espanhola, nas perseguições cristãs, nos progroms russos, no fascismo europeu, no fundamentalismo islâmico. Sempre, o primeiro inimigo do totalitarismo foi o judeu. E nestes tempos de dependência energética e confusão social, Israel encarna, em própria carne, o judeu de sempre.
Um pária de nação entre as nações, para um povo pária entre os povos. É por isso que o antissemitismo do século de XXI foi vestido com o disfarce efetivo da crítica anti-Israel. Toda crítica contra Israel é antissemita? Não. Mas, todo o antissemitismo atual transformou-se no preconceito e na demonização contra o Estado Judeu. Um vestido novo para um ódio antigo. Benjamim Franklin disse: "onde mora a liberdade, lá é a minha pátria". E Albert Einstein acrescentou: "a vida é muito perigosa. Não pelas pessoas que fazem o mal, mas por aquelas que ficam sentadas vendo isso acontecer". Este é o duplo compromisso aqui e hoje: nunca se sentar vendo o mal passar e defender sempre as pátrias da liberdade.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Postado por Maria Lucia às Terça-feira, Janeiro 12, 2010 0 comentários
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
OS MISTERIOSOS BASTIDORES DO PODER
Maria Lucia Victor Barbosa
04/01/2010
O que sabemos sobre os verdadeiros desígnios daqueles que nos governam? Nada sabemos. O que se passa nos bastidores do poder, nas tramas palacianas, nos grupos de comando da sociedade? Isso é invisível para a quase totalidade ou mesmo totalidade dos cidadãos. Como dominar pela mentira, pela propaganda enganosa, pelo culto da personalidade? Isso só os poderosos conhecem e dispõem de técnicas cada vez mais avançadas para fabricar o espírito da manada. Mesmo aqueles que compõem a minoria esclarecida e se opõem a certos atos e fatos gerados pelo governo, sem perceber são induzidos aderir ao jogo que refutam. Tomemos alguns exemplos para ilustrar o que se afirma.
Sean Goldman, nascido nos Estados Unidos, filho de pai norte-americano e de mãe brasileira foi trazido para o Brasil pela mãe aos quatro anos, enquanto o pai David Goldman era deixado para trás. A mãe se casou de novo com um advogado, mas veio a falecer no parto de uma menina que foi criada juntamente com Sean pela avó materna. Durante cinco anos o pai de Sean lutou na Justiça para reaver a guarda do filho, conforme lhe facultam leis do Direito, inclusive, internacional, mas só recentemente conseguiu levar a criança para seu país. Durante o calvário de David circularam na imprensa calunias contra ele e logo segmentos da sociedade se posicionaram a favor da avó, emitindo o tom nacionalista de: “Sean é nosso”.
Uma explicação sobre o caso, que tem lógica e parece esclarecer melhor o porquê da longa imposição de sofrimento feita ao pai do menino, apareceu num texto de Celso Lugarelli que circulou pela Internet. Segundo Lugarelli, “Sean é sobrinho-neto da ex-guerrilheira Maria Augusta Carneiro Ribeiro, a Guta, do MR8, amiga íntima de José Dirceu e do Lula”. Sobre Guta, que faleceu num acidente em maio do ano passado, consta o que Lugarelli encontrou no blog de José Dirceu. Entre outras homenagens, o sempre poderoso deputado petista cassado escreveu sobre a companheira: “Sua última luta (...) foi em defesa do seu sobrinho neto, Sean”. “A permanência da criança no Brasil, com a família de sua mãe – Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro, já falecida – foi a última grande causa na qual Guta se engajou”.
Portanto, o arbítrio sobrepujou a lei, a ideologia se sobrepôs à razão, enquanto muita gente se colocou ao lado da injustiça sem saber que as calunias feitas ao pai de Sean não passavam de manipulação da opinião pública.
Outro instrumento perfeito de criação do espírito da manada é o culto da personalidade devotado a Lula da Silva, que agora culmina com o filme, “Lula, o filho do Brasil”, o mais caro já lançado no país, financiado por estatais e empreiteiras e que arranca emoções, lágrimas e idolatria de quem assiste a mitificação de uma espécie de Jesus Cristo de Garanhuns. Periga a manada se ajoelhar diante da tela para saudar o prodígio, o pai magnânimo, o salvador, a criatura humilde, o igual, o sofredor. Não passa pela cabeça do homem comum que Lula da Silva não tem mais nada mais de sofredor, que é o presidente da República que nunca antes nesse país usufruiu de tantas viagens maravilhosas, que virou dono do poder, que faz parte da classe dominante, que é responsável pelo aumento de gastos secretos com cartões corporativos, o que deve tornar a vida na corte suntuosa.
