Presidente do Conselho de Ética arquiva todas as acusações restantes contra Sarney
Claudia Andrade
Do UOL Notícias
Em São Paulo
Conforme o esperado, o presidente do Conselho de Ética do Senado, Paulo Duque (PMDB-RJ), decidiu pelo arquivamento das sete ações que restavam no órgão contra o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), nesta sexta-feira (7).
Na última quarta-feira, ele já tinha arquivado outros quatro pedidos de investigação contra o presidente do Senado e um contra o líder do PMDB, Renan Calheiros (AL).
Entre as representações arquivadas estão duas que tratam do suposto envolvimento de Sarney com atos secretos, assinadas pelo PSDB.
Os tucanos fizeram mais outras duas representações contra o presidente do Senado: uma sobre suspeitas de favorecimento a seu neto em operações de crédito consignado junto a funcionários da Casa e outra sobre benefícios supostamente irregulares à Fundação José Sarney, que teria desviado dinheiro de patrocínio da Petrobras.
Outra das ações arquivadas nesta sexta-feira é uma representação apresentada pelo PSOL que denuncia a omissão por Sarney de uma propriedade avaliada em R$ 4 milhões perante a Justiça Eleitoral.
Havia ainda duas denúncias protocoladas em conjunto pelos senadores Arthur Virgílio (PSDB-AM) e Cristovam Buarque (PDT-DF). Uma delas relata suposto envolvimento de Sarney em venda de terras sem pagamento de impostos e recebimento de informações privilegiadas da PF (Polícia Federal) em investigação envolvendo seu filho, Fernando Sarney.
A orientação pelo arquivamento deve ser publicada no Diário do Senado Federal no sábado. O prazo para apresentação de recurso contra a decisão é de dois dias a partir da publicação. No caso das acusações arquivadas na reunião de quarta-feira passada, a oposição terá de protocolar os recursos até segunda.
Acusações arquivadas pelo Conselho no dia 7 de agosto
1. Denúncia de Arthur Virgilio feita em 23 de julho. Acusa Sarney de usar ato secreto para a nomeação do namorado de sua neta
2. Representação do PSDB feita em 28 de julho. Acusa Sarney de obter favorecimentos através de atos secretos
3. Representação do PSDB feita em 28 de julho. Acusa Sarney de favorecer o neto em operações de empréstimo a funcionários do Senado
4. Representação do PSDB feita em 28 de julho. Acusa Sarney de desvio de recursos públicos na Fundação Sarney e de mentir ao negar ter ligações com a administração da Fundação José Sarney
5. Representação do PSOL feita em 29 de julho. Acusa Sarney de omitir casa de R$ 4 milhões da Justiça e de ter conta ilegal no exterior, gerenciada por Edemar Cid Ferreira
6. Denúncia de Arthur Virgilio e Cristovam Buarque (PDT-DF) feita em 29 de julho. Acusa Sarney de vender terras nunca registradas em seu nome, evitando o pagamento de impostos
7. Denúncia de Arthur Virgilio e Cristovam feita em 29 de julho. Acusa Sarney de ter se beneficiado na operação Boi Barrica. A operação da PF investiga seu filho, Fernando Sarney
Acusações arquivadas pelo Conselho no dia 5 de agosto
1. Denúncia de Arthur Virgilio (PSDB-AM) feita em 29 de junho. Contém 19 acusações. Entre elas, está a que acusa Sarney de favorecer a empresa de seu neto em operações de empréstimo a funcionários do Senado, e a que o acusa de ser condescendente com a publicação de atos secretos
2. Representação do PSOL feita em 30 de junho. Acusa Sarney de usar os atos secretos para conceder benefícios e aumentar salários
3. Denúncia de Arthur Virgilio feita em 10 de julho. Acusa Sarney de usar o advogado do Senado no Supremo Tribunal Federal em ação envolvendo causas próprias
4. Denúncia de Arthur Virgilio feita em 14 de julho. Acusa Sarney de ter mentido, ao negar ter ligações com a administração da Fundação José Sarney
COMENTO:
Como havia dito:TERMINOU EM PIZZA COM MARMELADA DE SOBREMESA.
