domingo, 14 de fevereiro de 2010

FRASE DO DIA

Numa Nação livre, os cidadãos decidem os limites de poder que concedem ao Estado e a seus dirigentes; num País que não o é, os governantes decidem as liberdades que concedem aos seus cidadãos." J.Goldsmith

Mais Gramsci e Brasil

Retirado do blog:http://palavrasoutras.blogspot.com/

O golpe do LULO - PETISMO

Como é próprio de governantes desonestos (e pretensos golpistas), Lula e vários de seus ministros assinaram, "na moita", nos últimos dias de Dezembro, e sem qualquer dos costumeiros estardalhaços de auto-promoção, um projeto de lei que, se aprovado, prepara o caminho político para a instituir, digamos, "legalmente" um regime totalitário comunista no Brasil. É o malfadado decreto denominado: “Programa Nacional de Direitos Humanos”.

Quem se dispuser a ler o absurdo e enganoso documento (repleto de eufemismos e de "democratismos"), verá que ele é puramente autoritário, dando aos governantes o controle essencial da vida da sociedade. Como bem comentou o Reinaldo Azevedo: "O decreto tem todas as características da ação solerte e traiçoeira. Foi redigido para enganar o povo, para burlar as regras do estado democrático. Está cheio de cartas na manga, malandragens e vigarices intelectuais". É o golpe lulista.

Para tentar manter a aparência democrática, e enganar os incautos, pouco afeitos as essências ideológicas, o pretensioso documento está repleto de expressões como: "democracia participativa", "conselhos de direitos humanos", "conselhos ambientais", "conselhos populares". O engano é imenso, pois a aparência é uma e a sua intenção é bem outra. A papelada é de uma sandice inigualável, como afirmou o jurista Ives Gandra Martins. E é de um mau caratismo próprio dos esquerdistas, pois sabedores que o povo é ignorante mas não é pró-comunismo, pretendem vender gato por lebre. Aliás, segundo as estatísticas do TSE, mais de 70% dos eleitores brasileiros são considerados analfabetos funcionais politicamente.

A estratégia dos mentores desse “Plano” - certamente os intelectualóides uspianos que dirigem o Foro de São Paulo - é simplesmente seguir os ensinamentos de Gramsci, auxiliados pela já vasta e “aparelhada” “nomenklatura” governamental.


Quem não está familiarizado com as ideologias políticas, por certo estará perguntando: Quem foi Gramsci e qual sua relação com o comunismo brasileiro?

Antonio Gramsci (1891-1937), pensador e político foi um dos fundadores do Partido Comunista Italiano em 1921, e o primeiro teórico marxista a defender que a revolução na Europa Ocidental teria que se desviar muito do rumo seguido pelos bolcheviques russos, capitaneados por Vladimir Illitch Ulianov Lênin (1870-1924) e seguido por Iossif Vissirianovitch Djugatchvili Stalin (1879-1953).

Durante sua prisão na Itália de 1926 até 1935, escreveu textos sobre o comunismo os quais começaram a ser publicados por partes na década de 30, e integralmente em 1975, sob o título “Cadernos do Cárcere”. Esta publicação, difundida em vários continentes, passou a ser o catecismo das esquerdas, que viram nela uma forma muito mais potente de realizar o velho sonho de implantar o totalitarismo, sem que fosse necessário o derramamento de sangue, como ocorreu na Rússia, na China, em Cuba, no Leste Europeu, na Coréia do Norte, no Camboja e no Vietnã do Norte, países que se tornaram vítimas da loucura coletiva detonada por ideólogos mentecaptos.

Gramsci professava que a implantação do comunismo não deve se dar pela força, como aconteceu na Rússia, mas de forma pacífica e sorrateira, infiltrando, lenta e gradualmente, a idéia revolucionária.

A estratégia é utilizar-se de diplomas legais e de ações políticas que sejam docilmente aceitas pelo povo, enganando consciências e massificando a sociedade com uma propaganda subliminar, imperceptível aos mais incautos que, a priori, representam a grande maioria da população, de modo que, entorpecidos pelo melífluo discurso “democrático”, as consciências já não mais percebam o engodo em que estão sendo envolvidas.

A originalidade da tese de Gramsci reside na substituição da noção de “ditadura do proletariado” por “hegemonia do proletariado” e “ocupação de espaços”. Defendia que toda tomada de poder só pode ser feita com alianças e que o trabalho da classe revolucionária deve ser primeiramente, político e intelectual.