Mas não basta o filme. Surge uma pesquisa em que Lula é o pop star brasileiro “mais confiável”, o número 1 acima de figuras famosas entre o grande público. Mas, não seria apenas o mais conhecido, por estar constantemente em foco na mídia, sempre louvado por grandes feitos nem sempre reais? Afinal, porque o povo confiaria também em Roberto Carlos ou Ivete Sangalo, dos mais cotados na confiabilidade dos entrevistados? Gostar de artistas é normal em sociedades de massas, se alienar à imagens fabricadas é comum para o grosso dos indivíduos, necessitar de ídolos é característica do ser humano, mas confiar pertence a outra categoria de avaliação. Quando o presidente da República aparece entre artistas, homens da mídia e políticos populares, mas sem a companhia de nomes pertencentes à elite intelectual brasileira, expoentes da arte e da cultura, figuras meritórias devotada às causas mais nobres, dá para desconfiar que a pesquisa objetiva apenas para plasmar o espírito da manada.
E enquanto Lula da Silva recebe prêmios e elogios mundiais, que sob a superfície marqueteira escondem interesses comerciais, sua política externa vem acumulando fracassos quando o Brasil disputa cargos internacionais. É fato também que o presidente se intrometeu excessivamente em Honduras para dar uma mãozinha ao companheiro Chávez, que por sua vez queria eternizar Zelaya no poder. Lula foi pela contramão do mundo quando recebeu e apoiou o abominável déspota Ahmadinejad. Tem demorado a defenestrar o terrorista Battisti. Mas esses fatos não são captados pelo espírito da manada.
Provavelmente, se Dilma Rousseff ganhar, pelo menos algumas coisas ficarão mais evidentes e esclarecidas, como os intentos inequívocos de cercear a liberdade de imprensa que apareceram na 1ª Conferência Nacional de Comunicação encerrada em dezembro passado. E enquanto nos bastidores se urde a continuidade do PT no poder, o que significa que qualquer obstáculo a esse intento será pulverizado, o “filho do Brasil” usufrui seu esplendoroso lazer numa paradisíaca praia, naturalmente, inacessível à manada.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.
mlucia@sercomtel.com.br
www.maluvibar.blogspot.com
COMENTO:
O brasileiro não gosta de seguir regras.Não gosta de cumprir leis.
Quer ganhar tudo no"GRITO".
A sociedade brasileira se caracteriza pela ambiguidade.Ao mesmo tempo que clama por justiça age de modo a tentar burlar leis.A justiça deve funcionar portanto para os outros.Para ele pode-se dar o tal jeitinho brasileiro.Surge aí outra característica nacional:O individualismo,levar vantagem em tudo.
Está ambiguidade e permissividade consigo mesmo é que nos leva a situação vexamitosa por que passa a sociedade brasileira.Injusta,desigual em direitos e deveres com sistema educacional e de saúde publicas em estado de degradação avançada.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
OS MISTERIOSOS BASTIDORES DO PODER
Maria Lucia Victor Barbosa
04/01/2010
O que sabemos sobre os verdadeiros desígnios daqueles que nos governam? Nada sabemos. O que se passa nos bastidores do poder, nas tramas palacianas, nos grupos de comando da sociedade? Isso é invisível para a quase totalidade ou mesmo totalidade dos cidadãos. Como dominar pela mentira, pela propaganda enganosa, pelo culto da personalidade? Isso só os poderosos conhecem e dispõem de técnicas cada vez mais avançadas para fabricar o espírito da manada. Mesmo aqueles que compõem a minoria esclarecida e se opõem a certos atos e fatos gerados pelo governo, sem perceber são induzidos aderir ao jogo que refutam. Tomemos alguns exemplos para ilustrar o que se afirma.
Sean Goldman, nascido nos Estados Unidos, filho de pai norte-americano e de mãe brasileira foi trazido para o Brasil pela mãe aos quatro anos, enquanto o pai David Goldman era deixado para trás. A mãe se casou de novo com um advogado, mas veio a falecer no parto de uma menina que foi criada juntamente com Sean pela avó materna. Durante cinco anos o pai de Sean lutou na Justiça para reaver a guarda do filho, conforme lhe facultam leis do Direito, inclusive, internacional, mas só recentemente conseguiu levar a criança para seu país. Durante o calvário de David circularam na imprensa calunias contra ele e logo segmentos da sociedade se posicionaram a favor da avó, emitindo o tom nacionalista de: “Sean é nosso”.