No Japão daria suicídio e em vários outros países renuncias.
Deveria haver uma renuncia coletiva e investigação independente para se comprovar todas as denúncias e irregularidades com punição exemplar.
É vergonhoso o que se passa no Senado mas é o retrato da sociedade brasileira pois foram lá postos por eleição direta, portanto legítimos representantes do País.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
terça-feira, 4 de agosto de 2009
SENADO E VERGONHA
Collor defende Sarney que é apoiado por Renan Calheiros.Todos são chancelados por Lula.Que time.
Um país não pode funcionar assim.
Discursos inflamados, ameaças,acusações.E trabalhar que é bom NADA.
Como diz Boris Casoy:Isso é uma vergonha.Vai acabar tudo em pizza com marmelada de sobremesa.
Um país não pode funcionar assim.
Discursos inflamados, ameaças,acusações.E trabalhar que é bom NADA.
Como diz Boris Casoy:Isso é uma vergonha.Vai acabar tudo em pizza com marmelada de sobremesa.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
A velha Europa
A Suécia vendeu armas para a Venezuela e foram encontradas com as FARCS.
É a velha hipocrisia européia.Se posta como o continente civilizado,vanguarda dos movimentos pacifistas,das preocupações climáticas mas por trás vendem armas para a VENEZUELA.
Não esqueçamos que vários conflitos atuais são ainda oriundos do velho colonialismo europeu.
É a velha hipocrisia européia.Se posta como o continente civilizado,vanguarda dos movimentos pacifistas,das preocupações climáticas mas por trás vendem armas para a VENEZUELA.
Não esqueçamos que vários conflitos atuais são ainda oriundos do velho colonialismo europeu.
sábado, 25 de julho de 2009
Como agir?
Qual princípio usar para tomar decisões?
1º:Até prova em contrário estão roubando e portanto limito minhas ações mesmo em prejuízos de alguns honestos.
2º:todos são inocentes até se descobrir um desvio portanto corro meus riscos mas não prejudico os honestos.
Essa fica como um enigma para várias interpretações em diferentes profissões.
1º:Até prova em contrário estão roubando e portanto limito minhas ações mesmo em prejuízos de alguns honestos.
2º:todos são inocentes até se descobrir um desvio portanto corro meus riscos mas não prejudico os honestos.
Essa fica como um enigma para várias interpretações em diferentes profissões.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Hierarquia e disciplina:uma reflexão
A hierarquia e disciplina é um binomio sempre mencionado como o pilar de todas as organizações militares entretanto ela existe em todas as organizações sociais, desde a simples família, passa por todas as empresas publicas e privadas até a igreja Católica que tem uma das estruturas mais hierarquizadas existentes.
A interpretação vertical da hierarquia pode levar a uma deturpação das relações interpessoais criando um abismo entre o topo e a base.Um dos erros mais comuns é relacionar a posição que ocupa na escala hierarquica com a capacidade, inteligencia autoridade e influencia sobre o círculo abaixo do seu.Muitas vezes isso resulta em ordens impostas pelo medo onde quem a recebe a cumpre apenas para não sofrer sanções.Cumprir uma ordem sob o medo da punição gera uma psicosfera de ansiedade,taquicardia, taquipnéia e prejuízo da concentração obtendo com certeza um resultado inferior.Cumprir uma ordem emanada de alguém com credibilidade e na certeza de que ela é para um bem maior evita os tormentos acima com um resultado bem melhor.
A interpretação horizontal da hierarquia nos leva a idéia de que os varios círculos hierarquicos são separados por funções inerentes a cada um.Portanto o tratamento entre eles será resultante do profissionalismo e da função específica que só aquele compnente sabe.
Por exemplo:Eu como diretor de um hospital estou no topo da piramide mas sei que se a sala do centro cirurgico não for limpa por alguém treinado para isso não haverá cirurgias.Este funcionário sabe fazer algo que eu não sei portanto ele deve ser visto como fundamental para o funcionamento do hospital embora hierarquicamente classificado em outro círculo.Não é um funcionário inferior , é um profissional que na sua área sabe algo que não sabemos.É assim que ele tem que ser tratado:Profissional indispensável para o funcionamento da empresa merecedor de todo respeito por todos os círculos hierarquicos.