A doutora Marli Nogueira, juíza do trabalho em Brasília, e estudiosa do assunto, nos dá a seguinte explicação sobre “hegemonia”:

“A hegemonia consiste na criação de uma mentalidade uniforme em torno de determinadas questões, fazendo com que a população acredite ser correta esta ou aquela medida, este ou aquele critério, esta ou aquela ´análise da situação´, de modo que quando o comunismo tiver tomado o poder, já não haja qualquer resistência. Isto deve ser feito, segundo ensina Gramsci, a partir de diretrizes indicadas pelo ´intelectual coletivo´ (o partido), que as dissemina pelos ´intelectuais orgânicos´ (ou formadores de opinião), sendo estes constituídos, na verdade, de intelectualóides de toda sorte, como professores (porque o jovem é um caldo de cultura excelente para isso), a mídia (jornalistas também intelectualóides).

Quanto à “ocupação de espaços”, pode ser claramente vislumbrada pela nomeação de mais de 20 mil cargos de confiança pelo PT em todo o território brasileiro, cujos detentores desses cargos, militantes congênitos, têm a missão de fazer a acontecer a “hegemonia”.

Retornando a Gramsci e segundo ele, os principais objetivos de luta pela mudança são conquistar, um após outro, todos os instrumentos de difusão ideológica (escolas, universidades, editoras, meios de comunicação social, artistas, sindicatos etc.), uma vez que, os principais confrontos ocorrem na esfera cultural e não nas fábricas, nas ruas ou nos quartéis. O proletariado precisa transformar-se em força cultural e política, dirigente dentro de um sistema de alianças, antes de atrever-se a atacar o poder do Estado-burguês.

Gramsci abandonou a tese marxista de que uma crise catastrófica permitiria uma bem sucedida intervenção revolucionária. Para ele, nem a mais severa recessão do capitalismo levaria à revolução. E é exatamente isto que está acontecendo no presente momento aqui no Brasil: A preparação ideológica. Só não enxerga quem não quer.

Segundo a doutora Marli Nogueira:“Uma vez superada a opinião que essa mesma sociedade tinha a respeito de várias questões, atinge-se o que Gramsci denominava ´superação do senso-comum´, que outra coisa não é senão a hegemonia de pensamento. Grande parte do povo passa a repetir, impensadamente, as opiniões da propaganda governamental, já prontas do sutil ideário comunista. E quando chegar a hora, aceitarão também qualquer medida que os leve a esse rumo, seja ela a demolição de instituições, seja ela a abolição da propriedade privada, seja ela o fim da democracia (mesmo defeituosa) como vivemos.

Lênin sustentava que a revolução deveria começar pela tomada do Estado para, a partir daí, transformar a sociedade. Gramsci inverteu esses termos: a revolução deveria começar pela transformação da sociedade. Sem essa prévia “revolução do espírito”, toda e qualquer tentativa comunista seria passageira.

Para tanto, Gramsci definiu a sociedade como “um complexo sistema de relações ideais e culturais” onde a batalha deveria ser travada no plano “intelectual”. Por essa razão, a caminhada ao socialismo proposta por Gramsci não passava pelos proletariados de Marx e Lênin e nem pelos camponeses de Mão Tse Tung, e sim pelos intelectuais, pela classe média, pelos estudantes, pela cultura, pela educação e pelo efeito multiplicador dos meios de comunicação, buscando, por meio de métodos persuasivos, sugestivos ou compulsivos, mudar a mentalidade, desvinculando-a do sistema de valores tradicionais, para implantar os valores da ideologia comunista.

Fidel Castro, com certeza, foi o último dinossauro a adotar os métodos de Lênin. Seus discípulos Lula, Morales, Kirchner, Vasquez e Zapatero, estão aplicando, com sucesso, as teses do “Caderno do Cárcere”, de Antônio Gramsci. Chávez, o troglodita venezuelano, optou pelo poder força bruta e fraudes eleitorais. No Brasil, por via das dúvidas, mantêm-se ativo e de prontidão o MST e a Via Campesina, como salvaguarda, caso tenham que optar pela revolução cruenta que é a estratégia leninista.

Todos os valores que aprendemos com a civilização ocidental vêm sendo sistematicamente destruídos ou deturpados, sob o olhar complacente dos brasileiros, os quais, por uma inocência pueril, seja pelo resultado da proposital ideologização do ensino, seja por ignorância dos reais intentos das esquerdas, nem mesmo se dão conta de que é a sobrevivência da própria sociedade é que está posta em jogo.