Uma explicação sobre o caso, que tem lógica e parece esclarecer melhor o porquê da longa imposição de sofrimento feita ao pai do menino, apareceu num texto de Celso Lugarelli que circulou pela Internet. Segundo Lugarelli, “Sean é sobrinho-neto da ex-guerrilheira Maria Augusta Carneiro Ribeiro, a Guta, do MR8, amiga íntima de José Dirceu e do Lula”. Sobre Guta, que faleceu num acidente em maio do ano passado, consta o que Lugarelli encontrou no blog de José Dirceu. Entre outras homenagens, o sempre poderoso deputado petista cassado escreveu sobre a companheira: “Sua última luta (...) foi em defesa do seu sobrinho neto, Sean”. “A permanência da criança no Brasil, com a família de sua mãe – Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro, já falecida – foi a última grande causa na qual Guta se engajou”.
Portanto, o arbítrio sobrepujou a lei, a ideologia se sobrepôs à razão, enquanto muita gente se colocou ao lado da injustiça sem saber que as calunias feitas ao pai de Sean não passavam de manipulação da opinião pública.
Outro instrumento perfeito de criação do espírito da manada é o culto da personalidade devotado a Lula da Silva, que agora culmina com o filme, “Lula, o filho do Brasil”, o mais caro já lançado no país, financiado por estatais e empreiteiras e que arranca emoções, lágrimas e idolatria de quem assiste a mitificação de uma espécie de Jesus Cristo de Garanhuns. Periga a manada se ajoelhar diante da tela para saudar o prodígio, o pai magnânimo, o salvador, a criatura humilde, o igual, o sofredor. Não passa pela cabeça do homem comum que Lula da Silva não tem mais nada mais de sofredor, que é o presidente da República que nunca antes nesse país usufruiu de tantas viagens maravilhosas, que virou dono do poder, que faz parte da classe dominante, que é responsável pelo aumento de gastos secretos com cartões corporativos, o que deve tornar a vida na corte suntuosa.
Mas não basta o filme. Surge uma pesquisa em que Lula é o pop star brasileiro “mais confiável”, o número 1 acima de figuras famosas entre o grande público. Mas, não seria apenas o mais conhecido, por estar constantemente em foco na mídia, sempre louvado por grandes feitos nem sempre reais? Afinal, porque o povo confiaria também em Roberto Carlos ou Ivete Sangalo, dos mais cotados na confiabilidade dos entrevistados? Gostar de artistas é normal em sociedades de massas, se alienar à imagens fabricadas é comum para o grosso dos indivíduos, necessitar de ídolos é característica do ser humano, mas confiar pertence a outra categoria de avaliação. Quando o presidente da República aparece entre artistas, homens da mídia e políticos populares, mas sem a companhia de nomes pertencentes à elite intelectual brasileira, expoentes da arte e da cultura, figuras meritórias devotada às causas mais nobres, dá para desconfiar que a pesquisa objetiva apenas para plasmar o espírito da manada.
E enquanto Lula da Silva recebe prêmios e elogios mundiais, que sob a superfície marqueteira escondem interesses comerciais, sua política externa vem acumulando fracassos quando o Brasil disputa cargos internacionais. É fato também que o presidente se intrometeu excessivamente em Honduras para dar uma mãozinha ao companheiro Chávez, que por sua vez queria eternizar Zelaya no poder. Lula foi pela contramão do mundo quando recebeu e apoiou o abominável déspota Ahmadinejad. Tem demorado a defenestrar o terrorista Battisti. Mas esses fatos não são captados pelo espírito da manada.
Provavelmente, se Dilma Rousseff ganhar, pelo menos algumas coisas ficarão mais evidentes e esclarecidas, como os intentos inequívocos de cercear a liberdade de imprensa que apareceram na 1ª Conferência Nacional de Comunicação encerrada em dezembro passado. E enquanto nos bastidores se urde a continuidade do PT no poder, o que significa que qualquer obstáculo a esse intento será pulverizado, o “filho do Brasil” usufrui seu esplendoroso lazer numa paradisíaca praia, naturalmente, inacessível à manada.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.
mlucia@sercomtel.com.br
www.maluvibar.blogspot.com
COMENTO:
O brasileiro não gosta de seguir regras.Não gosta de cumprir leis.