Esses são alguns pontos para reflexão e melhorarmos nossas relações inter pessoais.
A interpretação vertical da hierarquia pode levar a uma deturpação das relações interpessoais criando um abismo entre o topo e a base.Um dos erros mais comuns é relacionar a posição que ocupa na escala hierarquica com a capacidade, inteligencia autoridade e influencia sobre o círculo abaixo do seu.Muitas vezes isso resulta em ordens impostas pelo medo onde quem a recebe a cumpre apenas para não sofrer sanções.Cumprir uma ordem sob o medo da punição gera uma psicosfera de ansiedade,taquicardia, taquipnéia e prejuízo da concentração obtendo com certeza um resultado inferior.Cumprir uma ordem emanada de alguém com credibilidade e na certeza de que ela é para um bem maior evita os tormentos acima com um resultado bem melhor.
A interpretação horizontal da hierarquia nos leva a idéia de que os varios círculos hierarquicos são separados por funções inerentes a cada um.Portanto o tratamento entre eles será resultante do profissionalismo e da função específica que só aquele compnente sabe.
Por exemplo:Eu como diretor de um hospital estou no topo da piramide mas sei que se a sala do centro cirurgico não for limpa por alguém treinado para isso não haverá cirurgias.Este funcionário sabe fazer algo que eu não sei portanto ele deve ser visto como fundamental para o funcionamento do hospital embora hierarquicamente classificado em outro círculo.Não é um funcionário inferior , é um profissional que na sua área sabe algo que não sabemos.É assim que ele tem que ser tratado:Profissional indispensável para o funcionamento da empresa merecedor de todo respeito por todos os círculos hierarquicos.
Esses são alguns pontos para reflexão e melhorarmos nossas relações inter pessoais.
terça-feira, 21 de julho de 2009
O outro lado da história.Uma outra visão
QUEM ESPERA SEMPRE ALCANÇA: A ESTRATÉGIA PALESTINA - por Herman Glanz 19/07/2009julho 20, 2009 @ 16:05 · Filed under Herman Glanz
Temos falado que os vizinhos de Israel, árabes como os atuais palestinos, se valem do tempo para alcançar seus propósitos, pouco se importando com os direitos humanos, tanto para os seus como o dos outros, pois o tempo permite minar o moral do inimigo, mesmo ás próprias custas de seus homens.
Numa entrevista, em 25 de junho passado, para o diário jordaniano, Al Dustour, o negociador palestino, Saeb Erekat, declarou que Israel vem, paulatinamente, atendendo às exigências palestinas, de forma que é uma questão de tempo chegar onde pretendem. Informou, por exemplo, que o governo israelense anterior, de Ehud Olmert, chegou a oferecer a Mahmoud Abbas um território igual a 100% da chamada Margem Ocidental, apenas propondo troca de terras em determinados pontos.
Mas que a Autoridade Palestina não aceitará qualquer discussão sobre troca de territórios antes que Israel reconheça a soberania palestina sobre todos os territórios ‘ocupados’ por Israel em 1967. Disse ter ocorrido uma mudança das posições de Israel ao longo do tempo, quebrando antigos tabus, demonstrando que os palestinos não devem ter pressa para atingir seus objetivos, inclusive o retorno dos refugiados e compensações financeiras, que não são mutuamente exclusivas, pois exigem ambos. Disse ainda que os palestinos estão agindo em total coordenação com a Jordânia. Falou Erekat ser impossível reconhecer Israel como Estado Judeu, pois implicaria assumir o Movimento Sionista, porque esse movimento considera que religião e nacionalidade constituem uma mesma coisa.
Como Israel possui Tratados com o Egito e a Jordânia, e relações com um sem número de países, e a nenhum exigiu tal reconhecimento, por que então o exigir dos palestinos? Tal reconhecimento poderá prejudicar o direito de retorno dos palestinos. Mas Erekat ocultou que o Estado Palestino que pretende ver criado de jure, em seu já terceiro anteprojeto de Constituição, afirma que o islamismo é a religião do Estado Palestino e que a Lei palestina se subordina à Shari’ia.