Perdidos esses valores, não sobra sequer espaço para a indignação que, em outros tempos, brotaria, instantaneamente, do conhecimento desses escancarado ambiente de corrupção, ampliado em todos os níveis do Estado e de projetos de lei discriminatórios ou como este último absurdo...

A verdade é que os velhos métodos para implantação do socialismo-comunismo foram definitivamente sepultados. Um novo, sutil e traiçoeiro método vêm sendo adotado, cuja amplitude não é percebida pela grande maioria do povo brasileiro.

COPA DO MUNDO DE 2014:CUSTOS

Próximo do prazo para obras das arenas, ministro alerta para estouro nas contas
Thales Calipo
Em São Paulo
A 17 dias do fim do prazo estipulado para o início das obras nos estádios que receberão jogos da Copa do Mundo de 2014, o ministro do Esporte, Orlando Silva Júnior, fez um alerta. Segundo ele, o não cumprimento deste cronograma deve, invariavelmente, gerar um rombo no orçamento inicial, repetindo assim o mesmo panorama dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007.

“Dia 28 de fevereiro é o prazo limite para o início das construções dos estádios e estamos com o sinal amarelo ligado. Não é bom começar perdendo prazos, pois a urgência é cara e isso acabará aumentando os custos”, afirmou o ministro do Esporte, durante o Seminário Internacional de Futebol que debate a Copa do Mundo de 2014, na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Com exceção do Morumbi, do Beira-Rio e da Arena da Baixada, que serão reformados com dinheiro de São Paulo, Internacional e Atlético-PR, respectivamente, além de empréstimos do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), as demais arenas serão construídas sob a responsabilidade dos governos estaduais.

No início deste mês, o Ministério do Esporte formalizou as contas envolvendo os estádios da Copa do Mundo. Atualmente, as 12 arenas devem consumir R$ 5,342 bilhões para cumprirem o que o caderno de encargos da Fifa determina, sendo que R$ 1,6 bi deve sair diretamente dos cofres dos governos estaduais, e outros R$ 3,427 bi serão viabilizados por meio de empréstimos do BNDES.

Além do prazo para o início das obras, que dificilmente deve ser cumprido pelas 12 cidades-sede, outro ponto de preocupação para o Ministério do Esporte é com o ritmo das obras envolvendos os aeroportos. Apesar de estas reformas serem de responsabilidade da Infraero, o ministro mostrou preocupação com o cronograma.

“Os investimentos, de cerca de R$ 5 bilhões, já estão programados, então é preciso que realizemos estas obras”, completou o ministro, citando, por exemplo, a construção do terceiro terminal em Cumbica e a ampliação de Viracopos, em Campinas.

COMENTO:
Alguém tinha dúvidas que isso não iria ocorrer?
É um passo para superfaturamento pois quanto maior o atraso mas chance de se fazer obras emergenciais com um custo mais elevado.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

2010 e escandalos

Como o brasileiro tem memória curta eis alguns escandalos de 2010 envolvendo a Camara dos Deputados e Senado Federal

01.Senado autoriza parlamentares a utilizarem "passagens extras" em 2010
02.Deputado Ernandes Amorim pede que a Câmara compre um jatinho para deputados
03.Gasto com publicidade de senadores cresce 52% em véspera de ano eleitoral
04.Senadores ganham diárias para ficar em casa
05.Deputados repassaram verbas públicas para empresas doadoras de campanha
06.Senado gasta R$ 6,4 milhões com despesas médicas de ex-senadores

Estamos ainda no início do ano.

REGRAS E CULTURA

http://por-outrolado.blogspot.com/13 fevereiro de 2010
Carnavais, malandros e heróis

*Gustavo Müller


A magistral obra do antropólogo Roberto DaMatta, “Carnavais, malandros e heróis”, retrata de forma singular o caráter do brasileiro e identifica no carnaval um momento no qual a ordem hierárquica é rompida.

Segundo DaMatta, o que caracteriza a formação social brasileira é a incapacidade da aceitação de uma regra universal, na qual, tanto os de cima como os de baixo estariam inevitavelmente subordinados.

Ao contrário, o que DaMatta identifica é a cultura do personalismo e do jeitinho brasileiro, ou seja, as relações de clientelismo e pequenas transgressões cotidianas que seriam contrastantes com a percepção da corrupção como elemento intrínseco ao jogo político.

Durante muitos anos os carnavais foram marcados pela irreverência e pelo sutil protesto contra os donos do poder. As “passagens desbotadas da memória” eram a forma pela qual a cultura política popular se manifestava contra o autoritarismo e a repressão.