Quer ganhar tudo no"GRITO".
A sociedade brasileira se caracteriza pela ambiguidade.Ao mesmo tempo que clama por justiça age de modo a tentar burlar leis.A justiça deve funcionar portanto para os outros.Para ele pode-se dar o tal jeitinho brasileiro.Surge aí outra característica nacional:O individualismo,levar vantagem em tudo.
Está ambiguidade e permissividade consigo mesmo é que nos leva a situação vexamitosa por que passa a sociedade brasileira.Injusta,desigual em direitos e deveres com sistema educacional e de saúde publicas em estado de degradação avançada.
sábado, 9 de janeiro de 2010
Mais uma pergunta sem resposta
Egito constrói muro na fronteira com Gaza.
E aí?
Ninguém vai se manifestar?
E as ONGs? e a ONU?
E aí?
Ninguém vai se manifestar?
E as ONGs? e a ONU?
Mais uma região
Tamanho do texto A A Movimento islâmico da Somália detém homens com barba feita
09/01 - 07:48 , atualizada às 08:01 09/01 - EF
A Polícia religiosa do movimento islâmico Al Shabab deteve "dezenas" de homens da cidade somali de Kismayo que fizeram a barba, informa hoje a imprensa local.
"Nossas unidades a cargo do cumprimento das boas práticas religiosas detiveram dezenas de moradores que fizeram a barba, algo proibido pelo Estado islâmico regional", disse o chefe da Polícia local, Abu Hureyra Abdurahman.
Tanto Kismayo, no sul do país, como grande parte da Somália encontram-se, atualmente, sob o controle dos milicianos do Al Shabab, que combatem o Governo federal de transição.
Segundo o jornal eletrônico "Mareeg", o movimento islâmico ordenou, em dezembro, que todos os homens de Kismayo fizessem o bigode e deixassem a barba crescer.
Depois de detidos, o que aconteceu na quinta-feira, os homens que se barbearam teriam sido torturados pelos milicianos, destaca o "Mareeg".
"Ele ficarão três dias na prisão como castigo por terem violado a cultura islâmica e serão libertados depois deste período", disse o chefe da Polícia local.
Kismayo, que abriga o principal porto do sul da Somália, está sob controle do Al Shabab desde 2008.
COMENTO:
Mais uma região propícia para a Al Qaeda.
Não há governo central, predomina a miséria e não há a valorização da vida.
09/01 - 07:48 , atualizada às 08:01 09/01 - EF
A Polícia religiosa do movimento islâmico Al Shabab deteve "dezenas" de homens da cidade somali de Kismayo que fizeram a barba, informa hoje a imprensa local.
"Nossas unidades a cargo do cumprimento das boas práticas religiosas detiveram dezenas de moradores que fizeram a barba, algo proibido pelo Estado islâmico regional", disse o chefe da Polícia local, Abu Hureyra Abdurahman.
Tanto Kismayo, no sul do país, como grande parte da Somália encontram-se, atualmente, sob o controle dos milicianos do Al Shabab, que combatem o Governo federal de transição.
Segundo o jornal eletrônico "Mareeg", o movimento islâmico ordenou, em dezembro, que todos os homens de Kismayo fizessem o bigode e deixassem a barba crescer.
Depois de detidos, o que aconteceu na quinta-feira, os homens que se barbearam teriam sido torturados pelos milicianos, destaca o "Mareeg".
"Ele ficarão três dias na prisão como castigo por terem violado a cultura islâmica e serão libertados depois deste período", disse o chefe da Polícia local.
Kismayo, que abriga o principal porto do sul da Somália, está sob controle do Al Shabab desde 2008.
COMENTO:
Mais uma região propícia para a Al Qaeda.
Não há governo central, predomina a miséria e não há a valorização da vida.
sábado, 2 de janeiro de 2010
Expansão do fundamentalismo islamico
Home > Mundo > Notícia Tamanho do texto A A Iêmen reforça segurança diante de ameaças de grupo somali
02/01 - 10:19 - EFE
2 jan (EFE).- As autoridades do Iêmen reforçaram a segurança na área litorânea após as últimas ameaças lançadas a partir da Somália por um grupo vinculado à Al Qaeda, informaram hoje fontes oficiais.