Tendo em vista o recente discurso do atual Primeiro-Ministro de Israel, Netanyahu, dizendo não a tudo o que foi oferecido pelo governo anterior de Israel, a iniciativa de paz ainda se mostra interessante para os palestinos, disse Erekat, porque inclui uma cláusula que diz que somente ocorrerá normalização das relações com Israel depois da completa retirada dos ‘territórios ocupados’ por Israel em 1967, incluindo Jerusalém e Golã.
Essa é a razão pela qual sempre falamos que a paz, no momento, não se fará, enquanto as exigências dos atuais palestinos continuarem nesse estado de coisas. Falar em territórios ocupados tem um conteúdo embutido: se Jerusalém é território ocupado, todo Israel também o é, e assim se consumará, posteriormente, a destruição de Israel. Pode-se até entregar territórios, mas não devolver territórios chamados de ocupados por Israel.
Outro fato que passou despercebido, ou melhor, foi silenciado, foi a entrevista de Mahmoud Abbas, o Abu Mazen como terrorista, atual Presidente da Autoridade Palestina, à TV Al Palestinia, na semana que passou. Abu Mazen contou sua infância em Safed, Israel, de família de há muito lá radicada, e de como sua família fugiu de lá, a pé, em 1948, atravessando o rio Jordão, indo para Damasco, na Síria, temendo represálias dos sionistas, especialmente em Safed, lembrando do massacre dos judeus pelos árabes, em 1929.
Com essa declaração, ele pretendia demonstrar ser um refugiado, com o direito de retorno, mas na verdade declarou que fugiram por conta própria, temendo que se lhes dessem o troco pelo que fizeram antes aos judeus, pois as famílias árabes sabiam terem massacrado os judeus anteriormente, expulsando-os. Não se deu conta que, tendo falado em 1929, demonstrou que os judeus, possuem anterior direito de retorno, pois de fato foram expulsos. E os judeus de Safed lá estavam desde tempos imemoriais, muito antes da vinda dos árabes.
A Paz é uma questão de paciência, com os massacres pelos árabes continuando, desta vez com mísseis Kassam, que voltaram a cair em Israel, vindos de Gaza. A explosão de um dos depósitos de armas do Hizbollah, no Líbano, construído diante da vigilância das Nações Unidas e do governo do Líbano,, demonstrou o rearmamento do Hizbollah, e que de nada adianta a fiscalização dos organismos internacionais.
Quem espera sempre alcança, diz o ditado popular. A Paz deve ser esperada. O tempo pode trabalhar a favor de Israel.
COMENTO:
A história do Oriente Médio é complexa e cheia de detalhes por isso tem muita gente falando besteira.Não sabem o que falam.
É preciso estudar e ouvir todas as versões para que se possa emitir uma opinião com credibilidade.
A paz entretanto só será possível se incluir um programa de paralização da transmissão do ódio aos judeus que ocorre nos países muçulmanos sobretudo nas escolas.
Temos falado que os vizinhos de Israel, árabes como os atuais palestinos, se valem do tempo para alcançar seus propósitos, pouco se importando com os direitos humanos, tanto para os seus como o dos outros, pois o tempo permite minar o moral do inimigo, mesmo ás próprias custas de seus homens.
Numa entrevista, em 25 de junho passado, para o diário jordaniano, Al Dustour, o negociador palestino, Saeb Erekat, declarou que Israel vem, paulatinamente, atendendo às exigências palestinas, de forma que é uma questão de tempo chegar onde pretendem. Informou, por exemplo, que o governo israelense anterior, de Ehud Olmert, chegou a oferecer a Mahmoud Abbas um território igual a 100% da chamada Margem Ocidental, apenas propondo troca de terras em determinados pontos.
Mas que a Autoridade Palestina não aceitará qualquer discussão sobre troca de territórios antes que Israel reconheça a soberania palestina sobre todos os territórios ‘ocupados’ por Israel em 1967. Disse ter ocorrido uma mudança das posições de Israel ao longo do tempo, quebrando antigos tabus, demonstrando que os palestinos não devem ter pressa para atingir seus objetivos, inclusive o retorno dos refugiados e compensações financeiras, que não são mutuamente exclusivas, pois exigem ambos. Disse ainda que os palestinos estão agindo em total coordenação com a Jordânia. Falou Erekat ser impossível reconhecer Israel como Estado Judeu, pois implicaria assumir o Movimento Sionista, porque esse movimento considera que religião e nacionalidade constituem uma mesma coisa.