Hoje, embora continuemos a construir “estranhas catedrais”, a irreverência contra o poder estabelecido desapareceu, pois tal poder encarna a própria cultura das “pequenas transgressões”.

Em outras palavras, enquanto que, em momentos anteriores, o carnaval era um ponto de fuga, no qual a sociedade hierárquica se fantasiava de igualdade política, estes últimos carnavais foram esvaziados do conteúdo de protesto e crítica irreverente, não porque a sociedade tenha se tornado mais igualitária, mas porque a transgressão cotidiana das regras instalou-se no poder e passou a ser o espelho do jeitinho brasileiro que vigorava nas relações interpessoais.

O fato é que a estabilidade e os programas transferência de renda, bem como o aumento do salário mínimo, incorporaram na sociedade de consumo um amplo contingente da população, mas esse processo não foi acompanhado por uma busca de vitalidade dos valores éticos e morais. Hoje a maior fantasia de carnaval é a de que os heróis continuem patrocinando a gastança desenfreada dos recursos públicos para que o consumo popular continue no ritmo ascendente.

Se “quem brincava de princesa acostumou na fantasia”, nosso consolo é que “vai passar”.

COMENTO:
O brasileiro não gosta de seguir regras.Faz parte da formação cultural da sociedade brasileira.Mas como se muda essa cultura?

Frase do dia

O maior castigo para aqueles que não se interessam por política é que serão governados pelos que se interessam (Arnold Toynbee, historiador britânico, 1889-1975)

MST E CORRUPÇÃO

Transcrito do Blog do Mario Fortes


No blog do Reinaldo Azevedo:


O Ministério Público Federal está investigando a origem do dinheiro que apareceu na conta de uma trabalhadora rural de Iaras, no interior de São Paulo. Mais de R$ 700 mil. Zildenice recebeu do Incra um lote no assentamento Zumbi dos Palmares em Iaras, no centro-oeste paulista. Ela vive numa casa simples e pouco produz na propriedade.


Para complementar a renda da propriedade, Zildenice também trabalha em uma fazenda da região. Ela recebe em média R$ 600 por mês. Mas um extrato bancário deixou a assentada preocupada. O valor que ela teria no banco passaria de R$ 700 mil. Na conta aberta na Caixa Econômica Federal em Avaré, os nomes de Zildenice Ferreira dos Santos e Ronaldo Pereira de Souza aparecem como titulares.

O extrato mostra que um depósito de R$ 78 mil foi efetuado nos últimos dias. O saldo atual da conta é de R$ 747.751,85. Mas Zildenice diz que nunca abriu a conta e que o dinheiro não lhe pertence. “Que apareçam os verdadeiros donos, que não sou eu. E se não aparecer que algum gerente da Caixa bloqueie essa conta”.

A advogada da assentada, Fernanda Pereira Mariano, que encaminhou o caso ao Ministério Público Federal, diz que o dinheiro depositado seria proveniente de um convênio com o Incra. “É uma conta-poupança de pessoa física. Um convênio normalmente seria uma conta de pessoa jurídica vinculada ao convênio. É uma conta que está sendo movimentada, só que nós não sabemos quando ela foi aberta e quem está movimentando esta conta”.

Há três anos, Zildenice foi procuradora de uma cooperativa do MST em Iaras, mas deixou o cargo quando conseguiu o lote onde mora. A cooperativa é a mesma que está sendo investigada pela Justiça por desvio de dinheiro e que é ligada a Miguel Serpa, o sem-terra que comandou a invasão a fazenda da empresa Cutrale, produtora de laranjas. Serpa e os outros oito integrantes do MST estavam presos, mas foram liberados através de liminar concedida na noite de quarta pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.

A Caixa Econômica Federal anunciou que vai fazer uma apuração interna para esclarecer o caso. A superintendência do Incra de São Paulo declarou que a conta corrente em nome de Zildenice é vinculada a um programa para a construção de moradias em assentamentos e que só com autorização do próprio Incra é usada para o pagamento de serviços, mediante a apresentação de notas fiscais. O instituto também informou que sabia que Zildenice já tinha se afastado da cooperativa.
É dinheiro público para a saúde e educação que está sendo desviado para criminosos protegidos pela Máfia do Planalto em Brasília.

COMENTO:
Tem que investigar a fundo esse MST.É uma caixa preta.
Não passa de um movimemnto ideológico, braço armado e disfarçado da esquerda com amplo apoio do PT.
Cometem crimes e ficam impunes.Invadir, ocupar e destruir propriedades alheias não é crime?Prisão para eles.