As ameaças foram feitas pelo porta-voz do grupo radical somali Al-Shabaab, Mukhtar Robow, que disse ontem que essa milícia enviará combatentes ao Iêmen para apoiar os militantes da Al Qaeda nesse país.
A agência oficial iemenita "Saba" anunciou hoje que, a partir deste anúncio, as autoridades iemenitas reforçaram seu esquema de segurança no litoral do Golfo de Áden em frente à Somália, para evitar possíveis infiltrações dos combatentes somalis.
As medidas incluem o registro dos navios suspeitos que operam nas águas próximas ao Iêmen e o envio de novas tropas para reforçar as forças militares iemenitas, segundo a "Saba", que não cita as fontes de sua informação.
O ministro de Assuntos Exteriores iemenita, Abu Bakr al-Qirbi, em declarações divulgadas hoje pela "Saba", criticou as ameaças feitas pelo grupo somali e também aos que tentam exportar o terrorismo a outras nações.
"O Iêmen nunca aceitará terroristas ou combatentes islâmicos em seu território, e ficará a cargo deles", afirmou o alto funcionário.
O país é a base de operações da Al Qaeda na Península Arábica.
Nas últimas semanas, seus redutos foram alvo de duros ataques das Forças Armadas iemenitas, que contaram com ajuda dos Estados Unidos.
COMENTO:
Onde existir governo muçulmano fraco aliado a pobreza da população as portas estarão abertas ao fundamentalismo islamico.É só ver o que acontece na Somalia,Afeganistão. Paquistão e no próprio Iemen.
02/01 - 10:19 - EFE
2 jan (EFE).- As autoridades do Iêmen reforçaram a segurança na área litorânea após as últimas ameaças lançadas a partir da Somália por um grupo vinculado à Al Qaeda, informaram hoje fontes oficiais.
As ameaças foram feitas pelo porta-voz do grupo radical somali Al-Shabaab, Mukhtar Robow, que disse ontem que essa milícia enviará combatentes ao Iêmen para apoiar os militantes da Al Qaeda nesse país.
A agência oficial iemenita "Saba" anunciou hoje que, a partir deste anúncio, as autoridades iemenitas reforçaram seu esquema de segurança no litoral do Golfo de Áden em frente à Somália, para evitar possíveis infiltrações dos combatentes somalis.
As medidas incluem o registro dos navios suspeitos que operam nas águas próximas ao Iêmen e o envio de novas tropas para reforçar as forças militares iemenitas, segundo a "Saba", que não cita as fontes de sua informação.
O ministro de Assuntos Exteriores iemenita, Abu Bakr al-Qirbi, em declarações divulgadas hoje pela "Saba", criticou as ameaças feitas pelo grupo somali e também aos que tentam exportar o terrorismo a outras nações.
"O Iêmen nunca aceitará terroristas ou combatentes islâmicos em seu território, e ficará a cargo deles", afirmou o alto funcionário.
O país é a base de operações da Al Qaeda na Península Arábica.
Nas últimas semanas, seus redutos foram alvo de duros ataques das Forças Armadas iemenitas, que contaram com ajuda dos Estados Unidos.
COMENTO:
Onde existir governo muçulmano fraco aliado a pobreza da população as portas estarão abertas ao fundamentalismo islamico.É só ver o que acontece na Somalia,Afeganistão. Paquistão e no próprio Iemen.
Perguntas
1- Que fim levou a investigação do militar muçulmano quematou colegas em base militar no Texas?Foi um surto psicótico ou ato premeditado?
2-Onde estão as manifestações de repúdio ao atentado em quadra de volei no Paquistão onde morreram civis inclusive crianças e idosos?
3-Porque Sarney continua presidente do Senado?
4-E os mensalões?Como andam as investigações?Alguém já foi punido?
5-Para que serve a ONU?
2-Onde estão as manifestações de repúdio ao atentado em quadra de volei no Paquistão onde morreram civis inclusive crianças e idosos?
3-Porque Sarney continua presidente do Senado?
4-E os mensalões?Como andam as investigações?Alguém já foi punido?
5-Para que serve a ONU?
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Matança e ONGs
UOL Notícias Notícias Notícias Vídeos Web
MUDAR TAMANHO DA LETRA IMPRIMIR ENVIAR POR EMAIL COMUNICAR ERRO 01/01/2010 - 14h32
Mortes por ataque suicida no Paquistão chegam a 70
ISLAMABAD (Reuters) - O número de mortos pela explosão de uma bomba durante uma partida de vôlei no noroeste do Paquistão nesta sexta-feira aumentou para 70, relatou a TV local Express 24/7, no mais recente episódio de uma série de ataques mortais promovido por militantes ligados à Al Qaeda.