Como Israel possui Tratados com o Egito e a Jordânia, e relações com um sem número de países, e a nenhum exigiu tal reconhecimento, por que então o exigir dos palestinos? Tal reconhecimento poderá prejudicar o direito de retorno dos palestinos. Mas Erekat ocultou que o Estado Palestino que pretende ver criado de jure, em seu já terceiro anteprojeto de Constituição, afirma que o islamismo é a religião do Estado Palestino e que a Lei palestina se subordina à Shari’ia.
Tendo em vista o recente discurso do atual Primeiro-Ministro de Israel, Netanyahu, dizendo não a tudo o que foi oferecido pelo governo anterior de Israel, a iniciativa de paz ainda se mostra interessante para os palestinos, disse Erekat, porque inclui uma cláusula que diz que somente ocorrerá normalização das relações com Israel depois da completa retirada dos ‘territórios ocupados’ por Israel em 1967, incluindo Jerusalém e Golã.
Essa é a razão pela qual sempre falamos que a paz, no momento, não se fará, enquanto as exigências dos atuais palestinos continuarem nesse estado de coisas. Falar em territórios ocupados tem um conteúdo embutido: se Jerusalém é território ocupado, todo Israel também o é, e assim se consumará, posteriormente, a destruição de Israel. Pode-se até entregar territórios, mas não devolver territórios chamados de ocupados por Israel.
Outro fato que passou despercebido, ou melhor, foi silenciado, foi a entrevista de Mahmoud Abbas, o Abu Mazen como terrorista, atual Presidente da Autoridade Palestina, à TV Al Palestinia, na semana que passou. Abu Mazen contou sua infância em Safed, Israel, de família de há muito lá radicada, e de como sua família fugiu de lá, a pé, em 1948, atravessando o rio Jordão, indo para Damasco, na Síria, temendo represálias dos sionistas, especialmente em Safed, lembrando do massacre dos judeus pelos árabes, em 1929.
Com essa declaração, ele pretendia demonstrar ser um refugiado, com o direito de retorno, mas na verdade declarou que fugiram por conta própria, temendo que se lhes dessem o troco pelo que fizeram antes aos judeus, pois as famílias árabes sabiam terem massacrado os judeus anteriormente, expulsando-os. Não se deu conta que, tendo falado em 1929, demonstrou que os judeus, possuem anterior direito de retorno, pois de fato foram expulsos. E os judeus de Safed lá estavam desde tempos imemoriais, muito antes da vinda dos árabes.
A Paz é uma questão de paciência, com os massacres pelos árabes continuando, desta vez com mísseis Kassam, que voltaram a cair em Israel, vindos de Gaza. A explosão de um dos depósitos de armas do Hizbollah, no Líbano, construído diante da vigilância das Nações Unidas e do governo do Líbano,, demonstrou o rearmamento do Hizbollah, e que de nada adianta a fiscalização dos organismos internacionais.
Quem espera sempre alcança, diz o ditado popular. A Paz deve ser esperada. O tempo pode trabalhar a favor de Israel.
COMENTO:
A história do Oriente Médio é complexa e cheia de detalhes por isso tem muita gente falando besteira.Não sabem o que falam.
É preciso estudar e ouvir todas as versões para que se possa emitir uma opinião com credibilidade.
A paz entretanto só será possível se incluir um programa de paralização da transmissão do ódio aos judeus que ocorre nos países muçulmanos sobretudo nas escolas.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Doença
Sarney apóia Lula, que elogia Collor que apóia Sarney, que elogia Lula, que apóia Sarney ..........
Forma-se uma panelinha.
São espectros opostos de uma mesma doença:Orgulho, egocentrismo,baixo nível moral,e todo o resto é consequencia.
Forma-se uma panelinha.
São espectros opostos de uma mesma doença:Orgulho, egocentrismo,baixo nível moral,e todo o resto é consequencia.
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