A emissora de televisão também informou que 65 pessoas foram feridas e mais de 20 casas destruídas no que foi descrito como uma explosão de um carro-bomba.
O suicida explodiu a bomba numa vila próxima à cidade de Lakki Marwat no momento em que um rapazes jogavam uma partida de vôlei em frente a uma multidão de espectadores, incluindo idosos e crianças, segundo disseram as autoridades.
Sabe-se que militantes ligados à Al Qaeda possuem bases na região. O número de mortos pode subir bastante já que muitas pessoas estão soterradas sob destroços de casas próximas, afirmaram autoridades.
Apesar das grandes ofensivas militares contra essas bases, militantes do Taliban ligados à Al Qaeda têm provocado a morte de centenas de pessoas em ataques com bomba desde outubro.
A explosão ocorreu em um dia de protestos contra a violência no Paquistão, um aliado de cuja ajuda os Estados Unidos estão utilizando em suas operações no vizinho Afeganistão, onde a atuação do Taliban é intensa.
Segundo o chefe da polícia local, Ayub Khan, o suicida detonou a bomba no utilitário esportivo que dirigiu até o centro do campo. Acredita-se que havia um segundo veículo que fugiu da local do ataque.
Um ataque usando um utilitário esportivo é altamente incomum, apesar de militantes terem começado a detonar bombas em locais movimentados como mercados para causar grandes números de mortos para espalhar medo e caos. Autoridades disseram que as pessoas da vila tinham formado uma milícia armada anti-Taliban, um fenômeno que começou no Paquistão no ano passado.
COMENTO:
Esses fundamentalistas islamicos continuam se matando e destruindo a vida de várias pessoas muitas das quais civis.
Ainda não vejo nenhum movimento mundial através de ONGs ou ONU contra tal prática abominável.
Sempre impera o silêncio.
Por que será?
MUDAR TAMANHO DA LETRA IMPRIMIR ENVIAR POR EMAIL COMUNICAR ERRO 01/01/2010 - 14h32
Mortes por ataque suicida no Paquistão chegam a 70
ISLAMABAD (Reuters) - O número de mortos pela explosão de uma bomba durante uma partida de vôlei no noroeste do Paquistão nesta sexta-feira aumentou para 70, relatou a TV local Express 24/7, no mais recente episódio de uma série de ataques mortais promovido por militantes ligados à Al Qaeda.
A emissora de televisão também informou que 65 pessoas foram feridas e mais de 20 casas destruídas no que foi descrito como uma explosão de um carro-bomba.
O suicida explodiu a bomba numa vila próxima à cidade de Lakki Marwat no momento em que um rapazes jogavam uma partida de vôlei em frente a uma multidão de espectadores, incluindo idosos e crianças, segundo disseram as autoridades.
Sabe-se que militantes ligados à Al Qaeda possuem bases na região. O número de mortos pode subir bastante já que muitas pessoas estão soterradas sob destroços de casas próximas, afirmaram autoridades.
Apesar das grandes ofensivas militares contra essas bases, militantes do Taliban ligados à Al Qaeda têm provocado a morte de centenas de pessoas em ataques com bomba desde outubro.
A explosão ocorreu em um dia de protestos contra a violência no Paquistão, um aliado de cuja ajuda os Estados Unidos estão utilizando em suas operações no vizinho Afeganistão, onde a atuação do Taliban é intensa.
Segundo o chefe da polícia local, Ayub Khan, o suicida detonou a bomba no utilitário esportivo que dirigiu até o centro do campo. Acredita-se que havia um segundo veículo que fugiu da local do ataque.
Um ataque usando um utilitário esportivo é altamente incomum, apesar de militantes terem começado a detonar bombas em locais movimentados como mercados para causar grandes números de mortos para espalhar medo e caos. Autoridades disseram que as pessoas da vila tinham formado uma milícia armada anti-Taliban, um fenômeno que começou no Paquistão no ano passado.
COMENTO:
Esses fundamentalistas islamicos continuam se matando e destruindo a vida de várias pessoas muitas das quais civis.
Ainda não vejo nenhum movimento mundial através de ONGs ou ONU contra tal prática abominável.
Sempre impera o silêncio.
Por que será?
Assinar:
Postagens (Atom)
